Re: A verdade sobre a VAZ - Leiam
Enviado: 15 Ago 2012, 11:28
Só lembrando que a DID japa é cara.
Corrente sem retentor??? Nem deveria ser fabricada mais.
Corrente sem retentor??? Nem deveria ser fabricada mais.
Como o Smoker mencionou, DID tem nacional tb, dizem que não presta igual VAZ. A importada (que nem sabia que era made in japan) são produtos de primeiríssima.zulay escreveu:em 1996 quando tinha a cg os vendedores já alertavam pra não usar corrente VAZ mas pelo visto essa fama foi mais difundida no estado de SP mesmo.
No mais corrente DID tb se for sem retentor não vale 1real tive um problema parecido com a twister, depois disso sempre compro a corrente mais cara e de melhor qualidade que existir a original dá bandit com 20.000km nunca tinha precisado ser esticada. Apenas lubrificada e limpa e permanecia como nova.
Enviado da minha maquina de escrever.
Desde 80 e bolinha eu lembro que a DID nacional , que vem de Taubaté, não é boa,Kuati escreveu:Caceta! Que história hein Varizeto! Se souber o que deu judicialmente, conta aí pra gente depois.
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Como o Smoker mencionou, DID tem nacional tb, dizem que não presta igual VAZ. A importada (que nem sabia que era made in japan) são produtos de primeiríssima.zulay escreveu:em 1996 quando tinha a cg os vendedores já alertavam pra não usar corrente VAZ mas pelo visto essa fama foi mais difundida no estado de SP mesmo.
No mais corrente DID tb se for sem retentor não vale 1real tive um problema parecido com a twister, depois disso sempre compro a corrente mais cara e de melhor qualidade que existir a original dá bandit com 20.000km nunca tinha precisado ser esticada. Apenas lubrificada e limpa e permanecia como nova.
Enviado da minha maquina de escrever.
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Puta merda, lixão total mesmo, o M.P. devia entrar com uma ação civil pública contra esses carniceiros da Vaz.Varizeto escreveu:Coroa e pinhão da pra encarar. Corrente = lixo!!!
Um colega comprou um kit relação da vaz pra usar na srad 750 dele por 10 dias, só até chegar a original que ele tinha encomendado. Resumindo, com 9 dias a corrente estourou, ele tava a 270 km/h. Sorte que não caiu, mais a corrente deu um "laçaço" tão forte que debulhou a traseira da moto e quebrou o bloco do motor. Se tivesse alguém na garupa e perna seria amputada na hora. O primeiro orçamento pra arrumar a srad ficou em 36.000,00 reais porque teria que pedir um bloco novo da fabrica e nao sei o que... parece que ele arrumou um outro bloco e o conserto ficou em apenas 17.000,00 reias...
Pegou um bom advogado e entrou com uma ação contra a VAZ, vai tentar recuperar a grana e um pouco mais...
Qdo sair o veredicto, ninguém mais lembra do assunto....Varizeto escreveu:Pois é... tá rolando, quando sair o veredito aviso aqui...![]()
Anzolim escreveu:Qdo sair o veredicto, ninguém mais lembra do assunto....Varizeto escreveu:Pois é... tá rolando, quando sair o veredito aviso aqui...![]()
Vc vai ter q abrir um post, se o m@d ainda existir até lá...
Cara é uma diária de hospital...kkkkkkkkkkSmoker escreveu:Só lembrando que a DID japa é cara.
Diária de UTI muito mais ainda. Enterro também é muito mais caro.Véio escreveu:Cara é uma diária de hospital...kkkkkkkkkkSmoker escreveu:Só lembrando que a DID japa é cara.
Abraço
Mas pelo menos gasta uma vez só...Saurus escreveu:Diária de UTI muito mais ainda. Enterro também é muito mais caro.Véio escreveu:Cara é uma diária de hospital...kkkkkkkkkkSmoker escreveu:Só lembrando que a DID japa é cara.
Abraço
Varizeto escreveu:Coroa e pinhão da pra encarar. Corrente = lixo!!!
Um colega comprou um kit relação da vaz pra usar na srad 750 dele por 10 dias, só até chegar a original que ele tinha encomendado. Resumindo, com 9 dias a corrente estourou, ele tava a 270 km/h. Sorte que não caiu, mais a corrente deu um "laçaço" tão forte que debulhou a traseira da moto e quebrou o bloco do motor. Se tivesse alguém na garupa e perna seria amputada na hora. O primeiro orçamento pra arrumar a srad ficou em 36.000,00 reais porque teria que pedir um bloco novo da fabrica e nao sei o que... parece que ele arrumou um outro bloco e o conserto ficou em apenas 17.000,00 reias...
