Royal Enfield chega ao Brasil

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NFBNeto
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por NFBNeto »

Robson escreveu: 17 Jun 2019, 11:23
NFBNeto escreveu: 17 Jun 2019, 11:08
Optimus Leo escreveu: 17 Jun 2019, 10:11 Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°

Foi só pra responder o "queria o que? V2 atravessado? :lol: " Resposta: SIM ... se é em teoria ou não igual a um boxer BMW, o fato é que É um V2 "atravessado" e pronto... e aí me vem um "Moto Guzzi é moto?" ... pô! Ninguém aqui admite por nada no mundo que não sabia, ou que estava errado... affff ... já to esperando algo do tipo "se 90º então não é "V", é "L"" .... :frt:
kkkkkkk

eu sabia de motor V2 atravessado, mas não numa moto custom, coisa que o Russo mandou ai.

Abraços
A Guzzi Jackal é (qua aliás, acertaram em cheio pelo menos no nome) rsrsrs..
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petrorroupe
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por petrorroupe »

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petrorroupe
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por petrorroupe »

NFBNeto escreveu: 17 Jun 2019, 12:16
Robson escreveu: 17 Jun 2019, 11:23
NFBNeto escreveu: 17 Jun 2019, 11:08
Optimus Leo escreveu: 17 Jun 2019, 10:11 Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°

Foi só pra responder o "queria o que? V2 atravessado? :lol: " Resposta: SIM ... se é em teoria ou não igual a um boxer BMW, o fato é que É um V2 "atravessado" e pronto... e aí me vem um "Moto Guzzi é moto?" ... pô! Ninguém aqui admite por nada no mundo que não sabia, ou que estava errado... affff ... já to esperando algo do tipo "se 90º então não é "V", é "L"" .... :frt:
kkkkkkk

eu sabia de motor V2 atravessado, mas não numa moto custom, coisa que o Russo mandou ai.

Abraços
A Guzzi Jackal é (qua aliás, acertaram em cheio pelo menos no nome) rsrsrs..
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Que é um dos vários modelos da linha California da Moto Guzzi...
Além dessa linha, existiu a Nevada 750:
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E bem antes dessas, a Eldorado: Imagem
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Que se não me falhar a memória, voltou em 2016:
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Mas, sobre o que era mesmo o tópico???
:dce:
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Leandro
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Leandro »

petrorroupe escreveu: 18 Jun 2019, 04:07 Mas, sobre o que era mesmo o tópico???
:dce:
Tranqueiras indianas que viraram modinha gourmet.
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Saurus
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Saurus »

Moto ou carro indiano ou chinês(a): Você ainda vai ter um(a) :lol:
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
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petrorroupe
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por petrorroupe »

Saurus escreveu: 18 Jun 2019, 11:02 Moto ou carro indiano ou chinês(a): Você ainda vai ter um(a) :lol:
:ft:
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Bira
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Bira »

pergunta besta:

a Bullet (18990) tem ABS?

O site é tão confuso que não achei essa informação.
Abç,
Bira

“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
Robson

Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Robson »

Bira escreveu: 19 Jun 2019, 14:36 pergunta besta:

a Bullet (18990) tem ABS? Nop

O site é tão confuso que não achei essa informação. Na verdade ele omite a informação no anuncio da Bullet
Mas essa Bullet é feia.... a Classic é bem mais legal, apesar de serem basicamente a mesma moto.
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Saurus
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Saurus »

Robson escreveu: 19 Jun 2019, 15:38
Bira escreveu: 19 Jun 2019, 14:36 pergunta besta:

a Bullet (18990) tem ABS? Nop

O site é tão confuso que não achei essa informação. Na verdade ele omite a informação no anuncio da Bullet
Mas essa Bullet é feia.... a Classic é bem mais legal, apesar de serem basicamente a mesma moto.
Não tava rolando uma lei que motos >= 2018 ou 2019 acima de 300cc o ABS é item obrigatório?
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Bira »

Robson escreveu: 19 Jun 2019, 15:38
Bira escreveu: 19 Jun 2019, 14:36 pergunta besta:

a Bullet (18990) tem ABS? Nop

O site é tão confuso que não achei essa informação. Na verdade ele omite a informação no anuncio da Bullet
Mas essa Bullet é feia.... a Classic é bem mais legal, apesar de serem basicamente a mesma moto.
não gosto de nenhuma das duas na verdade... perguntei só de curioso mesmo. :lol:

mas tenho cogitado testar de novo pra ver se minha opinião anterior (testei uma há uns 3 anos, era outra fase) se mantém.

