Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
03/06/2011 - TEXTO: Arthur Caldeira / FOTOS: Divulgação e Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO / Fonte: iCarros
» Ver fotos maiores Apresentada no Salão de Milão de 2010, a Honda Crossrunner, que chega agora às concessionárias européias, é uma espécie de SUV (Sport Utility Vehicle) em duas rodas. Com a proposta de reunir o melhor de dois mundos, a nova Crossrunner pretende mesclar a atitude e a flexibilidade de uma naked com a posição de pilotagem ereta de uma moto aventureira. O resultado é uma moto bastante versátil: divertida para deslocamentos curtos e urbanos; e confortável para uma viagem mais longa, desde que seja pelo asfalto. No fundo nada de muito novo, afinal, trata-se um nicho já explorado por outras fábricas, como a Ducati com a Multistrada 1200 e a Triumph com sua Tiger 1050.
Mas a Honda recorreu a uma receita caseira, aproveitando “ingredientes” disponíveis em sua linha. Misturou praticamente tudo da consagrada sport-touring VFR 800 para garantir a vocação estradeira da nova Crossrunner, porém vestida em um novo visual. Do motor, passando pelo quadro, suspensões e até mesmo os freios, são semelhantes aos utilizados na VFR. Claro tudo adaptado para a proposta “cross-over”.
Variável
O propulsor tem quatro cilindros em “V” dispostos a 90°. Com exatos 782 cm³ de capacidade e refrigeração líquida, teve seu comando de válvulas variável (o famoso VTEC da Honda) reajustado para oferecer torque em baixos e médios regimes e potência em altos giros. Os números de desempenho confirmam isso são 100 cavalos de potência máxima a 10.000 rpm e torque máximo de 7,4 kgf.m a 9.500 rpm. Porém a Honda garante que o moderno sistema VTEC funciona de forma a deixar disponível grande parte desta “força’ já a partir de 3.000 rotações.
Equipada ainda com embreagem multidisco em banho de óleo, a Crossrunner tem câmbio de seis marchas, com a última servindo como uma espécie de “over-drive”, ou seja, que permite manter a mesma velocidade com o motor girando menos. Ou seja, menos vibração e mais conforto para viagens. A transmissão final é feita por corrente.
Ciclística esportiva
O quadro também deriva da VFR: dupla trave superior construída em alumínio. A idéia é garantir assim mais estabilidade em altas velocidades e maior rigidez lateral reforçando a proposta cross-over da Crossrunner, daí seu nome.
A geometria das suspensões foi alterada, mas o garfo telescópico dianteiro tem especificações de uma sport-touring: 43 mm de diâmetro, porém com 120 mm de curso. Na traseira, um monoamortecedor com reservatório de gás com 119 mm de curso. Ambos ajustáveis.
Os freios, equipados com Combined-ABS, freios dianteiro e traseiro combinados com sistema antitravamento, também são dignos de motos esportivas. Tem disco duplo na dianteira com pinças de três pistões; e disco simples com pinça de dois pistões na traseira.
Conforto
Para proporcionar uma experiência diferenciada, a Honda equipou a Crossrunner com um largo guidão, no melhor estilo das big-trails. Proporcionando assim uma posição de pilotagem ereta, ainda que as pernas fiquem mais flexionadas como nas sport-touring.
Não se esquecendo da proteção aerodinâmica do piloto. Segundo a Honda, a Crossrunner passou por muitas horas de estudo em túneis de vento para que a pequena carenagem fosse mais eficiente e também para que o ar não causasse instabilidade na moto em altas velocidades.
Pensando no conforto, a Crossrunner traz ainda um banco largo e em dois níveis para que as viagens com garupa sejam mais confortáveis.
Para reforçar essa alma estradeira do novo modelo, a Honda oferece uma vasta gama de acessórios focados no mototurismo: desde um parabrisa maior, manoplas aquecidas e um completo jogo de malas laterais e top-case.
Com um desenho ousado, a Crossrunner marca a entrada da fábrica japonesa no segmento de motos “mistas”. Disponível na Europa, desde maio, a Crossrunner tem três opções de cores: branca, vermelha e preta.
Na Inglaterra, o preço sugerido é a partir de £ 9.075, cerca de R$ 24.000.
E, levando-se em consideração, o tempo que a Transalp XL700V demorou a desembarcar no Brasil, podemos afirmar que não há previsão de que a Crossrunner seja comercializada por aqui.
