MotoGP 2016
Re: MotoGP 2016
Mais um seguidor da seita do Sucatão aquiKokimoto escreveu:Ano que vem é seita do sucatão!
JL que eu lembre, junto com Stoner e Medrosa, nunca vi eles darem uma de sujão(igual aquele, sabe, aquele, esse mesmo)
...

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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo fora da Yamaha
Acho que no início da carreira no GP, ele era meio "impetuoso", mas faz vários anos que joga muito limpo mesmo.
Mas me preocupa o Lorenzo na Ducati. Tenho a impressão que o estilo dele, de pilotar com super precisão, pede uma moto muito bem equilibrada, o que não parece ser o caso da Ducati. De qualquer forma, vou torcer!
Mas me preocupa o Lorenzo na Ducati. Tenho a impressão que o estilo dele, de pilotar com super precisão, pede uma moto muito bem equilibrada, o que não parece ser o caso da Ducati. De qualquer forma, vou torcer!
Re: MotoGP 2016 - Lorenzo fora da Yamaha
Será que veremos JL tirando fumaça dos pneus nas curvas?
Ou vai aparecer uma nova Ducati que anda nos trilhos...
Ou vai aparecer uma nova Ducati que anda nos trilhos...
Abs,
Toda Sorte!
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Toda Sorte!
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo fora da Yamaha
Mas isso eu já escuto aqui no MAD das paquitas a anosRômulo escreveu: Ou vai aparecer uma nova Ducati que anda nos trilhos...
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo fora da Yamaha
A isso sim, era sangue nos óio, mas não lembro, veja bem, eu não LEMBROKokimoto escreveu:Acho que no início da carreira no GP, ele era meio "impetuoso", mas faz vários anos que joga muito limpo mesmo. !
...

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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Ainda repercutindo a mudança de equipe do Chorencito:
Confirmed: Lorenzo makes Ducati switch for 2017
Published: Yesterday 15:30
As reported by MCN weeks ago, reigning MotoGP world champion Jorge Lorenzo will make the switch from Yamaha to Ducati for the 2017 and 2018 MotoGP seasons.
The news was confirmed this afternoon only minutes after Yamaha first announced that the Spaniard would not be remaining with them.
Rumours had circulated for week that Ducati had prepared a highly lucrative offer for the Spaniard, backed by the combined finances of long-time sponsor tobacco giant Phillip Morris and of owners Audi, both of whom are keen to see the team return to winning races and championships.
The reigning world champion has signed a two-year deal with the Italian factory.
Lorenzo’s first outing on the Desmosedici GP bike is likely to be at the Valencian test immediately after the final round of the series in November - but he may remain blocked from discussing it until January and the New Year.
http://www.motorcyclenews.com/sport/mot ... -for-2017/
What next for Yamaha?
Published: Yesterday 15:30
With the news that reigning MotoGP world champion Jorge Lorenzo will move to Ducati for the 2017 season, one big question mark that remains to be answered in the aftermath of the move is who exactly shall step in to take over from him at Yamaha.
But, with many pieces of the puzzle able to be popped into place, it’s possible to at least work out a shortlist for the role.
One key component is finances. With title sponsor Movistar set to remain with the team, it looks almost certain that a Spanish rider would be favoured to replace Lorenzo.
The team will also be after someone young and full of promise; someone they can use to build an order of succession for the aftermath of Rossi’s almost-inevitable departure in two years time.
And the perfect candidate already exists in the form of Suzuki rider Maverick Viñales. Tipped by Rossi himself as the next big thing, the young Spaniard is still far from the finished article – but even then has shown that he has the pace to run at podium pace.
Placed into the Yamaha squad under the nurturing of experienced bosses Lin Jarvis and Massimo Meregalli, and with the watchful eye of Rossi looking over him, it would be the perfect place for Viñales to mature into a bona fide MotoGP alien.
http://www.motorcyclenews.com/sport/mot ... or-yamaha/
18/04/2016 14:56
Diretor-esportivo da Ducati fala em interesse antigo em Lorenzo e revela: “Não foi difícil convencê-lo”
Diretor-esportivo da Ducati, Paolo Ciabatti foi o primeiro a falar sobre a chegada de Jorge Lorenzo a Borgo Panigale. Dirigente reconheceu que a contratação do espanhol era um sonho antigo do time e afirmou que não foi difícil seduzir o tricampeão da MotoGP
WARM UP
Redação GP, de São Paulo
Horas após a Ducati anunciar a contratação de Jorge Lorenzo para as temporadas 2017 e 2018 da MotoGP, Paolo Ciabatti quebrou o silêncio sobre a chegada do espanhol. Em entrevista à emissora italiana Sky Sport24, o diretor-esportivo do time de Borgo Panigale admitiu que contar com o tricampeão da classe rainha era um sonho antigo.