Depois que vender a GSA vou precisar de uma moto "menor" (não precisa ser "tão" menor como uma CG ou scooter) pra rodar na cidade e vou analisar todas as opções, até aquelas para as quais eu tinha "nojinho" (como a própria classic). Sei que pelo que tenho visto no mercado paulista (montes de RE com menos de 2.000km à venda) o que mais tem é comprador que comprou pela "modinha" e não curtiu a moto e tá vendendo. É apenas questão de tempo para que o fenômeno se repita aqui em Brasília, já que agora tem concessionária aqui (diferentemente de quem se dava ao trabalho de trazer de SP antes, esses já eram meio fanáticos pela marca).

Moto pequena aqui o pessoal furta (outro dia levaram uma bros aqui no mesmo lugar onde estaciono a moto na frente do trabalho), mas uma RE dessas dá pra andar sem seguro de boas, ninguém vai querer roubar isso, ainda mais aqui em brazólha.
Saurus escreveu: 19 Jun 2019, 15:41
Robson escreveu: 19 Jun 2019, 15:38
Bira escreveu: 19 Jun 2019, 14:36 pergunta besta:

a Bullet (18990) tem ABS? Nop

O site é tão confuso que não achei essa informação. Na verdade ele omite a informação no anuncio da Bullet
Mas essa Bullet é feia.... a Classic é bem mais legal, apesar de serem basicamente a mesma moto.
Não tava rolando uma lei que motos >= 2018 ou 2019 acima de 300cc o ABS é item obrigatório?
tava pensando justamente nisso.
Abç,
Bira

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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Russo »

Russo escreveu: 15 Jun 2019, 10:51 Ae Kameraden...

Ontem à tarde eu tive um tempinho e fui à CC da Royal Enfield aqui de Curitiba para conhecer de perto as motokas.

A Concessionária:
Como já havia dito, a loja não é muito grande, fica na região da Av. Gen. Mário Tourinho onde ficam também as cc da Harley, Triumph e Ducati. A loja, apesar do tamanho é bem montada , mas ao contrário das outras cc, nas quais as motos ficam no centro do salão e as roupas e acessórios ficam nos cantos, nessa cc da RE as motos ficam ao redor da loja e as roupas e acessórios ficam dispostas em araras e balcões no centro. Um olhar rápido confere que os produtos vendidos são de ótima qualidade, do nível dos produtos vendidos nas cc da HD, Triumph e Ducati. Ah, os preços são ligeiramente mais baratos.

O atendimento também é no mesmo padrão das demais concessionárias. O vendedor que me atendeu me reconheceu, pois trabalhava na Ducati, mostrou-se prestativo e bem informado de detalhes técnicos das motos. Deixou-me bem à vontade para fazer análise estática (teste bunda, eheheh...), respondendo adequadamente todos os meus questionamentos. Marquei com ele um teste drive com as motokas (Classic e Himalayan) para a semana que vem, quando então poderei completar esse relato.

As motokas:

Classic 500:
Já havia lido muito sobre essa motoka, visto muitas fotos e vídeos, mas vê-la ao vivo e à cores é outra história: primeiramente, me chamou atenção o porte: eu esperava ver uma moto pequena, do porte das Viragos 250/535 ou Savage 650 mas ela é um pouco mais encorpada, mais para o porte da Shadow 600 ou da Marauder 800.

Depois desse primeiro contato passei a olhar com calma cada detalhe da moto. A impressão inicial é de uma construção sólida, bem robusta mesmo, não ficando nada a dever com relação às marcas mais consagradas. Não passa em nenhum momento aquela impressão de fragilidade presente nas motos xing-ling como Sundow, Kasinsnki, Traxx, etc. Três coisas chamaram a minha atenção:
- o contraste da pintura extremamente esmerada com alguns acabamentos "brutos" como a carcaça do farol, tampas de motor, e outros;
- o fato do projeto ser realmente antigo e não um projeto moderno com estilo retrô; percebe-se que varias coisas foram sendo "agregadas" com o tempo, como por exemplo os piscas, que foram adaptados e várias tampinhas decorativas, que obviamente não existiam no projeto original;
- a construção da moto em si é boa, soldas bem feitas, cabos bem fixados, parafusos, porcas, molinhas sem marcas ou sinais de ferrugem precoce, enfim, percebe-se qualidade, tanto nos materiais utilizados quanto na montagem.