» Ver fotos maiores Apresentada no Salão de Milão de 2010, a Honda Crossrunner, que chega agora às concessionárias européias, é uma espécie de SUV (Sport Utility Vehicle) em duas rodas. Com a proposta de reunir o melhor de dois mundos, a nova Crossrunner pretende mesclar a atitude e a flexibilidade de uma naked com a posição de pilotagem ereta de uma moto aventureira. O resultado é uma moto bastante versátil: divertida para deslocamentos curtos e urbanos; e confortável para uma viagem mais longa, desde que seja pelo asfalto. No fundo nada de muito novo, afinal, trata-se um nicho já explorado por outras fábricas, como a Ducati com a Multistrada 1200 e a Triumph com sua Tiger 1050.
Mas a Honda recorreu a uma receita caseira, aproveitando “ingredientes” disponíveis em sua linha. Misturou praticamente tudo da consagrada sport-touring VFR 800 para garantir a vocação estradeira da nova Crossrunner, porém vestida em um novo visual. Do motor, passando pelo quadro, suspensões e até mesmo os freios, são semelhantes aos utilizados na VFR. Claro tudo adaptado para a proposta “cross-over”.
Variável
O propulsor tem quatro cilindros em “V” dispostos a 90°. Com exatos 782 cm³ de capacidade e refrigeração líquida, teve seu comando de válvulas variável (o famoso VTEC da Honda) reajustado para oferecer torque em baixos e médios regimes e potência em altos giros. Os números de desempenho confirmam isso são 100 cavalos de potência máxima a 10.000 rpm e torque máximo de 7,4 kgf.m a 9.500 rpm. Porém a Honda garante que o moderno sistema VTEC funciona de forma a deixar disponível grande parte desta “força’ já a partir de 3.000 rotações.
Equipada ainda com embreagem multidisco em banho de óleo, a Crossrunner tem câmbio de seis marchas, com a última servindo como uma espécie de “over-drive”, ou seja, que permite manter a mesma velocidade com o motor girando menos. Ou seja, menos vibração e mais conforto para viagens. A transmissão final é feita por corrente.
Ciclística esportiva
O quadro também deriva da VFR: dupla trave superior construída em alumínio. A idéia é garantir assim mais estabilidade em altas velocidades e maior rigidez lateral reforçando a proposta cross-over da Crossrunner, daí seu nome.
A geometria das suspensões foi alterada, mas o garfo telescópico dianteiro tem especificações de uma sport-touring: 43 mm de diâmetro, porém com 120 mm de curso. Na traseira, um monoamortecedor com reservatório de gás com 119 mm de curso. Ambos ajustáveis.
Os freios, equipados com Combined-ABS, freios dianteiro e traseiro combinados com sistema antitravamento, também são dignos de motos esportivas. Tem disco duplo na dianteira com pinças de três pistões; e disco simples com pinça de dois pistões na traseira.
Conforto
Para proporcionar uma experiência diferenciada, a Honda equipou a Crossrunner com um largo guidão, no melhor estilo das big-trails. Proporcionando assim uma posição de pilotagem ereta, ainda que as pernas fiquem mais flexionadas como nas sport-touring.
Não se esquecendo da proteção aerodinâmica do piloto. Segundo a Honda, a Crossrunner passou por muitas horas de estudo em túneis de vento para que a pequena carenagem fosse mais eficiente e também para que o ar não causasse instabilidade na moto em altas velocidades.
Pensando no conforto, a Crossrunner traz ainda um banco largo e em dois níveis para que as viagens com garupa sejam mais confortáveis.
Para reforçar essa alma estradeira do novo modelo, a Honda oferece uma vasta gama de acessórios focados no mototurismo: desde um parabrisa maior, manoplas aquecidas e um completo jogo de malas laterais e top-case.
Com um desenho ousado, a Crossrunner marca a entrada da fábrica japonesa no segmento de motos “mistas”. Disponível na Europa, desde maio, a Crossrunner tem três opções de cores: branca, vermelha e preta.
Na Inglaterra, o preço sugerido é a partir de £ 9.075, cerca de R$ 24.000.
E, levando-se em consideração, o tempo que a Transalp XL700V demorou a desembarcar no Brasil, podemos afirmar que não há previsão de que a Crossrunner seja comercializada por aqui.