De acordo com Ciabatti, a melhora na performance da Desmosedici foi fundamental para atrair o piloto de Palma de Maiorca. Na visão do dirigente, entretanto, não foi difícil convencer Jorge a abandonar a Yamaha.
“Este ano, os contratos de todos os pilotos principais chegavam ao fim e com Lorenzo já tinhamos feito algumas tentativas há algum tempo, mas creio que o valor da nossa moto neste ano e também no ano passado, demonstrando ser muito competitiva, facilitou que chegássemos a um acordo”, disse Ciabatti. “Se foi difícil convencê-lo? Eu diria que não. Como sempre, é uma negociação muito complexa nesses casos, mas, no fim, chegamos a um acordo bastante rápido”, seguiu.
Ainda, Paolo ressaltou que a ideia de contratar um dos pilotos top da categoria é antiga, já que Bolonha quer recuperar o título que não vence desde a conquista de Casey Stoner em 2007.
“De fato, é um projeto nosso já há alguns anos, desde que a Ducati se tornou capaz de ter uma moto competitiva, como Honda e Yamaha”, contou. “A ideia de contratar um dos melhores pilotos para devolver o título a Borgo Panigale”, continuou.
“A moto, em minha opinião, mostrou que é competitiva nesta temporada, além do evento desagradável da Argentina, onde poderíamos ter estado no pódio. Isso facilitou a realização do acordo”, resumiu, se referindo ao incidente em que Andrea Iannone derrubou Andrea Dovizioso na última curva de Termas de Río Hondo, quando os italianos vinham em terceiro e segundo, respectivamente.
Questionado se chegaram a negociar com Marc Márquez, Ciabatti respondeu: “Obviamente, Márquez é um piloto extremamente rápido. O contrato dele também expira no fim deste ano e também conversamos com ele”.
http://grandepremio.uol.com.br/motogp/n ... onvence-lo
18/04/2016 11:25
Proposta milionária seduz, e Lorenzo deixa Yamaha após nove temporadas para encarar novo desafio na Ducati
Jorge Lorenzo não resistiu à proposta tentadora da Ducati e aceitou deixar a Yamaha para defender a fábrica de Borgo Panigale a partir de 2017. Espanhol aceitou contrato de dois anos
WARM UP
JULIANA TESSER, de São Paulo
Depois de nove temporadas vestindo as cores de Iwata, Jorge Lorenzo terá um novo endereço profissional a partir de 2017. O tricampeão da MotoGP se deixou seduzir por uma proposta milionária e vai trocar a Yamaha por um novo desafio com a Ducati.
O anúncio da contratação de Lorenzo foi feito nesta segunda-feira (18) pela fábrica de Bolonha, que fechou um contrato de dois anos com o piloto de Palma de Maiorca. A confirmação da mudança veio minutos depois de a Yamaha confirmar a saída do tricampeão da MotoGP.
Jorge manifestou inúmeras vezes o desejo de encerrar sua carreira no Mundial de Motovelocidade com a marca dos três diapasões, mas acabou atraído por uma graúda proposta financeira da fábrica rival. De acordo com a imprensa espanhola, a Ducati ofereceu € 12 milhões por temporada (cerca de R$ 48,7 milhões), contra € 9 milhões (por volta de R$ 36,6 milhões) da Yamaha, que já tinha assegurado que não entraria em leilão.
Antes do início do Mundial, Lorenzo afirmou que queria definir seu futuro antes mesmo do GP do Catar, primeira parada do calendário, mas essa afirmação foi justamente o primeiro indício de uma ruptura com Iwata. Assim como fez com Valentino Rossi — que aceitou prontamente —, a Yamaha ofereceu a renovação do contrato do espanhol antes da etapa de Losail, mas o piloto pediu um tempo para pensar.
Antes do anúncio da Ducati, Albert Valera, empresário de Lorenzo, indicou em entrevista ao diário espanhol ‘AS’ que os feitos de Rossi também pesariam na decisão do #99.
“A questão é entender 100% qual desafio, para os próximos anos, vai manter sua motivação em nível máximo e, a partir daí, tomar uma decisão ou outra. Jorge é um vencedor e quer seguir ganhando campeonatos”, afirmou Valera. “Não sabemos quando isso vai acontecer. Saberemos quando Jorge tiver certeza de onde pode fazer história e seguir ganhando”, continuou.
“Ele pode fazer história ganhando cinco mundiais com a Yamaha, que seria um a mais do que tem Valentino, ou ganhando com a Ducati, o que ele não fez”, justificou. “Ele tem de ponderar se quer tentar o desafio de vencer com a Ducati ou de alcançar cinco títulos com a Yamaha."
