Pra coleção - Super Mini Ténéré 250
Enviado: 03 Jan 2017, 14:51
Fazia tempo que estava querendo comprar uma segunda moto ou primeira pois dizem que Harley não é moto, mas voltando... tava querendo uma trail pra andar na cidade e fazer alguns passeios off na região. Eu queria a irmã mais robusta mas o dinheiro só deu pra essa mesmo.
Super Mini Teneré 2016 1.700km

Peguei ela na metade de dezembro em outra cidade e fiz 250 km pra casa.
ESTÉTICA: Muito bonita, porte de moto grande e vai ficar melhor ainda com o protetor de motor/carenagem com faróis de led que comprei da China. O marrom da 2016 é bem harmonioso com o estilo enduro e até a patroa que tinha odiado a azul acabou achando essa bonita.
*edit: a foto é do Natal, atualmente já está com os protetores.
SUSPENSÃO: Minha comparação direta é com a balsa e aí é covardia, vou nem comentar. Ficava entrando e saindo do acostamento pra sentir alguma pancada.
CICLÍSTICA: Leve, leve, leve. Pra manobrar fora da moto tem nem graça, pouco mais pesada que minha bicicleta Caloi. Nas curvas me pareceu estável sem se torcer toda como eu esperava.
MOTOR: Aqui foi a grata surpresa, a melhor coisa pra não se decepcionar é não criar expectativas e eu estava bem preparado para o motorzinho de dentista. Ledo engano, até que é espertinho e tem um torquezinho legal, claro que não empolga mas vai servir bem ao propósito para o qual foi adquirida. Engenheiros e sabichões me expliquem se é possível um motor mudar de comportamento em 100 km, não sei se foi efeito placebo ou o que mas senti mais solto na metade da viagem.
6.000 rpm = 90 km/h
6.500 rpm = 100 km/h
8.000 rpm = 120 km/h
Máxima foi 137 km/h numa descida a 9.000 rpm.
Lembrando que o arrasto desse corpinho de 110 kg não é pouca coisa.
O fato de manter 80~100 km/h com certa facilidade nos aclives foi a grande surpresa. Subi toda serra de Teutônia a 85 km/h em quinta. Vários outros aclives da BR386 a 100 km/h bem tranquilo.
Pra ultrapassagem tem que se ligar e calcular bem, tive que abortar uma delas mas aprendi a lição logo de primeira. Em quinta e última marcha retoma de 50/60 pra 90/100 km/h sem precisar baixar marcha, isso também foi surpresa.
Acredito que esse motor vai render um tiquinho mais pois está com apenas 2.200 km.
CONFORTO: aqui a balsa surra a Té sem dó nem piedade, eu confesso que achei que ia sofrer bem mais e teria que parar muitas vezes mas não, uma parada só. O banco não tem uma ergonomia legal e a espuma não ajuda. Já encomendei um do Pedrinho Bancos para garantir mais km nas viagens. Outra coisa que me surpreendeu foi a proteção aerodinâmica da pequena bolha, cumpre muito bem o papel sem gerar turbulência.
CONSUMO: Na estrada rodando entre 80 e 100 km/h fez 33, na cidade 25 e no uso misto 29.
CONCLUSÃO: Curti demais a motoca, vai atender super bem o intuito de ter uma opção pra andar na cidade, fazer off leve na região e principalmente conhecer a montanha agora em março.
Super Mini Teneré 2016 1.700km

Peguei ela na metade de dezembro em outra cidade e fiz 250 km pra casa.
ESTÉTICA: Muito bonita, porte de moto grande e vai ficar melhor ainda com o protetor de motor/carenagem com faróis de led que comprei da China. O marrom da 2016 é bem harmonioso com o estilo enduro e até a patroa que tinha odiado a azul acabou achando essa bonita.
*edit: a foto é do Natal, atualmente já está com os protetores.
SUSPENSÃO: Minha comparação direta é com a balsa e aí é covardia, vou nem comentar. Ficava entrando e saindo do acostamento pra sentir alguma pancada.
CICLÍSTICA: Leve, leve, leve. Pra manobrar fora da moto tem nem graça, pouco mais pesada que minha bicicleta Caloi. Nas curvas me pareceu estável sem se torcer toda como eu esperava.
MOTOR: Aqui foi a grata surpresa, a melhor coisa pra não se decepcionar é não criar expectativas e eu estava bem preparado para o motorzinho de dentista. Ledo engano, até que é espertinho e tem um torquezinho legal, claro que não empolga mas vai servir bem ao propósito para o qual foi adquirida. Engenheiros e sabichões me expliquem se é possível um motor mudar de comportamento em 100 km, não sei se foi efeito placebo ou o que mas senti mais solto na metade da viagem.
6.000 rpm = 90 km/h
6.500 rpm = 100 km/h
8.000 rpm = 120 km/h
Máxima foi 137 km/h numa descida a 9.000 rpm.
Lembrando que o arrasto desse corpinho de 110 kg não é pouca coisa.
O fato de manter 80~100 km/h com certa facilidade nos aclives foi a grande surpresa. Subi toda serra de Teutônia a 85 km/h em quinta. Vários outros aclives da BR386 a 100 km/h bem tranquilo.
Pra ultrapassagem tem que se ligar e calcular bem, tive que abortar uma delas mas aprendi a lição logo de primeira. Em quinta e última marcha retoma de 50/60 pra 90/100 km/h sem precisar baixar marcha, isso também foi surpresa.
Acredito que esse motor vai render um tiquinho mais pois está com apenas 2.200 km.
CONFORTO: aqui a balsa surra a Té sem dó nem piedade, eu confesso que achei que ia sofrer bem mais e teria que parar muitas vezes mas não, uma parada só. O banco não tem uma ergonomia legal e a espuma não ajuda. Já encomendei um do Pedrinho Bancos para garantir mais km nas viagens. Outra coisa que me surpreendeu foi a proteção aerodinâmica da pequena bolha, cumpre muito bem o papel sem gerar turbulência.
CONSUMO: Na estrada rodando entre 80 e 100 km/h fez 33, na cidade 25 e no uso misto 29.
CONCLUSÃO: Curti demais a motoca, vai atender super bem o intuito de ter uma opção pra andar na cidade, fazer off leve na região e principalmente conhecer a montanha agora em março.