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Tamanho é documento no Soft 50cc
03/06/2011 - TEXTO: André Jordão / FOTOS: Doni Castilho (Infomoto) / Fonte: iCarros
» Ver fotos maiores Há pouco mais de dois meses, a Kasinski lançou o Soft 50 em Fortaleza (CE). Classificado como ciclomotor, por ter motor com no máximo 49 cm³ de capacidade e não ultrapassar os 50 km/h, o modelo com cara de CUB chegou ao mercado como uma opção para quem quer fugir do transporte público. Com preço sugerido de R$ 3.490, traz ainda bauleto de série e um capacete grátis.
Mas será que a vale a pena comprar um ciclomotor? Foi com essa dúvida que pegamos o pequeno Soft para realizar um teste. Devido a suas limitações, nenhum traçado específico foi escolhido, apenas realizamos nossa rotina a bordo do Soft 50 para confirmar se o pequeno ciclomotor nos ajudaria a economizar tempo e dinheiro.
Não foi à toa, que o lançamento do Soft 50 foi no Nordeste. Lá e na região Norte, os ciclomotores são uma alternativa interessante para se locomover nas cidades pequenas que, muitas vezes, não contam com transporte público. Mas em São Paulo as regras são um pouco diferentes. Qualquer via de grande porte da metrópole tem velocidade máxima superior à velocidade que o Soft 50 atinge – na via expressa da Marginal do Rio Pinheiros, por exemplo, o limite é 90 km/h. Com isso, chega a ser perigoso circular com o Soft 50 em Sampa.
Motor
Ônibus, caminhões e até scooters ultrapassam o cinquentinha como se fossem veículos velozes. Também seu desempenho é pífio: o motor monocilíndrico produz apenas 4 cv de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo é de míseros 0,35 kgf.m a 7.500 rpm. Tudo dentro de sua proposta – afinal, se os números fossem melhores o Soft 50 não seria um ciclomotor. Por isso, o jeito é permanecer na faixa direita da pista e ficar atento ao retrovisor.
Por outro lado o consumo é impressionante e o usuário do Soft 50 com certeza gastará menos com gasolina do que com bilhetes de metrô. Ele chegou a fazer 48 km/l, o que concede uma autonomia de 168 quilômetros com seu tanque de 3,5 litros. Econômico, mesmo ainda sendo aloimentado por carburador.
Aliás, no frio outono paulistano isso se torna um problema. Perdi 15 minutos todas as manhãs antes de sair de casa, esperando que o motor do Soft 50 atingisse uma temperatura ideal de funcionamento. Todavia, o câmbio semiautomático, sem embreagem, facilita a vida do piloto em movimento.
Mas a grande questão é se o Soft 50 me ajudaria a ganhar tempo e economizar dinheiro? Sim. Gastei R$ 7,00 para completar o tanque e rodei por quatro dias – se fizesse o mesmo percurso de metrô, gastaria R$ 11,60 por dia. Com paciência e respeitando os limites do próprio Soft 50, pude realizar todas as minhas atividades em diferentes pontos da capital. Mesmo que tenha sido obrigado a “pedalar” em algumas subidas mais íngremes, já que o ciclomotor não tinha força suficiente para “carregar” meus 90 kg morro acima.
Design e ergonomia
Muito parecido com uma CUB Win 110, o design do Soft 50 agrada. Com bauleto de fábrica, este ciclomotor tem um visual moderno e condizente com a sua proposta. A posição de pilotagem é confortável e não cansa o piloto, principalmente por ter um guidão estreito, que lhe credencia a entrar em qualquer corredor.
Freios e suspensões também atendem às necessidades do Soft. Como a velocidade é muito baixa, no máximo 45 km/h, buracos são facilmente evitados e uma freada brusca é improvável, então os tambores em ambas as rodas e o conjunto de suspensões — garfo telescópico convencional, na dianteira, e bichoque, na traseira — estão de acordo com sua proposta urbana.
Já o perfil do pneu dianteiro poderia ser revisto pela montadora. Lembra os utilizados nas motos de 125cc da década de 70. Em pisos irregulares, o pneu compromete a dirigibilidade e a estabilidade do Soft 50.