Rossi guiou pela Ducati em 2011 e 2012 e viveu um verdadeiro calvário em Borgo Panigale. Nas 35 provas que disputou com a Desmosedici, o italiano conquistou apenas três pódios — um terceiro lugar na França em seu ano de estreia, e dois segundos em Le Mans e Misano no ano seguinte.
A Desmosedici de Rossi, no entanto, era bastante diferente da atual. Na época, a Ducati Corse era gerida por Filippo Preziosi, um engenheiro que nunca abriu mão de suas convicções mesmo com todas as opiniões contrárias.
Preziosi foi considerado culpado pelo fracasso do projeto com Rossi — que, segundo consta, recebeu € 15 milhões por temporada para vestir o uniforme vermelho —, removido do comando da divisão de corridas e, logo depois, pediu demissão. Bernhard Gobmeier foi o primeiro a assumir a posição, mas seus resultados discretos acabaram promovendo a chegada de Gigi Dall’Igna.
Vindo da Aprilia, Dall’Igna fez a Ducati renascer e voltar à briga constante pelo pódio. Entretanto, o jejum de vitórias segue desde 2010, ainda na era Casey Stoner. O australiano, aliás, está diretamente envolvido com o desenvolvimento da Desmosedici, já que é piloto de testes da marca pela qual conquistou seu primeiro título.
O interesse da Ducati em Lorenzo, por sinal, já é bastante antigo. Em 2014, o time de Bolonha tentou contratar espanhol, mas a competitividade da YZR-M1 garantiu a permanência do piloto.
Embora a M1 siga sendo uma boa moto, o clima na Yamaha não é dos mais amigáveis. Depois de um reinicio tranquilo, a relação de Lorenzo e Rossi azedou mais uma vez após a disputa de título do ano passado. Jorge se queixa do compartilhamento de dados no time nipônico, algo que a marca dos diapasões não pretende mudar.
Após Lorenzo reagir à permanência de Rossi na Yamaha com um “ele não tinha outras opções”, o italiano atacou, dizendo que Jorge não tinha “colhões” para guiar a Desmosedici.
Alguém conseguiu acalmar os ânimos dos dois, que evitaram o assunto em Austin, com Valentino se limitando a dizer que a mudança do companheiro de equipe para a Ducati era uma decisão “corajosa”.
Com a confirmação de Lorenzo, resta agora uma vaga na Ducati. Inicialmente, a expectativa era que Andrea Iannone ficasse com o posto, mas o italiano não completou cinco das últimas sete corridas e a lambança da Argentina, quando derrubou Andrea Dovizioso a metros de um pódio duplo, também pode pesar contra.
Dovizioso, por outro lado, foi vítima da concorrência nas últimas duas etapas, já que depois de ser derrubado pelo companheiro de equipe, foi levado ao chão por Dani Pedrosa em Austin. Ainda assim, o #04 caiu sempre em posição de pódio, o que atesta a seu favor.
Do lado da Yamaha, Maverick Viñales é o mais cotado para assumir a vaga e, durante o fim de semana do GP das Américas, Davide Brivio, chefe da Suzuki, já falou como se o espanhol fosse um piloto perdido para o time.
Caso Maverick decida ficar na Suzuki para tentar repetir Kevin Schwantz e ganhar o título pela marca, a imprensa internacional coloca Dani Pedrosa e Iannone como candidatos à M1.
http://grandepremio.uol.com.br/motogp/n ... -na-ducati
Uma janela de oportunidades
Principal mudança no grid da MotoGP desde a saída de Valentino Rossi para a Ducati, partida de Jorge Lorenzo para Borgo Panigale abre inúmeras possibilidades no quebra-cabeças do grid de 2017
JULIANA TESSER, de São Paulo
Depois de alguns dias de espera, o segredo mais mal guardado do paddock da MotoGP em 2016 foi, enfim, revelado: Jorge Lorenzo vai deixar a Yamaha após nove temporadas e vestir as cores da Ducati em 2017 e 2018.
O contrato com Borgo Panigale chega depois de um longo namoro. Após a chegada de Gigi Dall’Igna, sucessor de Bernhard Gobmeier — que, por sua vez, substituiu Filippi Preziosi —, ao comando da Ducati Corse, a fábrica italiana nunca escondeu seu interesse no espanhol, mas a competitividade da YZR-M1 frente às dificuldades da Desmosedici sempre foram capazes de segurar o piloto de Palma de Maiorca.
A chegada de Dall’Igna, entretanto, mudou a história da Ducati. Embora a fábrica de Bolonha ainda não tenha conseguido encerrar um jejum de vitórias que vem desde 2010 — ainda na era Casey Stoner —, o ex-comandante da Aprilia conseguiu mudar a trajetória do time vermelho, que voltou a aparecer como constante candidato ao pódio.
