Royal Enfield chega ao Brasil
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Comprar uma bosta de moto so por isso?
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
A Kamerad Joaka,Joaquim escreveu:Comprar uma bosta de moto so por isso?
Você jamais encontrará o tipo de racionalidade a que está acostumado dentro da cabeça de um custonzeiro, eheheheh...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Russo escreveu: É sobre essa possibilidade de poder seguir em frente ao invés de abortar a viagem que o cara se referia.

Re: Royal Enfield chega ao Brasil
1m50s "Moto de verdade das antigas"jucie escreveu:
2m44s "Boulevard 1500, moto japa, perfeita demais, dá sono, não dá defeito, totalmente previsível"
2m58s "Queria com a Royal uma moto mais emocionante, imaginei logo aquela cena toda, uma moto antiga, imprevisível, lenta, não sabia se chegava nem qdo chegava no destino, queria botar um tempero nesse asfalto sem sal q eu estava vivendo"
Eita... acho q estou precisando de aula de interpretação de texto, pra mim o q ele falou foi exatamente o q o RMD escreveu logo abaixo do vídeo, q ele torce sim pra moto quebrar, q ele acha lindo não confiar na máquina.
Saudosismo meio maluco, o cara acha q comprando uma moto q lembra sua CB400 problemática lá de 1984 vai reviver sua juventude, voltará a sentir as mesmas emoções q sentia há 20 anos, q foi o máximo qdo a moto deu aquela pane elétrica e teve de dormir num hotel pulguento onde conheceu aquele velhinho massa contador de histórias... bom, deixa ele tentar.
A notícia triste é q não adianta depositar esperanças numa moto essa volta no tempo, o lance é com ele, por ex, basta trocar o "asfalto sem sal" por outros.
Motoqueiro no geral já é meio fora da casinha, mas pra mim isso extrapola, o cara comprar uma moto zero km e ter um puta prazer sabendo q o produto é ruim?
-Qual a característica q tu mais curte nesta Royal?
Resposta:
-Ela não ser confiável, ser uma bost, é o q eu mais gosto nela.
Bom, talvez não seja maluco, só mais um masoquista como tantos outros.
A justificativa boa dessas motos é preço, ser uma espécie de Harley barata, ou uma espécie de Harley pra quem não gosta de Harley, alguém q queira exclusividade, tem nojinho de moto usada, não tem tempo/não tem saco pra customizar...
Querer transformar os problemas da moto em qualidades é sandice.
[ ]'s

Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Oque não faz sentido para mim é que com esse motor "clássico" os donos citam justamente que é muito confiável.....pode ser fraco, vibrar, etc....mas não quebra....
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"Por um Brasil Melhor"
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
queiroga escreveu:Oque não faz sentido para mim é que com esse motor "clássico" os donos citam justamente que é muito confiável.....pode ser fraco, vibrar, etc....mas não quebra....
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Toda moto, por mais phodástika que seja, uma hora vai quebrar, umas mais outras menos...
Mas a questão não é se essa moto, a Royal Enfield, quebra ou não quebra... o fato é que se e quando ela quebrar, esse carinha aqui certamente vai dar conta de arrumar, eheheh...


Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Royal Enfield por enquanto é a possibilidade de ter uma 500 cc zero injetada com freio a disco e partida elétrica, por 20 mil. E o forte apelo comercial da onda retrô, essa nova e genial jogada de marketing para faturar milhões, em todas as áreas. Não vamos criar nada, só vamos embarcar eletrônica nas tranqueiras dos anos 50.
De resto, essa da possibilidade de ir em frente sem abortar a viagem é lorota. Vamos comparar uma Yamazuki com uma Royal. Ambas têm: injeção eletrônica, sistema elétrico de 12 volts, corrente/coroa/pinhão, bomba de combustível e etc. A meu ver, se é para dar chabú na injeção por exemplo e deixar o cabra na estrada, a possibilidade é a mesma para uma Yamazuki e uma Royal.