O painel de instrumentos está equipado com marcador de combustível e indicador de marchas. O Kasinski Soft 50 ainda tem partida elétrica e a pedal e está disponível nas cores vermelha e preta. O ciclomotor da Kasinski começou a ser comercializado em fevereiro e tem preço público sugerido de R$ 3.490.
Conclusão
Respondendo à questão inicial, se vale a pena adquirir um Soft 50. A resposta é: depende. Conversei com muitas pessoas em pontos de ônibus e metrôs de São Paulo e a opinião é unânime: entre depender de um transporte público diariamente e ter um veículo que, mesmo com lentidão, lhe permita realizar a rotina com mais autonomia, todos optaram pela liberdade. Além da economia de tempo e dinheiro, o motociclista também tem que avaliar o percurso em que usará o Soft 50.
Para quem vive em uma cidade pequena e plana, o ciclomotor da Kasinski é uma alternativa interessante. Mesmo para o paulistano mais “pilhado” um ciclomotor pode adiantar o dia a dia, basta que os caminhos sejam pensados e rotas alternativas passem a fazer parte do seu itinerário.
Agora, se for trafegar por grandes avenidas com diversos veículos grandes e apressados, economize um pouco e opte por uma opção mais segura para sua locomoção diária. Pois neste caso, tamanho é documento!
Ciclomotor não é moto
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, ciclomotor é um veículo de duas ou três rodas, com motor de combustão interna, cuja capacidade cúbica não ultrapasse 50 cm³ e a velocidade final não exceda os 50 quilômetros por hora. Para conduzir um ciclomotor, o piloto deve ter Carteira Nacional de Habilitação ou uma Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), e ter no mínimo 18 anos. Isso porque, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), “o condutor precisa ser penalmente imputável perante a lei”. Ou seja, estar apto a responder a justiça por tudo que for de responsabilidade dele.
“Para a condução de qualquer veículo automotor é exigido que o condutor tenha 18 anos”, reforça Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor de duas rodas. A habilitação precisa ser da categoria A, que autoriza o piloto a conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores. Todavia, a legislação abre uma exceção aos ciclomotores. “No caso específico do ciclomotor, o condutor deve se submeter a um exame para obtenção do ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotores”, completa Moacyr.
Ficha Técnica
Kasinski Soft 50
Motor Quatro tempos, monocilíndrico, arrefecido a ar
Capacidade cúbica 49,5 cm³
Diâmetro x curso 39 x 41,4 mm
Potência máxima 4 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 0,35 kgf.m a 7.500 rpm
Câmbio semiautomático de quatro velocidades
Transmissão final Corrente
Alimentação Carburador PZ 14
Partida Elétrica e pedal
Suspensão Dianteira Telescópica Convencional
Suspensão Traseira Balança bichoque
Freio Dianteiro Tambor
Freio Traseiro Tambor
Pneus 2.50 /17 (diant.)/ 2.75/17 (tras.)
Comprimento 1.920 mm
Largura 680 mm
Altura 1.060 mm
Distância entre-eixos 1.230 mm
Distância do solo 120 mm
Peso a Seco 90 kg
Tanque de combustível 3,5 litros
Cores Vermelha e preta
Preço sugerido R$ 3.490,00
Motos Nova Honda Crossrunner é SUV das motos: Mesclando ciclística esportiva e motor V4 de 800 cc, modelo lançado na Europa marca estréia da fábrica no segmento cross-over
Top 10: motos custom para rodar com estilo: Selecionamos dez modelos do segmento custom para você incorporar o espírito Easy Rider
Começam os treinos na Ilha de Man: Pilotos já estão treinando para a mais famosa prova de motovelocidade do mundo: a Tourist Trophy da Ilha britânica
Nate Adams domina X-Fighters em Brasília: Bicampeão, piloto norte-americano venceu etapa da prova realizada na capital federal com uma Honda CRF 450
Últimas Nova Honda Crossrunner é SUV das motos: Mesclando ciclística esportiva e motor V4 de 800 cc, modelo lançado na Europa marca estréia da fábrica no segmento cross-over
Tamanho é documento no Soft 50cc: Ciclomotor Kasinski Soft 50cc é fácil de pilotar e econômico, mas não passa dos 50 km/h