Nas mãos de Andrea Dovizioso e Andrea Iannone, a Ducati deu um importante salto de qualidade, mas o entendimento dos italianos e da Audi — que comprou a marca das motos em 2012 — era de que o time precisava de um piloto top para aumentar sua lista de 31 vitórias na classe rainha do Mundial de Motovelocidade.
Embora a mudança de Lorenzo não venha como surpresa, uma vez que até mesmo Lin Jarvis, diretor da Yamaha, já tinha dado o piloto por perdido na semana passada, a troca de equipes do espanhol abre uma enorme janela de possibilidades na classe rainha.
https://grandepremium.uol.com.br/analis ... rtunidades
Confirmed: Lorenzo makes Ducati switch for 2017
Published: Yesterday 15:30
As reported by MCN weeks ago, reigning MotoGP world champion Jorge Lorenzo will make the switch from Yamaha to Ducati for the 2017 and 2018 MotoGP seasons.
The news was confirmed this afternoon only minutes after Yamaha first announced that the Spaniard would not be remaining with them.
Rumours had circulated for week that Ducati had prepared a highly lucrative offer for the Spaniard, backed by the combined finances of long-time sponsor tobacco giant Phillip Morris and of owners Audi, both of whom are keen to see the team return to winning races and championships.
The reigning world champion has signed a two-year deal with the Italian factory.
Lorenzo’s first outing on the Desmosedici GP bike is likely to be at the Valencian test immediately after the final round of the series in November - but he may remain blocked from discussing it until January and the New Year.
http://www.motorcyclenews.com/sport/mot ... -for-2017/
What next for Yamaha?
Published: Yesterday 15:30
With the news that reigning MotoGP world champion Jorge Lorenzo will move to Ducati for the 2017 season, one big question mark that remains to be answered in the aftermath of the move is who exactly shall step in to take over from him at Yamaha.
But, with many pieces of the puzzle able to be popped into place, it’s possible to at least work out a shortlist for the role.
One key component is finances. With title sponsor Movistar set to remain with the team, it looks almost certain that a Spanish rider would be favoured to replace Lorenzo.
The team will also be after someone young and full of promise; someone they can use to build an order of succession for the aftermath of Rossi’s almost-inevitable departure in two years time.
And the perfect candidate already exists in the form of Suzuki rider Maverick Viñales. Tipped by Rossi himself as the next big thing, the young Spaniard is still far from the finished article – but even then has shown that he has the pace to run at podium pace.
Placed into the Yamaha squad under the nurturing of experienced bosses Lin Jarvis and Massimo Meregalli, and with the watchful eye of Rossi looking over him, it would be the perfect place for Viñales to mature into a bona fide MotoGP alien.
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18/04/2016 14:56
Diretor-esportivo da Ducati fala em interesse antigo em Lorenzo e revela: “Não foi difícil convencê-lo”
Diretor-esportivo da Ducati, Paolo Ciabatti foi o primeiro a falar sobre a chegada de Jorge Lorenzo a Borgo Panigale. Dirigente reconheceu que a contratação do espanhol era um sonho antigo do time e afirmou que não foi difícil seduzir o tricampeão da MotoGP
WARM UP
Redação GP, de São Paulo
Horas após a Ducati anunciar a contratação de Jorge Lorenzo para as temporadas 2017 e 2018 da MotoGP, Paolo Ciabatti quebrou o silêncio sobre a chegada do espanhol. Em entrevista à emissora italiana Sky Sport24, o diretor-esportivo do time de Borgo Panigale admitiu que contar com o tricampeão da classe rainha era um sonho antigo.
De acordo com Ciabatti, a melhora na performance da Desmosedici foi fundamental para atrair o piloto de Palma de Maiorca. Na visão do dirigente, entretanto, não foi difícil convencer Jorge a abandonar a Yamaha.
“Este ano, os contratos de todos os pilotos principais chegavam ao fim e com Lorenzo já tinhamos feito algumas tentativas há algum tempo, mas creio que o valor da nossa moto neste ano e também no ano passado, demonstrando ser muito competitiva, facilitou que chegássemos a um acordo”, disse Ciabatti. “Se foi difícil convencê-lo? Eu diria que não. Como sempre, é uma negociação muito complexa nesses casos, mas, no fim, chegamos a um acordo bastante rápido”, seguiu.
Ainda, Paolo ressaltou que a ideia de contratar um dos pilotos top da categoria é antiga, já que Bolonha quer recuperar o título que não vence desde a conquista de Casey Stoner em 2007.