E chegou a hora de ligar a moto: ligo a chave, ralo o dedo no botão de partida e "meu deus" o que era aquilo, eheheheh... eu achava que estava acostumado a motores vibradores, pois tive a Savage 650 monocilindrica e a Sportster, além de já ter rodado com Falcon, XT 600 e DR 800... o que eu posso dizer, após ligar a máquina é "Russo, você não sabia o que era vibração até agora" eheheheh... putz, o treco vibra, mas vibra mesmo, a moto com nível de vibração mais próximo disso que eu já pilotei foi uma Sportster antiga, anterior a 2004, daquelas que ainda não usavam coxins apoiando o motor, e não é nem metade do que vibra essa RE 500 classic.

Gostei da posição de pilotagem,o guidão e as pedaleiras são bem posicionados e o banco, largo, com espuma densa e grossa e molas, é bastante confortável. Estou curioso para fazer o teste drive e ver se rodando essa vibração se mantém, aumenta ou diminui. Em todo caso, se eu tivesse uma moto dessas, por precaução,iria usar Loctite vermelho em todos os parafusos e/ou substituir as porcas simples por porcas autotravantes.

Himalayan:

Essa motoka me surpreendeu positivamente, e a exemplo do que muitos falam, ao vivo ela é mais bonita do que por fotos.
Assim como a RE 500 Classic, me surpreendeu pela qualidade dos materiais e da montagem e também, à princípio, não fica devendo nada às marcas consagradas.

O porte me chamou a atenção, esperava uma moto mais miúda, mais ou menos do porte de uma Lander, mas visualmente ela é mais encorpada. O interessante é que as dimensões da Himalayan são minimamente maiores que as da Ducati Scrambler (comprimento, distância entre eixos, altura do assento, peso, etc) mas, lado à lado, a Himalayan parece ser maior, mais parrudinha. Acho que é por causa do tanque que é mais alto, do aro 21 na dianteira e das formas gerais mais quadradonas (na Ducati as linhas são mais suaves).

Finalmente, vamos ao teste bunda: a moto tem uma ergonomia excelente, o banco é de espuma de gel, não muito largo mas bastante confortável. A primeira impressão é que dá para subir na moto e rodar o dia inteiro sem se cansar. Ao ligar o motor, outra surpresa: não é nem um pouco parecido com o motor da 500 Classic. Não é suave como uma bicilindrica, mas o nível de vibração não é muito diferente de uma Big Single moderna, diria que fica entre uma Falcon e uma XT 600.

Os preços:
Os preços praticados na cc são os mesmos que constam no site da RE, acrescidos de R$ 500,00 de frete.

Qual delas eu compraria?

Ainda é cedo para dizer, pois não fiz nenhum teste drive, mas por enquanto eu diria que se fosse para eu ter apenas uma moto para o dia a dias e pequenas viagens, uma opção passa a ser a Himalayan... e se fosse para ter uma moto apenas para rolezinhos estilosos e passeios perto, a RE 500 seria uma opção interessante... vamos ver se isso se confirma após rodar com ambas.

Ae Kameraden...

Hoje fui à CC da RE para fazer o teste drive das duas motos,a RE Classic 500 Deser tStorn e a Himalayan. Liguei para a CC e agendaram para as 15 h, cheguei lá às 15:03 e as duas motos já estavam alinhadas no pátio me aguardando junto com os respectivos termos de responsabilidade. Foi só assinar, fazer o xerox da CNH e pronto, em 5 minutos eu já estava com a chave da Classic 500 e o doc na mão.

Mas antes,vou falar um pouco da CC. Aqui em Curitiba, as CC da Harley, Triumph e Ducati, bem como algumas CC VW pertencem a um mesmo grupo (Servopa). Pois bem, fiquei sabendo hoje que a CC da Royal Enfild pertence (ou é vinculada) à CC Star News, que é a representante oficial da BMW aqui em Curitiba a bem uns 20 anos. Isso é uma boa notícia pois é um pessoal sério e respeitado na praça, que sabe trabalhar.