Começam os treinos na Ilha de Man: Pilotos já estão treinando para a mais famosa prova de motovelocidade do mundo: a Tourist Trophy da Ilha britânica
Nate Adams domina X-Fighters em Brasília: Bicampeão, piloto norte-americano venceu etapa da prova realizada na capital federal com uma Honda CRF 450
ZIG+ 2011 chega com apelo esportivo e conforto: Nova versão da CUB da Dafra traz mudanças estéticas e recalibração da suspensão querendo amplicar base da marca
Tecnologia da BMW quer evitar colisões: Chamado de “Turn-Left Assistant” , sistema evita que motoristas cruzem na frente de motocicletas
Honda lança pequena esportiva CBR 250R na Europa: Segmento esportivo de baixa cilindrada, dominado pela Kawasaki Ninja 250R atrai pequena CBR
KTM EXC-F 350 agrada trilheiros e pilotos: Rodamos com a versão para trilha e enduro da moto campeã do mundo de motocross. Fácil de pilotar como uma 250cc e quase tão potente quanto uma 450cc
KTM lança linha Enduro 2012 na Itália: Novos modelos trazem chassi inédito, suspensões melhoradas e motores atualizados
Honda lança novo scooter na Europa: Voltado para uso urbano, Vision 110 tem motor de um cilindro e 8,5 cv que chega a rodas mais de 250 km com um tanque
BMW comemora 2 milhões de motos produzidas: Marca fábrica modelos na capital alemã desde 1969; moto que atingiu a sigla foi uma R 1200 GS
Ducati vai montar motocicletas em Manaus (AM), rev: Gabriele Del Torchio, CEO da marca italiana, revela os planos para o Brasil e espera ver Valentino Rossi campeão do mundo em 2012
Nova MV Agusta F4 RR traz motor de 201 cv: Com o propósito de ser mais rápida, superesportiva italiana ganha novo motor de quatro cilindros em linha mais potente
Honda VFR 1200F chega para ditar tendência: Nova sport-touring japonesa inova com câmbio automático e sistema de dupla embreagem, custa menos que sua principal concorrente e deixa outras marcas para trás
Top 10: As motos mais caras do Brasil: Conheça as 10 motos que são tão valiosas e desejadas, ou até mais, que qualquer carro
Segmento de duas rodas apresenta crescimento suste: Mercado de motocicletas registra leve queda em todos as categorias de veículos no mês de abril
Linha off-road 2012 da Honda está mais “esperta”: CRF 450R e CRF 250R recebem melhorias no motor e suspensões para continuar levantando poeira nas competições
Yamaha XT1200Z faz jus ao sobrenome Super Ténéré: Com a nova geração da big-trail rodamos 1.400 km por rodovias bem pavimentadas, estradas sinuosas e caminhos de terra.
CR Zongshen fabricará motos para rede varejista: A parceria entre a montadora sino-brasileira e a holding Máquina de Vendas terá como fruto uma nova marca
Na moda da moto: Fabricantes estão criando luvas, jaquetas e até capacetes para combinar com modelos específicos de motos
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Mas será que a vale a pena comprar um ciclomotor? Foi com essa dúvida que pegamos o pequeno Soft para realizar um teste. Devido a suas limitações, nenhum traçado específico foi escolhido, apenas realizamos nossa rotina a bordo do Soft 50 para confirmar se o pequeno ciclomotor nos ajudaria a economizar tempo e dinheiro.
Não foi à toa, que o lançamento do Soft 50 foi no Nordeste. Lá e na região Norte, os ciclomotores são uma alternativa interessante para se locomover nas cidades pequenas que, muitas vezes, não contam com transporte público. Mas em São Paulo as regras são um pouco diferentes. Qualquer via de grande porte da metrópole tem velocidade máxima superior à velocidade que o Soft 50 atinge – na via expressa da Marginal do Rio Pinheiros, por exemplo, o limite é 90 km/h. Com isso, chega a ser perigoso circular com o Soft 50 em Sampa.
Motor
Ônibus, caminhões e até scooters ultrapassam o cinquentinha como se fossem veículos velozes. Também seu desempenho é pífio: o motor monocilíndrico produz apenas 4 cv de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo é de míseros 0,35 kgf.m a 7.500 rpm. Tudo dentro de sua proposta – afinal, se os números fossem melhores o Soft 50 não seria um ciclomotor. Por isso, o jeito é permanecer na faixa direita da pista e ficar atento ao retrovisor.