E a manutenção é fácil, segundo dizem. Pois é, talvez nem tanto, se tiver que trocar pinhão na Royal, tem que drenar o óleo porque o pinhão fica atrás da tampa lateral do motor que tem que ser sacada fora. Sabiam dessa? Na Yamazuki é uma tampa de plástico com acesso fácil. Na RE implica em troca de óleo do motor e chance de algum mecânico muquirana fazer porcaria na junta, na montagem da tampa, etc.
A RE tem ainda afogador, mais uma tralha de bosta para incomodar. Meu Deus, afaste de mim afogador, que esse componente vá dormir no colo do capiroto para nunca mais acordar.
Essa onda Royal Enfield está parecendo a chegada das Boneville no Brasil. Os hipsters surtaram. Hoje tem anúncio de Boneville com menos de 200 Km rodados. No passado também tivemos um surto desses com as Vespas. Onde tem Vespa hoje?
Não é para desmerecer as Royal. Eu até teria uma Bullet na garagem, achei essa motinho muito da lindinha e por esse preço... Mas penso que estão idolatrando demais essas motos.
De resto, essa da possibilidade de ir em frente sem abortar a viagem é lorota. Vamos comparar uma Yamazuki com uma Royal. Ambas têm: injeção eletrônica, sistema elétrico de 12 volts, corrente/coroa/pinhão, bomba de combustível e etc. A meu ver, se é para dar chabú na injeção por exemplo e deixar o cabra na estrada, a possibilidade é a mesma para uma Yamazuki e uma Royal.
E a manutenção é fácil, segundo dizem. Pois é, talvez nem tanto, se tiver que trocar pinhão na Royal, tem que drenar o óleo porque o pinhão fica atrás da tampa lateral do motor que tem que ser sacada fora. Sabiam dessa? Na Yamazuki é uma tampa de plástico com acesso fácil. Na RE implica em troca de óleo do motor e chance de algum mecânico muquirana fazer porcaria na junta, na montagem da tampa, etc.
A RE tem ainda afogador, mais uma tralha de bosta para incomodar. Meu Deus, afaste de mim afogador, que esse componente vá dormir no colo do capiroto para nunca mais acordar.
Essa onda Royal Enfield está parecendo a chegada das Boneville no Brasil. Os hipsters surtaram. Hoje tem anúncio de Boneville com menos de 200 Km rodados. No passado também tivemos um surto desses com as Vespas. Onde tem Vespa hoje?
Não é para desmerecer as Royal. Eu até teria uma Bullet na garagem, achei essa motinho muito da lindinha e por esse preço... Mas penso que estão idolatrando demais essas motos.
atual: Baby King 250 - em contrato de experiência - já faz parte da família
anterior: CBombinha 300 2011 - boa moto, tem mais qualidades que defeitos.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Sim e não... não sei como é a injeção da RE, mas deve ser algo muito simples.piccoli escreveu:Vamos comparar uma Yamazuki com uma Royal. Ambas têm: injeção eletrônica, sistema elétrico de 12 volts, corrente/coroa/pinhão, bomba de combustível e etc. A meu ver, se é para dar chabú na injeção por exemplo e deixar o cabra na estrada, a possibilidade é a mesma para uma Yamazuki e uma Royal.
Quando deu chabu na injeção da Harley, troquei a bomba de gasolina por umas de Pálio, praticamente "na beira da estrada". E se tivesse dado pau nos bicos injetores, os trocaria por outros utilizados por carros da Ford ou VW.
Acredito que com a RE deva ser a mesma coisa. Na pior das hipóteses, se queimar o módulo de injeção, acredito que um módulo de CB300, de Falcon ou de qq outra coisa parecida seja suficiente para quebrar o galho. Mas, é claro, o dono da moto tem que conhecer um mínimo sobre "sobrevivência na estrada", caso contrário, ficará na rua, pois, como diria meu avô, "pro mau comedor, até o pinto atrapalha", eheheheh...
Poser's sempre irão existir, e isso não é ruim não, muito pelo contrário...piccoli escreveu: Essa onda Royal Enfield está parecendo a chegada das Boneville no Brasil. Os hipsters surtaram. Hoje tem anúncio de Boneville com menos de 200 Km rodados.