Vamos agora às minhas impressões: não foi um TD completo, pois o percurso é bastante urbano misto de asfalto bom e asfalto ruim, com trânsito intenso, metade do trajeto feito no corredor entre os carros. Apesar de estar "na boca" da BR, não pude pegar rodovia e testar as motos em velocidades mais elevadas.

Classic 500:

Imagem

É a "falsa baixa". A motoca dá a impressão de ser baixotinha, pois o tanque é baixo, mas quando se monta nela percebe-se que o banco é alto, praticamente alinhado com o tanque. Nela as pernas ficam menos flexionadas que na Himalayan. Não é uma moto estilo retrô, é uma moto antiga que sofreu alguma atualizações, é como se tivessem ficado paradas num depósito por 50 anos e alguém as tirou de lá, melhorou o sistema elétrio, instalou partida elétrica, píscas, injeção eletrônica e amortecedores traseiros à gàs.

O banco tem bastante espuma e molas, mas o curso das suspensões é pequeno e as irregularidades do asfalto ruim são sentidas. A posição de pilotagem é classica, ereta e com o guidão baixo e curto, parece que se está sobre uma Lambreta ou mesmo uma daquelas Vespas PX 200. A vibração é uma constante, vibra tanto que mal se consegue enxergar o que se passa nos retrovisores e o motor, embora torcudo, é curto, acaba logo. Eu estava acostumado com motores de giro baixo (Savage e HDs), mas esses 500 cc da RE acabam muito cedo, é só dar um tiquinho de acelerador e ele já está pedindo marcha. Detalhe para o freio motor bruto, é muito fácil travar a roda traseira nas reduções de marcha mais fortes. O peso é de 194 kg, leve até se considerar que a moto é toda de metal, mas graças ao torque de 4,2 kgf-m (quase o mesmo da CB450) o peso simplesmente some assim que a moto começa a se movimentar

A ciclística é de moto antiga, mas não é tão ruim assim, lembra um pouco a ciclística da CB400, pena que não pude rodar em curvas de alta para poder avaliar melhor. Nos corredores ela vai bem, tem boa manobrabilidade, o guidão é baixo mas é estreito, passa bem em corredores apertados, mas eu o trocaria por um guidão mais alto , acho que o da CBII ouo da CB Custom ficariam bem nela. O banquinho da garupa é minúsculo e acho que é opcional. Se for, eu compraria com o Banco single e compraria também o banco duplo da Bullet para quando (e se) fosse sair com garupa. A minha opinião inicial sobre a moto acabou se confirmando: eu teria uma sim, mas como segunda ou até mesmo terceira moto, para usar apenas em passeios curtos num raio de 100 ou, no máximo 200 km.

Himalayan BS4:

Imagem

Ao contrário da Classic 500, essa sim é um projeto novo, mais atual, não se percebe nenhuma adaptação. A moto é alta, porém o assento é baixo (guardadas as proporções, é meio como na Super Teneré 750, na qual também percebi essa característica) e é absurdamente confortável. Alhas (by GG), a moto em si é super confortável, a ergonomia é perfeita, tudo, guidão, comandos, pedaleiras, pedais, retrovisores, está no locar certo. A moto é muito intuitiva, você monta nela e percorridos 100 metros a impressão que dá é que você sempre pilotou essa moto. Você sabe o que fazer, após a segunda eu já pude tirar as mãos do guidão e contornar a terceira curva apenas com o jogo de corpo, muito legal isso. Essa característica me fez lembrar da antiga NX 350 Sahara, que também é uma moto muito "amigável".

Porém... e sempre tem um porém... o motor é fraquinho (embora torcudinho) São 24 cv e 3,2 kg de torque (o mesmo que a CB400), mas parece que o torque só aparece em rotações mais elevadas, logo a moto, ao contrário de sua irmã mais velha é "preguiçosa" nas retomadas de velocidade na mesma marcha e exige mais trabalho com o câmbio. Comparando com as motos que já tive, eu diria que ela é um pouco mais potente que a Teneré 250 e um pouco menos que a Mirage 250 (que usa o mesmo motor "encapetado" da Comet).

Quanto à ciclística me pareceu ser um tiquinho inferior à Teneré, mas nada que comprometa, nos corredores passa tranquilo, melhor até que a Sucatinha, pois o guidão é mais alto e um pouco mais estreito. As suspensões são muito macias, absorvem bem a buraqueira e manobrabilidade geral é boa, pena que, igualmente, não pude testá-laem condições de estrada. . O peso de 194 kg não incomoda nem um pouco.