Por outro lado o consumo é impressionante e o usuário do Soft 50 com certeza gastará menos com gasolina do que com bilhetes de metrô. Ele chegou a fazer 48 km/l, o que concede uma autonomia de 168 quilômetros com seu tanque de 3,5 litros. Econômico, mesmo ainda sendo aloimentado por carburador.
Aliás, no frio outono paulistano isso se torna um problema. Perdi 15 minutos todas as manhãs antes de sair de casa, esperando que o motor do Soft 50 atingisse uma temperatura ideal de funcionamento. Todavia, o câmbio semiautomático, sem embreagem, facilita a vida do piloto em movimento.
Mas a grande questão é se o Soft 50 me ajudaria a ganhar tempo e economizar dinheiro? Sim. Gastei R$ 7,00 para completar o tanque e rodei por quatro dias – se fizesse o mesmo percurso de metrô, gastaria R$ 11,60 por dia. Com paciência e respeitando os limites do próprio Soft 50, pude realizar todas as minhas atividades em diferentes pontos da capital. Mesmo que tenha sido obrigado a “pedalar” em algumas subidas mais íngremes, já que o ciclomotor não tinha força suficiente para “carregar” meus 90 kg morro acima.
Design e ergonomia
Muito parecido com uma CUB Win 110, o design do Soft 50 agrada. Com bauleto de fábrica, este ciclomotor tem um visual moderno e condizente com a sua proposta. A posição de pilotagem é confortável e não cansa o piloto, principalmente por ter um guidão estreito, que lhe credencia a entrar em qualquer corredor.
Freios e suspensões também atendem às necessidades do Soft. Como a velocidade é muito baixa, no máximo 45 km/h, buracos são facilmente evitados e uma freada brusca é improvável, então os tambores em ambas as rodas e o conjunto de suspensões — garfo telescópico convencional, na dianteira, e bichoque, na traseira — estão de acordo com sua proposta urbana.
Já o perfil do pneu dianteiro poderia ser revisto pela montadora. Lembra os utilizados nas motos de 125cc da década de 70. Em pisos irregulares, o pneu compromete a dirigibilidade e a estabilidade do Soft 50.
O painel de instrumentos está equipado com marcador de combustível e indicador de marchas. O Kasinski Soft 50 ainda tem partida elétrica e a pedal e está disponível nas cores vermelha e preta. O ciclomotor da Kasinski começou a ser comercializado em fevereiro e tem preço público sugerido de R$ 3.490.
Conclusão
Respondendo à questão inicial, se vale a pena adquirir um Soft 50. A resposta é: depende. Conversei com muitas pessoas em pontos de ônibus e metrôs de São Paulo e a opinião é unânime: entre depender de um transporte público diariamente e ter um veículo que, mesmo com lentidão, lhe permita realizar a rotina com mais autonomia, todos optaram pela liberdade. Além da economia de tempo e dinheiro, o motociclista também tem que avaliar o percurso em que usará o Soft 50.
Para quem vive em uma cidade pequena e plana, o ciclomotor da Kasinski é uma alternativa interessante. Mesmo para o paulistano mais “pilhado” um ciclomotor pode adiantar o dia a dia, basta que os caminhos sejam pensados e rotas alternativas passem a fazer parte do seu itinerário.
Agora, se for trafegar por grandes avenidas com diversos veículos grandes e apressados, economize um pouco e opte por uma opção mais segura para sua locomoção diária. Pois neste caso, tamanho é documento!
Ciclomotor não é moto
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, ciclomotor é um veículo de duas ou três rodas, com motor de combustão interna, cuja capacidade cúbica não ultrapasse 50 cm³ e a velocidade final não exceda os 50 quilômetros por hora. Para conduzir um ciclomotor, o piloto deve ter Carteira Nacional de Habilitação ou uma Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), e ter no mínimo 18 anos. Isso porque, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), “o condutor precisa ser penalmente imputável perante a lei”. Ou seja, estar apto a responder a justiça por tudo que for de responsabilidade dele.
“Para a condução de qualquer veículo automotor é exigido que o condutor tenha 18 anos”, reforça Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Abraciclo, associação dos fabricantes do setor de duas rodas. A habilitação precisa ser da categoria A, que autoriza o piloto a conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores. Todavia, a legislação abre uma exceção aos ciclomotores. “No caso específico do ciclomotor, o condutor deve se submeter a um exame para obtenção do ACC – Autorização para Conduzir Ciclomotores”, completa Moacyr.
