Tem dia que é foda.
Enviado: 25 Nov 2013, 12:28
Bom, aconteceu na semana passada, quinta feira.
Eu não me machuquei nada, apenas um ralado bem leve na canela, a moto quebrou o farol e a carenagem do mesmo, fora os ralados nas laterais.
O peso desse acidente foi mais psicológico:
Pra quem conheçe, vinha de Mauá (rodoanel) sentido Sto Andre para pegar a Av do Estado. O acidente aconteceu um farol antes do Ragazzo, onde eu viraria pra pegar o viaduto e sair na Av do Estado. Faço esse caminho a muito tempo já.
Voltando: Eu estava na pista do meio, andando a cerca de 50km/h, à esquerda nada, à direita um ônibus. Vi, a uns 200m, esse farol fechando. Dei um toque no freio.
Daí já foi em camera lenta: o guidão virou pra direita, a moto saiu de baixo de mim e foi entrando debaixo do onibus, saindo faísca pra todo lado. Eu caí do lado da roda DIANTEIRA do onibus, bati meu antebraço na roda por reflexo pra me afastar do onibus e não parar debaixo da roda traseira (ainda escorregando).
Parecia um filme de ação.
A frente da moto colou na roda do ônibus, não sei como não destrui a frente completamente.
O motorista desceu do ônibus e perguntou se estava tudo certo, fiz que sim com a cabeça, levantei a moto com a ajuda de um motoboy e puxei pra calçada. Recolhi a bolha que ainda estava no meio da avenida.
Nessa hora, me veio uma felicidade tremenda ao realizar a merda que poderia ter acontecido ali. Foi por pouco, muito pouco, que não entrei debaixo da roda daquele ônibus. Provavelmente não estaria aqui.
Não sei o que tinha na pista. Acho que óleo.
Fazia mais de um ano e uns 20.000km que não tinha nem um tombo besta. Foi também meu primeiro tombo para a direita.
Isso aconteceu cerca de 5h da tarde.
Ainda fui até perto da 25 de Março buscar uns produtos e voltei pra casa pegando a Ayrton Senna as 6h da tarde com o farol queimado e muita chuva.
chegando em Taubaté, parei em um retorno e uma anta não me viu. Fui novamente ao chão, dessa vez parado. Já estava tão anestesiado que apenas levantei a moto e fui pra casa. Eu só queria chegar em casa. Só queria um banho quente, comida e cama (minha capa rasgou em Sto André e voltei tomando chuva na estrada).
Chegando em casa, sinceramente acho que nunca senti tanta felicidade, primeira por estar vivo, segunda por estar em casa.
Desculpem pelo mega texto, mas só precisava desabafar...
Eu não me machuquei nada, apenas um ralado bem leve na canela, a moto quebrou o farol e a carenagem do mesmo, fora os ralados nas laterais.
O peso desse acidente foi mais psicológico:
Pra quem conheçe, vinha de Mauá (rodoanel) sentido Sto Andre para pegar a Av do Estado. O acidente aconteceu um farol antes do Ragazzo, onde eu viraria pra pegar o viaduto e sair na Av do Estado. Faço esse caminho a muito tempo já.
Voltando: Eu estava na pista do meio, andando a cerca de 50km/h, à esquerda nada, à direita um ônibus. Vi, a uns 200m, esse farol fechando. Dei um toque no freio.
Daí já foi em camera lenta: o guidão virou pra direita, a moto saiu de baixo de mim e foi entrando debaixo do onibus, saindo faísca pra todo lado. Eu caí do lado da roda DIANTEIRA do onibus, bati meu antebraço na roda por reflexo pra me afastar do onibus e não parar debaixo da roda traseira (ainda escorregando).
Parecia um filme de ação.
A frente da moto colou na roda do ônibus, não sei como não destrui a frente completamente.
O motorista desceu do ônibus e perguntou se estava tudo certo, fiz que sim com a cabeça, levantei a moto com a ajuda de um motoboy e puxei pra calçada. Recolhi a bolha que ainda estava no meio da avenida.
Nessa hora, me veio uma felicidade tremenda ao realizar a merda que poderia ter acontecido ali. Foi por pouco, muito pouco, que não entrei debaixo da roda daquele ônibus. Provavelmente não estaria aqui.
Não sei o que tinha na pista. Acho que óleo.
Fazia mais de um ano e uns 20.000km que não tinha nem um tombo besta. Foi também meu primeiro tombo para a direita.
Isso aconteceu cerca de 5h da tarde.
Ainda fui até perto da 25 de Março buscar uns produtos e voltei pra casa pegando a Ayrton Senna as 6h da tarde com o farol queimado e muita chuva.
chegando em Taubaté, parei em um retorno e uma anta não me viu. Fui novamente ao chão, dessa vez parado. Já estava tão anestesiado que apenas levantei a moto e fui pra casa. Eu só queria chegar em casa. Só queria um banho quente, comida e cama (minha capa rasgou em Sto André e voltei tomando chuva na estrada).
Chegando em casa, sinceramente acho que nunca senti tanta felicidade, primeira por estar vivo, segunda por estar em casa.
Desculpem pelo mega texto, mas só precisava desabafar...