Se eu compraria? Acho que compraria, é uma moto que parece ir bem no dia a dia, encara transito pesado de boa e também pequenas viagens... ou até mesmo longas, pois é muito confortável. o único senão é a pouca potência, principalmente para quem está acostumado a ter o dobro ou mesmo o triplo de potência disponível no punho direito.

O phoda é que para comprar uma eu teria que desembolsar uns 40k... 20 k para a motoka e mais 20 k para colocar em cima da Ducati e pegar uma moto grande um uma caranguinha para os dias de chuva, o que não vai rolar pois já aprendi a usar o Uber... mas, quem sabe o futuro não reserva uma Himalayan ao lado de uma Road King ou de uma Ultra Glide na garagem do tio Russo? ... vamos vendo!

PS... esquece, pois é mais provável (e sensato e barato) que na garagem do tio a Sucatinha compartilhe o espaço com uma Burgminha ou uma PCX usadinhas...
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Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por NFBNeto »

Russo escreveu: 19 Jun 2019, 22:24 Ae Kameraden...

Hoje fui à CC da RE para fazer o teste drive das duas motos,a RE Classic 500 Deser tStorn e a Himalayan. Liguei para a CC e agendaram para as 15 h, cheguei lá às 15:03 e as duas motos já estavam alinhadas no pátio me aguardando junto com os respectivos termos de responsabilidade. Foi só assinar, fazer o xerox da CNH e pronto, em 5 minutos eu já estava com a chave da Classic 500 e o doc na mão.

Mas antes,vou falar um pouco da CC. Aqui em Curitiba, as CC da Harley, Triumph e Ducati, bem como algumas CC VW pertencem a um mesmo grupo (Servopa). Pois bem, fiquei sabendo hoje que a CC da Royal Enfild pertence (ou é vinculada) à CC Star News, que é a representante oficial da BMW aqui em Curitiba a bem uns 20 anos. Isso é uma boa notícia pois é um pessoal sério e respeitado na praça, que sabe trabalhar.

Vamos agora às minhas impressões: não foi um TD completo, pois o percurso é bastante urbano misto de asfalto bom e asfalto ruim, com trânsito intenso, metade do trajeto feito no corredor entre os carros. Apesar de estar "na boca" da BR, não pude pegar rodovia e testar as motos em velocidades mais elevadas.

Classic 500:

É a "falsa baixa". A motoca dá a impressão de ser baixotinha, pois o tanque é baixo, mas quando se monta nela percebe-se que o banco é alto, praticamente alinhado com o tanque. Nela as pernas ficam menos flexionadas que na Himalayan. Não é uma moto estilo retrô, é uma moto antiga que sofreu alguma atualizações, é como se tivessem ficado paradas num depósito por 50 anos e alguém as tirou de lá, melhorou o sistema elétrio, instalou partida elétrica, píscas, injeção eletrônica e amortecedores traseiros à gàs.

O banco tem bastante espuma e molas, mas o curso das suspensões é pequeno e as irregularidades do asfalto ruim são sentidas. A posição de pilotagem é classica, ereta e com o guidão baixo e curto, parece que se está sobre uma Lambreta ou mesmo uma daquelas Vespas PX 200. A vibração é uma constante, vibra tanto que mal se consegue enxergar o que se passa nos retrovisores e o motor, embora torcudo, é curto, acaba logo. Eu estava acostumado com motores de giro baixo (Savage e HDs), mas esses 500 cc da RE acabam muito cedo, é só dar um tiquinho de acelerador e ele já está pedindo marcha. Detalhe para o freio motor bruto, é muito fácil travar a roda traseira nas reduções de marcha mais fortes. O peso é de 194 kg, leve até se considerar que a moto é toda de metal, mas graças ao torque de 4,2 kgf-m (quase o mesmo da CB450) o peso simplesmente some assim que a moto começa a se movimentar

A ciclística é de moto antiga, mas não é tão ruim assim, lembra um pouco a ciclística da CB400, pena que não pude rodar em curvas de alta para poder avaliar melhor. Nos corredores ela vai bem, tem boa manobrabilidade, o guidão é baixo mas é estreito, passa bem em corredores apertados, mas eu o trocaria por um guidão mais alto , acho que o da CBII ouo da CB Custom ficariam bem nela. O banquinho da garupa é minúsculo e acho que é opcional. Se for, eu compraria com o Banco single e compraria também o banco duplo da Bullet para quando (e se) fosse sair com garupa. A minha opinião inicial sobre a moto acabou se confirmando: eu teria uma sim, mas como segunda ou até mesmo terceira moto, para usar apenas em passeios curtos num raio de 100 ou, no máximo 200 km.