Ficha Técnica
Kasinski Soft 50
Motor Quatro tempos, monocilíndrico, arrefecido a ar
Capacidade cúbica 49,5 cm³
Diâmetro x curso 39 x 41,4 mm
Potência máxima 4 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 0,35 kgf.m a 7.500 rpm
Câmbio semiautomático de quatro velocidades
Transmissão final Corrente
Alimentação Carburador PZ 14
Partida Elétrica e pedal
Suspensão Dianteira Telescópica Convencional
Suspensão Traseira Balança bichoque
Freio Dianteiro Tambor
Freio Traseiro Tambor
Pneus 2.50 /17 (diant.)/ 2.75/17 (tras.)
Comprimento 1.920 mm
Largura 680 mm
Altura 1.060 mm
Distância entre-eixos 1.230 mm
Distância do solo 120 mm
Peso a Seco 90 kg
Tanque de combustível 3,5 litros
Cores Vermelha e preta
Preço sugerido R$ 3.490,00
Motos Nova Honda Crossrunner é SUV das motos: Mesclando ciclística esportiva e motor V4 de 800 cc, modelo lançado na Europa marca estréia da fábrica no segmento cross-over
Top 10: motos custom para rodar com estilo: Selecionamos dez modelos do segmento custom para você incorporar o espírito Easy Rider
Começam os treinos na Ilha de Man: Pilotos já estão treinando para a mais famosa prova de motovelocidade do mundo: a Tourist Trophy da Ilha britânica
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Últimas Nova Honda Crossrunner é SUV das motos: Mesclando ciclística esportiva e motor V4 de 800 cc, modelo lançado na Europa marca estréia da fábrica no segmento cross-over
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Começam os treinos na Ilha de Man: Pilotos já estão treinando para a mais famosa prova de motovelocidade do mundo: a Tourist Trophy da Ilha britânica
Nate Adams domina X-Fighters em Brasília: Bicampeão, piloto norte-americano venceu etapa da prova realizada na capital federal com uma Honda CRF 450
ZIG+ 2011 chega com apelo esportivo e conforto: Nova versão da CUB da Dafra traz mudanças estéticas e recalibração da suspensão querendo amplicar base da marca
Tecnologia da BMW quer evitar colisões: Chamado de “Turn-Left Assistant” , sistema evita que motoristas cruzem na frente de motocicletas
Honda lança pequena esportiva CBR 250R na Europa: Segmento esportivo de baixa cilindrada, dominado pela Kawasaki Ninja 250R atrai pequena CBR
KTM EXC-F 350 agrada trilheiros e pilotos: Rodamos com a versão para trilha e enduro da moto campeã do mundo de motocross. Fácil de pilotar como uma 250cc e quase tão potente quanto uma 450cc
KTM lança linha Enduro 2012 na Itália: Novos modelos trazem chassi inédito, suspensões melhoradas e motores atualizados
Honda lança novo scooter na Europa: Voltado para uso urbano, Vision 110 tem motor de um cilindro e 8,5 cv que chega a rodas mais de 250 km com um tanque
BMW comemora 2 milhões de motos produzidas: Marca fábrica modelos na capital alemã desde 1969; moto que atingiu a sigla foi uma R 1200 GS
Ducati vai montar motocicletas em Manaus (AM), rev: Gabriele Del Torchio, CEO da marca italiana, revela os planos para o Brasil e espera ver Valentino Rossi campeão do mundo em 2012
Nova MV Agusta F4 RR traz motor de 201 cv: Com o propósito de ser mais rápida, superesportiva italiana ganha novo motor de quatro cilindros em linha mais potente
Honda VFR 1200F chega para ditar tendência: Nova sport-touring japonesa inova com câmbio automático e sistema de dupla embreagem, custa menos que sua principal concorrente e deixa outras marcas para trás
Top 10: As motos mais caras do Brasil: Conheça as 10 motos que são tão valiosas e desejadas, ou até mais, que qualquer carro
Segmento de duas rodas apresenta crescimento suste: Mercado de motocicletas registra leve queda em todos as categorias de veículos no mês de abril
Linha off-road 2012 da Honda está mais “esperta”: CRF 450R e CRF 250R recebem melhorias no motor e suspensões para continuar levantando poeira nas competições
Yamaha XT1200Z faz jus ao sobrenome Super Ténéré: Com a nova geração da big-trail rodamos 1.400 km por rodovias bem pavimentadas, estradas sinuosas e caminhos de terra.