Se você procurar, sempre vai encontrar big trails, speeds, custons, etc bem equipadas e à venda com baixíssima kilometragem e, o que é melhor, por um bom preço. Foi assim que eu comprei as duas Harleys que tive.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Isso foi coincidência, nem você sabia que servia na Harley.Russo escreveu: Sim e não... não sei como é a injeção da RE, mas deve ser algo muito simples.
Quando deu chabu na injeção da Harley, troquei a bomba de gasolina por umas de Pálio, praticamente "na beira da estrada". E se tivesse dado pau nos bicos injetores, os trocaria por outros utilizados por carros da Ford ou VW.
Será que a bosta da RE será igual?
Creio que a probabilidade de utilização de peças exclusivas são muito maiores numa RE do que nas japas, que até tem peças intercambiáveis.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
efi de harley eh praticamente tudo peça de carro (bosch). só procurar na internet.
chupe essa manga. meu MAP qdo queimou comprei por 120 real no mercadocar. boa sorte comprando um pra yamazuki
chupe essa manga. meu MAP qdo queimou comprei por 120 real no mercadocar. boa sorte comprando um pra yamazuki
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"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Bom, se não conseguisse nenhuma peça para arrumar a injeção eu tentaria arranjar um carburossauro para instalar na moto e seguir viagem.Joaquim escreveu:Isso foi coincidência, nem você sabia que servia na Harley.Russo escreveu: Sim e não... não sei como é a injeção da RE, mas deve ser algo muito simples.
Quando deu chabu na injeção da Harley, troquei a bomba de gasolina por umas de Pálio, praticamente "na beira da estrada". E se tivesse dado pau nos bicos injetores, os trocaria por outros utilizados por carros da Ford ou VW.
Será que a bosta da RE será igual?
Creio que a probabilidade de utilização de peças exclusivas são muito maiores numa RE do que nas japas, que até tem peças intercambiáveis.
Se isso não fosse possível, ai sim eu apelaria para um guincho.
E se não conseguisse um guincho, tentaria arranjar um lugar para guardar a motoka e ir buscar depois, como fez o Kamerad Cabeça quando a Yamazuki dele quebrou no interior da Argentina.
E se não conseguisse arranjar um lugar para deixar a moto guardada eu tentaria vendê-la por lá...
E se também isso não fosse possível, eu jogaria ela no chão, abriria o bocal to tanque e tacaria fogo eheheheheh...
Simples assim, não sei porque tanto stress com relação a essa motoka, é só uma questão de sair de casa com "tudo planejado"

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Em 2015 esse Flávio Bressan fez uma viagem pela Rodovia Transamazônica de Royal Enfield. No site do grupo El Bando tem um relato dia a dia. À medida que eu lia, fui anotando os problemas que a moto apresentou nesses sete mil km de estradas inóspitas, praticamente tudo terra:
Já numa outra viagem que o mesmo Bressan fez com uma VStrom, que é uma puta moto, quando deu pane elétrica ele teve que esperar vir um estator de outra cidade. Sorte que ele estava em área urbana quando teve a pane. Na mesma viagem, quando quebrou a capa da corrente ele teve que jogar fora, porque não tinha conserto. Seguiu sem a capa.
- Quebrou um parafuso que segura o paralama traseiro. Substituiu o parafuso.
Devido a queda em baixa velocidade bateu o pedal de câmbio, travando em primeira marcha. Numa oficina um mecânico, que muito provavelmente nunca nem ouviu falar de Royal Enfield, foi capaz de desmontar, destravar e montar de volta.
Capa da corrente quebrou. Um tiozinho de um vilarejo soldou.
Furou o pneu dianteiro, reparado ali mesmo na estrada pelo próprio piloto.
Rolamentos dianteiros causaram uma vibração estranha. Numa oficina eles foram recuperados.
Já numa outra viagem que o mesmo Bressan fez com uma VStrom, que é uma puta moto, quando deu pane elétrica ele teve que esperar vir um estator de outra cidade. Sorte que ele estava em área urbana quando teve a pane. Na mesma viagem, quando quebrou a capa da corrente ele teve que jogar fora, porque não tinha conserto. Seguiu sem a capa.
Perdoe a falta de acentuacao. Estou temporariamente sem suporte a diacriticos no meu computador.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Já ajudei a consertar várias motos pela estrada Kamerad Juice...