“De fato, é um projeto nosso já há alguns anos, desde que a Ducati se tornou capaz de ter uma moto competitiva, como Honda e Yamaha”, contou. “A ideia de contratar um dos melhores pilotos para devolver o título a Borgo Panigale”, continuou.
“A moto, em minha opinião, mostrou que é competitiva nesta temporada, além do evento desagradável da Argentina, onde poderíamos ter estado no pódio. Isso facilitou a realização do acordo”, resumiu, se referindo ao incidente em que Andrea Iannone derrubou Andrea Dovizioso na última curva de Termas de Río Hondo, quando os italianos vinham em terceiro e segundo, respectivamente.
Questionado se chegaram a negociar com Marc Márquez, Ciabatti respondeu: “Obviamente, Márquez é um piloto extremamente rápido. O contrato dele também expira no fim deste ano e também conversamos com ele”.
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18/04/2016 11:25
Proposta milionária seduz, e Lorenzo deixa Yamaha após nove temporadas para encarar novo desafio na Ducati
Jorge Lorenzo não resistiu à proposta tentadora da Ducati e aceitou deixar a Yamaha para defender a fábrica de Borgo Panigale a partir de 2017. Espanhol aceitou contrato de dois anos
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Depois de nove temporadas vestindo as cores de Iwata, Jorge Lorenzo terá um novo endereço profissional a partir de 2017. O tricampeão da MotoGP se deixou seduzir por uma proposta milionária e vai trocar a Yamaha por um novo desafio com a Ducati.
O anúncio da contratação de Lorenzo foi feito nesta segunda-feira (18) pela fábrica de Bolonha, que fechou um contrato de dois anos com o piloto de Palma de Maiorca. A confirmação da mudança veio minutos depois de a Yamaha confirmar a saída do tricampeão da MotoGP.
Jorge manifestou inúmeras vezes o desejo de encerrar sua carreira no Mundial de Motovelocidade com a marca dos três diapasões, mas acabou atraído por uma graúda proposta financeira da fábrica rival. De acordo com a imprensa espanhola, a Ducati ofereceu € 12 milhões por temporada (cerca de R$ 48,7 milhões), contra € 9 milhões (por volta de R$ 36,6 milhões) da Yamaha, que já tinha assegurado que não entraria em leilão.
Antes do início do Mundial, Lorenzo afirmou que queria definir seu futuro antes mesmo do GP do Catar, primeira parada do calendário, mas essa afirmação foi justamente o primeiro indício de uma ruptura com Iwata. Assim como fez com Valentino Rossi — que aceitou prontamente —, a Yamaha ofereceu a renovação do contrato do espanhol antes da etapa de Losail, mas o piloto pediu um tempo para pensar.
Antes do anúncio da Ducati, Albert Valera, empresário de Lorenzo, indicou em entrevista ao diário espanhol ‘AS’ que os feitos de Rossi também pesariam na decisão do #99.
“A questão é entender 100% qual desafio, para os próximos anos, vai manter sua motivação em nível máximo e, a partir daí, tomar uma decisão ou outra. Jorge é um vencedor e quer seguir ganhando campeonatos”, afirmou Valera. “Não sabemos quando isso vai acontecer. Saberemos quando Jorge tiver certeza de onde pode fazer história e seguir ganhando”, continuou.
“Ele pode fazer história ganhando cinco mundiais com a Yamaha, que seria um a mais do que tem Valentino, ou ganhando com a Ducati, o que ele não fez”, justificou. “Ele tem de ponderar se quer tentar o desafio de vencer com a Ducati ou de alcançar cinco títulos com a Yamaha."
Rossi guiou pela Ducati em 2011 e 2012 e viveu um verdadeiro calvário em Borgo Panigale. Nas 35 provas que disputou com a Desmosedici, o italiano conquistou apenas três pódios — um terceiro lugar na França em seu ano de estreia, e dois segundos em Le Mans e Misano no ano seguinte.
A Desmosedici de Rossi, no entanto, era bastante diferente da atual. Na época, a Ducati Corse era gerida por Filippo Preziosi, um engenheiro que nunca abriu mão de suas convicções mesmo com todas as opiniões contrárias.
Preziosi foi considerado culpado pelo fracasso do projeto com Rossi — que, segundo consta, recebeu € 15 milhões por temporada para vestir o uniforme vermelho —, removido do comando da divisão de corridas e, logo depois, pediu demissão. Bernhard Gobmeier foi o primeiro a assumir a posição, mas seus resultados discretos acabaram promovendo a chegada de Gigi Dall’Igna.
Vindo da Aprilia, Dall’Igna fez a Ducati renascer e voltar à briga constante pelo pódio. Entretanto, o jejum de vitórias segue desde 2010, ainda na era Casey Stoner. O australiano, aliás, está diretamente envolvido com o desenvolvimento da Desmosedici, já que é piloto de testes da marca pela qual conquistou seu primeiro título.