CR Zongshen fabricará motos para rede varejista: A parceria entre a montadora sino-brasileira e a holding Máquina de Vendas terá como fruto uma nova marca
Na moda da moto: Fabricantes estão criando luvas, jaquetas e até capacetes para combinar com modelos específicos de motos
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Ajudando o novo colega:

A fonte pra quem quiser ver mais fotos: http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/06 ... motos.jhtm
.

A fonte pra quem quiser ver mais fotos: http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/06 ... motos.jhtm
.
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Eu sempre achei lindo o farol da Falcon. 
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
De frente é bonita! De lado é horrível!
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Hehe, e uma falcon carenada!speed escreveu:Eu sempre achei lindo o farol da Falcon.
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FredNit
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Hehehehe...RMD escreveu:Hehe, e uma falcon carenada!speed escreveu:Eu sempre achei lindo o farol da Falcon.
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Essa é a tal da codorna bombada??? 
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FredNit
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Exato!
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Sou o único que acha que essa moto tem um aspecto extremamente "gordo"?
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Eu gostei, fico imaginando ela nas estradas, deve ser tudo de bom... 
Suzuki RV 90,Yamaha RS 125,Honda ML125,Yamaha DT 180, Agrale 16.5/27.5 Elefantre/27.5,XL250 R, Honda 450 DX, Yamaha RD 350 LC, Honda Hornet e New Hornet, Kawasaki Z 1000, Suzuki DRZ 400 E
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EU FUI, E SOBREVIVI, FOI BOM DEMAISRe: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Não tem como ser magra e ter proteção aerodinamica boa.stcowboy escreveu:Sou o único que acha que essa moto tem um aspecto extremamente "gordo"?
-Sem moto nenhuma
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FredNit
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
comportamento na estrada deve ser bão, mas que é muito esquisita ela é
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Bira
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
por isso é um suv de duas rodas.stcowboy escreveu:Sou o único que acha que essa moto tem um aspecto extremamente "gordo"?
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Bira escreveu:por isso é um suv de duas rodas.stcowboy escreveu:Sou o único que acha que essa moto tem um aspecto extremamente "gordo"?banheira! kkkkk
Não é banheira não, uma dos melhores motores da Honda, este V4 é amado na Europa, principalmente pelas pessoas que de fato gostam de longas travessias sobre duas rodas, potente, torcudo e econômico.
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EU FUI, E SOBREVIVI, FOI BOM DEMAISRe: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Eu particularmente gostei!!
SUV ou cabine-dupla etc.......pra mim não tem igual, não se escolhe caminho, não se preocupa com lombada, nem com buracos.
Só vai.
Sdds
SUV ou cabine-dupla etc.......pra mim não tem igual, não se escolhe caminho, não se preocupa com lombada, nem com buracos.
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CBR 450sr-século passado
NX400 Falcon-07/08, B65S-08/09
Já é passado.......Zoiúda: F800gs 12/13.
Atual........ V-Strom 1000, 2015
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Bira
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
pronto, completou a analogia.chalbuque escreveu:Eu particularmente gostei!!
SUV ou cabine-dupla etc.......pra mim não tem igual, não se escolhe caminho, não se preocupa com lombada, nem com buracos.
Só vai.
Sdds
a Crossrunner realmente é o SUV das motos. Serve pra tudo isso aí, mas a maioria dos proprietários vai comprar só pra passear no encontro de motos no sabado de manhã e levar pão pra casa depois.
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Taí um desafio para os fabricantes...SPYder escreveu:Não tem como ser magra e ter proteção aerodinamica boa.stcowboy escreveu:Sou o único que acha que essa moto tem um aspecto extremamente "gordo"?
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Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos


.:TE VEJO NO INFERNO:.
Não deslogue agora, sua opinião receberá a importância que você merece.
Re: Nova Honda Crossrunner é SUV das motos
Eu sou mais um que gostou da moto. Não vi ao vivo ainda, mas pelos 12.500 € tô fora.
En realidad, prefiero la ciencia a la religión. Si me dan a escoger entre Dios y el aire acondicionado, me quedo con el aire.
Woody Allen
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