Himalayan BS4:

Ao contrário da Classic 500, essa sim é um projeto novo, mais atual, não se percebe nenhuma adaptação. A moto é alta, porém o assento é baixo (guardadas as proporções, é meio como na Super Teneré 750, na qual também percebi essa característica) e é absurdamente confortável. Alhas (by GG), a moto em si é super confortável, a ergonomia é perfeita, tudo, guidão, comandos, pedaleiras, pedais, retrovisores, está no locar certo. A moto é muito intuitiva, você monta nela e percorridos 100 metros a impressão que dá é que você sempre pilotou essa moto. Você sabe o que fazer, após a segunda eu já pude tirar as mãos do guidão e contornar a terceira curva apenas com o jogo de corpo, muito legal isso. Essa característica me fez lembrar da antiga NX 350 Sahara, que também é uma moto muito "amigável".

Porém... e sempre tem um porém... o motor é fraquinho (embora torcudinho) São 24 cv e 3,2 kg de torque (o mesmo que a CB400), mas parece que o torque só aparece em rotações mais elevadas, logo a moto, ao contrário de sua irmã mais velha é "preguiçosa" nas retomadas de velocidade na mesma marcha e exige mais trabalho com o câmbio. Comparando com as motos que já tive, eu diria que ela é um pouco mais potente que a Teneré 250 e um pouco menos que a Mirage 250 (que usa o mesmo motor "encapetado" da Comet).

Quanto à ciclística me pareceu ser um tiquinho inferior à Teneré, mas nada que comprometa, nos corredores passa tranquilo, melhor até que a Sucatinha, pois o guidão é mais alto e um pouco mais estreito. As suspensões são muito macias, absorvem bem a buraqueira e manobrabilidade geral é boa, pena que, igualmente, não pude testá-laem condições de estrada. . O peso de 194 kg não incomoda nem um pouco.

Se eu compraria? Acho que compraria, é uma moto que parece ir bem no dia a dia, encara transito pesado de boa e também pequenas viagens... ou até mesmo longas, pois é muito confortável. o único senão é a pouca potência, principalmente para quem está acostumado a ter o dobro ou mesmo o triplo de potência disponível no punho direito.

O phoda é que para comprar uma eu teria que desembolsar uns 40k... 20 k para a motoka e mais 20 k para colocar em cima da Ducati e pegar uma moto grande um uma caranguinha para os dias de chuva, o que não vai rolar pois já aprendi a usar o Uber... mas, quem sabe o futuro não reserva uma Himalayan ao lado de uma Road King ou de uma Ultra Glide na garagem do tio Russo? ... vamos vendo!

PS... esquece, pois é mais provável (e sensato e barato) que na garagem do tio a Sucatinha compartilhe o espaço com uma Burgminha ou uma PCX usadinhas...
;-) Legal a análise Russo.. sobre a 500, também só teria como terceira moto.. mas já no tópico de buchas/tranqueiras que fiz.. se for pegar uma terceira moto, tem uma porrada na frente que iriam me dar mais gosto de ter...

Agora eu fico olhando essa himalayan e pensando... pô! Taí uma moto que tá na categoria trail e ao mesmo tempo na categoria de "os mano não gosta" ... imagina ela com um motor bicilindrico maiorzão e mais potente ... ia ser uma bela alternativa pra quem não pode ter Tigers, BMWs ou bigtrails no geral com medo de ser roubado/morto... como já falei pra caramba no outro tópico...
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por mumorato »

Russo escreveu: 19 Jun 2019, 22:24 Ae Kameraden...

Hoje fui à CC da RE para fazer o teste drive das duas motos,a RE Classic 500 Deser tStorn e a Himalayan. Liguei para a CC e agendaram para as 15 h, cheguei lá às 15:03 e as duas motos já estavam alinhadas no pátio me aguardando junto com os respectivos termos de responsabilidade. Foi só assinar, fazer o xerox da CNH e pronto, em 5 minutos eu já estava com a chave da Classic 500 e o doc na mão.