Pegou um bom advogado e entrou com uma ação contra a VAZ, vai tentar recuperar a grana e um pouco mais...
Bem observado... ele tava sim na rodovia, relativamente perto de casa, mais segundo ele a corrente estourou a 270 km/h mesmo, até porque pra fazer o estrago que fez tinha que estar a milhão... agora, se isso vai entrar no laudo eu não sei... hehe... "tava fazendo o que a 270 numa rodovia de 110km/h " ???Drago escreveu:Varizeto escreveu:Coroa e pinhão da pra encarar. Corrente = lixo!!!
Um colega comprou um kit relação da vaz pra usar na srad 750 dele por 10 dias, só até chegar a original que ele tinha encomendado. Resumindo, com 9 dias a corrente estourou, ele tava a 270 km/h. Sorte que não caiu, mais a corrente deu um "laçaço" tão forte que debulhou a traseira da moto e quebrou o bloco do motor. Se tivesse alguém na garupa e perna seria amputada na hora. O primeiro orçamento pra arrumar a srad ficou em 36.000,00 reais porque teria que pedir um bloco novo da fabrica e nao sei o que... parece que ele arrumou um outro bloco e o conserto ficou em apenas 17.000,00 reias...
Pegou um bom advogado e entrou com uma ação contra a VAZ, vai tentar recuperar a grana e um pouco mais...
Tenso mesmo......
Mas se ele não estava em um autódromo, acredito que a citação da velocidade em uma rodovia pode trazer dificuldades na ação, pois o foco da mesma, que é a durabilidade do produto e segurança do piloto, será desviado para a infração de trânsito, ainda mais se o juiz tiver birra de moto.
Se hipoteticamente tiver estourado na rodovia, convém ao advogado omitir a questão da velocidade, se atendo ao estouro da corrente em si.
De qualquer forma vamos acompanhando, ainda bem que não aconteceu nada de mais grave com seu amigo, pq pra estourar o bloco a pancada foi punk.
Abraço.
A questão da velocidade não tem nada a ver. O juízo cível não tem qualquer relação com possíveis infrações de trânsito.Varizeto escreveu:Bem observado... ele tava sim na rodovia, relativamente perto de casa, mais segundo ele a corrente estourou a 270 km/h mesmo, até porque pra fazer o estrago que fez tinha que estar a milhão... agora, se isso vai entrar no laudo eu não sei... hehe... "tava fazendo o que a 270 numa rodovia de 110km/h " ???Drago escreveu:Varizeto escreveu:Coroa e pinhão da pra encarar. Corrente = lixo!!!
Um colega comprou um kit relação da vaz pra usar na srad 750 dele por 10 dias, só até chegar a original que ele tinha encomendado. Resumindo, com 9 dias a corrente estourou, ele tava a 270 km/h. Sorte que não caiu, mais a corrente deu um "laçaço" tão forte que debulhou a traseira da moto e quebrou o bloco do motor. Se tivesse alguém na garupa e perna seria amputada na hora. O primeiro orçamento pra arrumar a srad ficou em 36.000,00 reais porque teria que pedir um bloco novo da fabrica e nao sei o que... parece que ele arrumou um outro bloco e o conserto ficou em apenas 17.000,00 reias...
Pegou um bom advogado e entrou com uma ação contra a VAZ, vai tentar recuperar a grana e um pouco mais...
Tenso mesmo......
Mas se ele não estava em um autódromo, acredito que a citação da velocidade em uma rodovia pode trazer dificuldades na ação, pois o foco da mesma, que é a durabilidade do produto e segurança do piloto, será desviado para a infração de trânsito, ainda mais se o juiz tiver birra de moto.
Se hipoteticamente tiver estourado na rodovia, convém ao advogado omitir a questão da velocidade, se atendo ao estouro da corrente em si.
De qualquer forma vamos acompanhando, ainda bem que não aconteceu nada de mais grave com seu amigo, pq pra estourar o bloco a pancada foi punk.
Abraço.
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Apesar que axo eu, quando uma empresa se propõe em oferecer um produto pra determinada máquina, ela deve saber as exigências que a mesma necessita, independente do lugar onde isso ocorra... sei lá...