O interesse da Ducati em Lorenzo, por sinal, já é bastante antigo. Em 2014, o time de Bolonha tentou contratar espanhol, mas a competitividade da YZR-M1 garantiu a permanência do piloto.
Embora a M1 siga sendo uma boa moto, o clima na Yamaha não é dos mais amigáveis. Depois de um reinicio tranquilo, a relação de Lorenzo e Rossi azedou mais uma vez após a disputa de título do ano passado. Jorge se queixa do compartilhamento de dados no time nipônico, algo que a marca dos diapasões não pretende mudar.
Após Lorenzo reagir à permanência de Rossi na Yamaha com um “ele não tinha outras opções”, o italiano atacou, dizendo que Jorge não tinha “colhões” para guiar a Desmosedici.
Alguém conseguiu acalmar os ânimos dos dois, que evitaram o assunto em Austin, com Valentino se limitando a dizer que a mudança do companheiro de equipe para a Ducati era uma decisão “corajosa”.
Com a confirmação de Lorenzo, resta agora uma vaga na Ducati. Inicialmente, a expectativa era que Andrea Iannone ficasse com o posto, mas o italiano não completou cinco das últimas sete corridas e a lambança da Argentina, quando derrubou Andrea Dovizioso a metros de um pódio duplo, também pode pesar contra.
Dovizioso, por outro lado, foi vítima da concorrência nas últimas duas etapas, já que depois de ser derrubado pelo companheiro de equipe, foi levado ao chão por Dani Pedrosa em Austin. Ainda assim, o #04 caiu sempre em posição de pódio, o que atesta a seu favor.
Do lado da Yamaha, Maverick Viñales é o mais cotado para assumir a vaga e, durante o fim de semana do GP das Américas, Davide Brivio, chefe da Suzuki, já falou como se o espanhol fosse um piloto perdido para o time.
Caso Maverick decida ficar na Suzuki para tentar repetir Kevin Schwantz e ganhar o título pela marca, a imprensa internacional coloca Dani Pedrosa e Iannone como candidatos à M1.
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Principal mudança no grid da MotoGP desde a saída de Valentino Rossi para a Ducati, partida de Jorge Lorenzo para Borgo Panigale abre inúmeras possibilidades no quebra-cabeças do grid de 2017
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Depois de alguns dias de espera, o segredo mais mal guardado do paddock da MotoGP em 2016 foi, enfim, revelado: Jorge Lorenzo vai deixar a Yamaha após nove temporadas e vestir as cores da Ducati em 2017 e 2018.
O contrato com Borgo Panigale chega depois de um longo namoro. Após a chegada de Gigi Dall’Igna, sucessor de Bernhard Gobmeier — que, por sua vez, substituiu Filippi Preziosi —, ao comando da Ducati Corse, a fábrica italiana nunca escondeu seu interesse no espanhol, mas a competitividade da YZR-M1 frente às dificuldades da Desmosedici sempre foram capazes de segurar o piloto de Palma de Maiorca.
A chegada de Dall’Igna, entretanto, mudou a história da Ducati. Embora a fábrica de Bolonha ainda não tenha conseguido encerrar um jejum de vitórias que vem desde 2010 — ainda na era Casey Stoner —, o ex-comandante da Aprilia conseguiu mudar a trajetória do time vermelho, que voltou a aparecer como constante candidato ao pódio.
Nas mãos de Andrea Dovizioso e Andrea Iannone, a Ducati deu um importante salto de qualidade, mas o entendimento dos italianos e da Audi — que comprou a marca das motos em 2012 — era de que o time precisava de um piloto top para aumentar sua lista de 31 vitórias na classe rainha do Mundial de Motovelocidade.
Embora a mudança de Lorenzo não venha como surpresa, uma vez que até mesmo Lin Jarvis, diretor da Yamaha, já tinha dado o piloto por perdido na semana passada, a troca de equipes do espanhol abre uma enorme janela de possibilidades na classe rainha.
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Abre o Google Tradutor.
Copia e Cola.
Eh vida sofrida
EDIT: Obrigado Koki
Copia e Cola.
Eh vida sofrida
EDIT: Obrigado Koki
Editado pela última vez por wcarlete em 19 Abr 2016, 08:20, em um total de 1 vez.
Saudades: Biz 100 - CG 125 - CG150 Sport - Twister - ER-6 10/10 :(
Hoje: YBR 06/06
Hoje: YBR 06/06
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Carlete, editei e postei algumas matérias em brasileirês. 
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
É o que sempre foi dito aqui e a galera diz que não, imagina, é um piloto de merda e blablabla..