Mas antes,vou falar um pouco da CC. Aqui em Curitiba, as CC da Harley, Triumph e Ducati, bem como algumas CC VW pertencem a um mesmo grupo (Servopa). Pois bem, fiquei sabendo hoje que a CC da Royal Enfild pertence (ou é vinculada) à CC Star News, que é a representante oficial da BMW aqui em Curitiba a bem uns 20 anos. Isso é uma boa notícia pois é um pessoal sério e respeitado na praça, que sabe trabalhar.

Vamos agora às minhas impressões: não foi um TD completo, pois o percurso é bastante urbano misto de asfalto bom e asfalto ruim, com trânsito intenso, metade do trajeto feito no corredor entre os carros. Apesar de estar "na boca" da BR, não pude pegar rodovia e testar as motos em velocidades mais elevadas.

Classic 500:

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É a "falsa baixa". A motoca dá a impressão de ser baixotinha, pois o tanque é baixo, mas quando se monta nela percebe-se que o banco é alto, praticamente alinhado com o tanque. Nela as pernas ficam menos flexionadas que na Himalayan. Não é uma moto estilo retrô, é uma moto antiga que sofreu alguma atualizações, é como se tivessem ficado paradas num depósito por 50 anos e alguém as tirou de lá, melhorou o sistema elétrio, instalou partida elétrica, píscas, injeção eletrônica e amortecedores traseiros à gàs.

O banco tem bastante espuma e molas, mas o curso das suspensões é pequeno e as irregularidades do asfalto ruim são sentidas. A posição de pilotagem é classica, ereta e com o guidão baixo e curto, parece que se está sobre uma Lambreta ou mesmo uma daquelas Vespas PX 200. A vibração é uma constante, vibra tanto que mal se consegue enxergar o que se passa nos retrovisores e o motor, embora torcudo, é curto, acaba logo. Eu estava acostumado com motores de giro baixo (Savage e HDs), mas esses 500 cc da RE acabam muito cedo, é só dar um tiquinho de acelerador e ele já está pedindo marcha. Detalhe para o freio motor bruto, é muito fácil travar a roda traseira nas reduções de marcha mais fortes. O peso é de 194 kg, leve até se considerar que a moto é toda de metal, mas graças ao torque de 4,2 kgf-m (quase o mesmo da CB450) o peso simplesmente some assim que a moto começa a se movimentar

A ciclística é de moto antiga, mas não é tão ruim assim, lembra um pouco a ciclística da CB400, pena que não pude rodar em curvas de alta para poder avaliar melhor. Nos corredores ela vai bem, tem boa manobrabilidade, o guidão é baixo mas é estreito, passa bem em corredores apertados, mas eu o trocaria por um guidão mais alto , acho que o da CBII ouo da CB Custom ficariam bem nela. O banquinho da garupa é minúsculo e acho que é opcional. Se for, eu compraria com o Banco single e compraria também o banco duplo da Bullet para quando (e se) fosse sair com garupa. A minha opinião inicial sobre a moto acabou se confirmando: eu teria uma sim, mas como segunda ou até mesmo terceira moto, para usar apenas em passeios curtos num raio de 100 ou, no máximo 200 km.

Himalayan BS4:

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Ao contrário da Classic 500, essa sim é um projeto novo, mais atual, não se percebe nenhuma adaptação. A moto é alta, porém o assento é baixo (guardadas as proporções, é meio como na Super Teneré 750, na qual também percebi essa característica) e é absurdamente confortável. Alhas (by GG), a moto em si é super confortável, a ergonomia é perfeita, tudo, guidão, comandos, pedaleiras, pedais, retrovisores, está no locar certo. A moto é muito intuitiva, você monta nela e percorridos 100 metros a impressão que dá é que você sempre pilotou essa moto. Você sabe o que fazer, após a segunda eu já pude tirar as mãos do guidão e contornar a terceira curva apenas com o jogo de corpo, muito legal isso. Essa característica me fez lembrar da antiga NX 350 Sahara, que também é uma moto muito "amigável".