E não foram só motos minha não, teve a Harley do Welder, que atropelou um cachorro enorme e entortou o pedal do câmbio, teve a VStrom do Fernando que se perdeu numa curva e foi cair lá na quiçassa, teve a Lander do Kalixto que estourou um rolamento da roda traseira, teve uma Twister ou Fazer de alguém aqui do M@D que esbarrou num carro numa curva e tentorou umas coisas, teve a Shadow de um amigo que enguiçou, etc... fora um monte de desconhecidos que já parei para ajudar...
Mas isso só é possível se você tiver disposição para fazê-lo e carregar consigo um mínimo de ferramentas além daquelas que vêm no Kit da moto. E nem precisa entender muito de mecânica não, pois os problemas mecânicos maiores dificilmente serão resolvidos na beira da estrada.
Agora uma coisa é certa, tirando um maluco ou outro como esse ai do vídeo, aposto que a maioria dos caras que comprar essa motoka aqui no Brasil jamais fará uma viagem longa com ela, quanto mais irá consertá-la no meio do sertão, eheheheh...
Serão motos a serem utilizadas em tiros curtos, geralmente em grupo. Se eu tivesse espaço em casa e um pouco mais de $$$ sobrando no banco, compraria uma delas para usá-la exatamente dessa forma... muito embora talvez sentisse vontade de ir até Cudomundópolis ou prá Casadocaraiópolis com ela, eheheheheh...
E não foram só motos minha não, teve a Harley do Welder, que atropelou um cachorro enorme e entortou o pedal do câmbio, teve a VStrom do Fernando que se perdeu numa curva e foi cair lá na quiçassa, teve a Lander do Kalixto que estourou um rolamento da roda traseira, teve uma Twister ou Fazer de alguém aqui do M@D que esbarrou num carro numa curva e tentorou umas coisas, teve a Shadow de um amigo que enguiçou, etc... fora um monte de desconhecidos que já parei para ajudar...
Mas isso só é possível se você tiver disposição para fazê-lo e carregar consigo um mínimo de ferramentas além daquelas que vêm no Kit da moto. E nem precisa entender muito de mecânica não, pois os problemas mecânicos maiores dificilmente serão resolvidos na beira da estrada.
Agora uma coisa é certa, tirando um maluco ou outro como esse ai do vídeo, aposto que a maioria dos caras que comprar essa motoka aqui no Brasil jamais fará uma viagem longa com ela, quanto mais irá consertá-la no meio do sertão, eheheheh...
Serão motos a serem utilizadas em tiros curtos, geralmente em grupo. Se eu tivesse espaço em casa e um pouco mais de $$$ sobrando no banco, compraria uma delas para usá-la exatamente dessa forma... muito embora talvez sentisse vontade de ir até Cudomundópolis ou prá Casadocaraiópolis com ela, eheheheheh...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
[quote="Russo"]Já ajudei a consertar várias motos pela estrada Kamerad Juice...
E não foram só motos minha não, teve a Harley do Welder, que atropelou um cachorro enorme e entortou o pedal do câmbio,
Ha ha ha...Essa do cachorro foi foda..Tava zoando o Russo porque ele levava aquele monte de tralha na moto...DepoIs ele me ajudou a consertar a moto, tinha ferramenta de todo tipo.
Mas estão idolatrando a RE , isso tão...!!!
E não foram só motos minha não, teve a Harley do Welder, que atropelou um cachorro enorme e entortou o pedal do câmbio,
Ha ha ha...Essa do cachorro foi foda..Tava zoando o Russo porque ele levava aquele monte de tralha na moto...DepoIs ele me ajudou a consertar a moto, tinha ferramenta de todo tipo.
Mas estão idolatrando a RE , isso tão...!!!
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Se pifasse o estator da RE, também ficaria parado.jucie escreveu:Em 2015 esse Flávio Bressan fez uma viagem pela Rodovia Transamazônica de Royal Enfield. No site do grupo El Bando tem um relato dia a dia. À medida que eu lia, fui anotando os problemas que a moto apresentou nesses sete mil km de estradas inóspitas, praticamente tudo terra:
Repare que em nenhuma destas situações ele teve que parar e esperar chegar uma peça. Foram consertos rápidos e logo em seguida ele continuava a viagem. Coisas assim devem ocorrer com frequência na Índia, onde viajantes fazem trajetos muito longos em lugarem sem infraestrutura.