"...A Desmosedici de Rossi, no entanto, era bastante diferente da atual. Na época, a Ducati Corse era gerida por Filippo Preziosi, um engenheiro que nunca abriu mão de suas convicções mesmo com todas as opiniões contrárias.
Preziosi foi considerado culpado pelo fracasso do projeto com Rossi — que, segundo consta, recebeu € 15 milhões por temporada para vestir o uniforme vermelho —, removido do comando da divisão de corridas e, logo depois, pediu demissão. Bernhard Gobmeier foi o primeiro a assumir a posição, mas seus resultados discretos acabaram promovendo a chegada de Gigi Dall’Igna"
Mas provavelmente foi outro golpe de marketing tambem
"...A Desmosedici de Rossi, no entanto, era bastante diferente da atual. Na época, a Ducati Corse era gerida por Filippo Preziosi, um engenheiro que nunca abriu mão de suas convicções mesmo com todas as opiniões contrárias.
Preziosi foi considerado culpado pelo fracasso do projeto com Rossi — que, segundo consta, recebeu € 15 milhões por temporada para vestir o uniforme vermelho —, removido do comando da divisão de corridas e, logo depois, pediu demissão. Bernhard Gobmeier foi o primeiro a assumir a posição, mas seus resultados discretos acabaram promovendo a chegada de Gigi Dall’Igna"
Mas provavelmente foi outro golpe de marketing tambem
Betão Atibaia
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Começaram
Edit: Vamos repetir para não cair no esquecimento, o povo tem uma péssima memória...
JL se não vencer no Sucatão, não tem problema nenhum, ele não disse arrogantemente que é ELE e JB que fazem as motos.... Como aquele piloto, aquele mesmo
...
Edit: Vamos repetir para não cair no esquecimento, o povo tem uma péssima memória...
JL se não vencer no Sucatão, não tem problema nenhum, ele não disse arrogantemente que é ELE e JB que fazem as motos.... Como aquele piloto, aquele mesmo
...

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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
JLo foi porra loka quando novato no MotoGP, mas depois de ter se quebrado varias vezes, terminou aliviando um pouco e começar a pilotar com a cabeça.
Mas nunca vi ele sujão e se involucrando em polemica.
A decisão de ir pra Ducati é porque ele nunca se sentiu "em casa" na Yamaha, aonde sempre pagavam muito pau pro vendedor de bonés, mesmo quando este ultimo foi pra Ducati, e desde o final dessa temporada, Lorenzo foi 2 vezes campeão e uma subcampeão, e mesmo assim, quando o bambi voltou em 2013, Yamaha abriu as pernas pra ele, desmerecendo todo o trabalho que o JLo tinha feito pela marca nesse tempo.
O que terminou de fechar a mudança foi o fato de que no ano pasado, Yamaha ficou bolada com ele por tudo que ocorreu nas ultimas duas corridas, ficaram chateados que JLo se ofereceu a testemunhar em contra do Bambi. Yamaha tinha tudo pronto pra festejar: mas so queriam festejar o campeonado do Bambi. Lorenzo percebeu que em Yamaha ele sempre seria segundo piloto, sem importar que nesse tempo juntos, os numeros do JLo surram os do Rossi na M1.
Foi oferecido uma renovação de dois anos, mas ja era tarde demais. Lorenzo ja era vermelho na sua mente faz tempo.
Uma das coisas interessantes é que a Ducati deu a opção dele escolher o team mate, isso pelo visto da mais força pro Dovi continuar (piloto honesto, trabalhador, não é um alien mas faz seu trabalho, se entrosa bem com o time, humildade sempre, tudo dito pelo povo do Ducati Corse direto) e Iannone vai ter que achar outro time (Piloto vida loka, irregular, muito agressivo e o pior de tudo: namoradinho do Bambi).
Os estilos de Lorenzo e Dovi são similares, o que mostra que só está fazendo aquele "tiquinho" extra de um alien para Ducati ganhar seu primeiro GP desde que Stoner corria por eles. Seria uma dupla interessante. Não vejo porque Ducati mandaria o Dovi embora no ano que vem.
Mas nunca vi ele sujão e se involucrando em polemica.
A decisão de ir pra Ducati é porque ele nunca se sentiu "em casa" na Yamaha, aonde sempre pagavam muito pau pro vendedor de bonés, mesmo quando este ultimo foi pra Ducati, e desde o final dessa temporada, Lorenzo foi 2 vezes campeão e uma subcampeão, e mesmo assim, quando o bambi voltou em 2013, Yamaha abriu as pernas pra ele, desmerecendo todo o trabalho que o JLo tinha feito pela marca nesse tempo.