Porém... e sempre tem um porém... o motor é fraquinho (embora torcudinho) São 24 cv e 3,2 kg de torque (o mesmo que a CB400), mas parece que o torque só aparece em rotações mais elevadas, logo a moto, ao contrário de sua irmã mais velha é "preguiçosa" nas retomadas de velocidade na mesma marcha e exige mais trabalho com o câmbio. Comparando com as motos que já tive, eu diria que ela é um pouco mais potente que a Teneré 250 e um pouco menos que a Mirage 250 (que usa o mesmo motor "encapetado" da Comet).

Quanto à ciclística me pareceu ser um tiquinho inferior à Teneré, mas nada que comprometa, nos corredores passa tranquilo, melhor até que a Sucatinha, pois o guidão é mais alto e um pouco mais estreito. As suspensões são muito macias, absorvem bem a buraqueira e manobrabilidade geral é boa, pena que, igualmente, não pude testá-laem condições de estrada. . O peso de 194 kg não incomoda nem um pouco.

Se eu compraria? Acho que compraria, é uma moto que parece ir bem no dia a dia, encara transito pesado de boa e também pequenas viagens... ou até mesmo longas, pois é muito confortável. o único senão é a pouca potência, principalmente para quem está acostumado a ter o dobro ou mesmo o triplo de potência disponível no punho direito.

O phoda é que para comprar uma eu teria que desembolsar uns 40k... 20 k para a motoka e mais 20 k para colocar em cima da Ducati e pegar uma moto grande um uma caranguinha para os dias de chuva, o que não vai rolar pois já aprendi a usar o Uber... mas, quem sabe o futuro não reserva uma Himalayan ao lado de uma Road King ou de uma Ultra Glide na garagem do tio Russo? ... vamos vendo!

PS... esquece, pois é mais provável (e sensato e barato) que na garagem do tio a Sucatinha compartilhe o espaço com uma Burgminha ou uma PCX usadinhas...
Legal, vlw pelo review. Estava curioso para saber o que você diria, pois temos em comum algumas motos parâmetro, tipo as sportsters, savage, marauder té250...
Sobre as RE, no final das contas ainda tenho vontade de ter uma, mas é só a continental gt monocilindrica que saiu de linha. Possivelmente vá atrás de uma quando estiverem lá pelos 15k
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por jucie »

Bira, a Bullet tem ABS na frente e tambor atrás.
Russo, legal o seu review das duas motos. Valeu.
Perdoe a falta de acentuacao. Estou temporariamente sem suporte a diacriticos no meu computador.
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RMD
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por RMD »

Qual seria mais interessante:

falcon 400i 2015 R$15k ou Himalayan 2019 R$19k

Nao levando fator bandidagem em contato. Somente as motos.

Fiquei com uma falcon 2007 por 15 dias uma vez. Uma das motos mais confortáveis e polivalente que ja pilotei. Gostava bastante da altura dela tb.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Optimus Leo »

Falcon, obviamente.

Mais facilidade de peças
Melhor performance
HONDA
Maior quantidade de acessorios
Melhor revenda
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Joaquim »

Optimus Leo escreveu: 20 Jun 2019, 09:51 Falcon, obviamente.

Mais facilidade de peças
Melhor performance
HONDA
Maior quantidade de acessorios
Melhor revenda
E o fator hipster? :roll:
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Optimus Leo »

Joaquim escreveu: 20 Jun 2019, 10:14
Optimus Leo escreveu: 20 Jun 2019, 09:51 Falcon, obviamente.

Mais facilidade de peças
Melhor performance
HONDA
Maior quantidade de acessorios
Melhor revenda
E o fator hipster? :roll:
Bem lembrado

A Falcon tem o fator chave de quebra, zika do baile 8-)
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por Bira »

RMD escreveu:Qual seria mais interessante:

falcon 400i 2015 R$15k ou Himalayan 2019 R$19k

Nao levando fator bandidagem em contato. Somente as motos.

Fiquei com uma falcon 2007 por 15 dias uma vez. Uma das motos mais confortáveis e polivalente que ja pilotei. Gostava bastante da altura dela tb.
Falcon é legal, já tive uma...Mas hoje não consideraria em hipótese alguma comprar uma moto sem ABS.

E voltamos naquela comparação de maçãs com laranjas...(Moto 0km vs moto usada).
Abç,
Bira

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RMD
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Mensagem por RMD »

Acabei de passar por uma himalayan aqui em BH. Foi muito rapido. Mas os segundos q vi achei interessante. era preta
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