- Quebrou um parafuso que segura o paralama traseiro. Substituiu o parafuso.
Devido a queda em baixa velocidade bateu o pedal de câmbio, travando em primeira marcha. Numa oficina um mecânico, que muito provavelmente nunca nem ouviu falar de Royal Enfield, foi capaz de desmontar, destravar e montar de volta.
Capa da corrente quebrou. Um tiozinho de um vilarejo soldou.
Furou o pneu dianteiro, reparado ali mesmo na estrada pelo próprio piloto.
Rolamentos dianteiros causaram uma vibração estranha. Numa oficina eles foram recuperados.
Já numa outra viagem que o mesmo Bressan fez com uma VStrom, que é uma puta moto, quando deu pane elétrica ele teve que esperar vir um estator de outra cidade. Sorte que ele estava em área urbana quando teve a pane. Na mesma viagem, quando quebrou a capa da corrente ele teve que jogar fora, porque não tinha conserto. Seguiu sem a capa.
Ficou esperando estator porque é burro, qualquer eletricista de motor enrola de novo.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
O russo e o outro rapaz ai devem ter visto outro vídeo.
O doido lá deixa bem claro que curte a possibilidade da moto quebrar na viagem.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Alguns caras neste topico estão que nem petista...tentando justificar que algo ruim é bom.
Com aquele tipico malabarismo de argumentos e textão ideologico.
Eu pude andar nessa RE no outro dia (junto a outras motos). SLC pagar 20 e tanto naquele lixo. É uma CG gourmet.
Com aquele tipico malabarismo de argumentos e textão ideologico.
Eu pude andar nessa RE no outro dia (junto a outras motos). SLC pagar 20 e tanto naquele lixo. É uma CG gourmet.
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Toda máquina cedo ou tarde quebra alguma coisa. Se a máquina humana quebra, imagina máquina máquina mesmo. A XTE, por exemplo, me deixou na garagem este FDS, a bateria subiu no telhado. Acho que vou ter que verificar o retificador pois a bateria está com pouco mais de um ano e já jogou a toalha.
É isso. Toda máquina uma hora dá chabú. Sendo que a última vez é a derradeira.
É isso. Toda máquina uma hora dá chabú. Sendo que a última vez é a derradeira.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Tá.., a moto é antiquada, pouco potente, cara para o que oferece...
... mas...
Se eu tenho condições de comprar uma moto gourmet, premium ou qualquer que seja o apelido da vez, é o problema?
Os recursos para comprar (dinheiro e/ou crédito) são meus...
Se ela quebrar na rua ou na estrada quem terá que resolver a parada serei eu...
Se ela for dura, pouco potente, antiquada, etc, quem vai utilizá-la sou eu...
... logo...
não há problema... simples assim, eheheheheh...
... mas...
Se eu tenho condições de comprar uma moto gourmet, premium ou qualquer que seja o apelido da vez, é o problema?
Os recursos para comprar (dinheiro e/ou crédito) são meus...
Se ela quebrar na rua ou na estrada quem terá que resolver a parada serei eu...
Se ela for dura, pouco potente, antiquada, etc, quem vai utilizá-la sou eu...
... logo...
não há problema... simples assim, eheheheheh...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Usando esse mesmo argumento, a gente é livre pra te zoar por comprar um lixo gourmet.Russo escreveu:Tá.., a moto é antiquada, pouco potente, cara para o que oferece...
... mas...
Se eu tenho condições de comprar uma moto gourmet, premium ou qualquer que seja o apelido da vez, é o problema?
Os recursos para comprar (dinheiro e/ou crédito) são meus...
Se ela quebrar na rua ou na estrada quem terá que resolver a parada serei eu...
Se ela for dura, pouco potente, antiquada, etc, quem vai utilizá-la sou eu...
... logo...
não há problema... simples assim, eheheheheh...
Simples!
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.