O que terminou de fechar a mudança foi o fato de que no ano pasado, Yamaha ficou bolada com ele por tudo que ocorreu nas ultimas duas corridas, ficaram chateados que JLo se ofereceu a testemunhar em contra do Bambi. Yamaha tinha tudo pronto pra festejar: mas so queriam festejar o campeonado do Bambi. Lorenzo percebeu que em Yamaha ele sempre seria segundo piloto, sem importar que nesse tempo juntos, os numeros do JLo surram os do Rossi na M1.
Foi oferecido uma renovação de dois anos, mas ja era tarde demais. Lorenzo ja era vermelho na sua mente faz tempo.
Uma das coisas interessantes é que a Ducati deu a opção dele escolher o team mate, isso pelo visto da mais força pro Dovi continuar (piloto honesto, trabalhador, não é um alien mas faz seu trabalho, se entrosa bem com o time, humildade sempre, tudo dito pelo povo do Ducati Corse direto) e Iannone vai ter que achar outro time (Piloto vida loka, irregular, muito agressivo e o pior de tudo: namoradinho do Bambi).
Os estilos de Lorenzo e Dovi são similares, o que mostra que só está fazendo aquele "tiquinho" extra de um alien para Ducati ganhar seu primeiro GP desde que Stoner corria por eles. Seria uma dupla interessante. Não vejo porque Ducati mandaria o Dovi embora no ano que vem.
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Betao Atibaia escreveu: Preziosi foi considerado culpado pelo fracasso do projeto com Rossi —
O verdadeiro culpado do fracassso foi a arrogância e ego maior que o talento do Bambi e do JB
Botar culpa em outros é procurar bodes expiatorios.
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Artigo muito bom mesmo! Valeu por compartilhar, Rods!
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Imagino que em breve apareça traduzido no MundoMoto...
http://www.motorsportmagazine.com/race/ ... mpaign=Mat
Why Rossi’s failure on the Ducati could be Lorenzo’s biggest reason for going there (por Mat Oxley)
Anyone who tells you they know why Jorge Lorenzo quit the manufacturer that’s won five of the past 10 MotoGP titles for a brand that hasn’t got close to winning the championship for the past eight years, is making it up.
But let’s take a look at the possible reasons behind the defection.
Most pro riders do what they do for three main reasons: joy, ego and money. Usually, money comes last in the list, if only because the cash follows the fulfillment of the other two factors.
This is just my best guess, because only Jorge Lorenzo knows for sure, but I believe his prime motive in making the switch is to secure himself a place in the roped-off VIP area of motorcycle racing’s pantheon. So far, in seven decades of Grand Prix racing, only five riders have won premier-class world titles on different makes of machinery: Geoff Duke (Norton and Gilera), Giacomo Agostini (MV Agusta and Yamaha), Eddie Lawson (Yamaha and Honda), Valentino Rossi (Honda and Yamaha) and Casey Stoner (Ducati and Honda).
If Lorenzo can join that elite, there will never any be doubt that he is one of the all-time greats. To be mentioned in the same breath as Duke, Lawson and the rest is all it takes, forever and ever and ever.
At the same time, he will match Rossi’s feat of winning the title on rival brands and, even more importantly, he will surpass Rossi’s doomed attempt at winning on the Ducati. In fact, perhaps that last goal is what fires him up more than anything: Lorenzo is unlikely to win more world titles than Rossi, so this is his chance to get one over on the man who has defined the modern era of motorcycle racing.
And could this be another case of Rossi’s mind-games backfiring? The nine-time world champ used to be the master of the psychological wind-up, but his attempt to destabilise Marc Marquez last October backfired badly. And his efforts to wind up Lorenzo in Qatar last month may go the same way.
Lorenzo greeted the news that Rossi had renewed his Yamaha contract with the words, “he has done well to renew because he didn’t have many other options.” Rossi spat back with “to go to Ducati you need big balls, so I think we will see Lorenzo at Yamaha next year.”
Will those words come back to haunt Rossi? It’s quite possible that Rossi’s repost was an attempt at reverse psychology, to encourage Lorenzo to leap off the user-friendly M1 onto the diabolical Desmosedici. But the Ducati is no longer diabolical; it’s an entirely different motorcycle.
Andrea Dovizioso would almost certainly be in the thick of the fight for the 2016 title with three second places from the first three races, if he hadn’t been bumped off in Argentina and Texas. And there’s no doubt Lorenzo is a faster, hungrier rider than Dovizioso. In other words, there’s no reason why he shouldn’t win right away on the Duke.
We all know now that Rossi went to Ducati at the wrong time and for the wrong reasons, mostly because he couldn’t stand being upstaged at Yamaha by the company’s new favourite son.
Now there’s every possibility that Lorenzo may be going to Ducati at exactly the right time. The all-new Desmosedici that Gigi Dall’Igna created last year is an altogether different motorcycle and it’s a corner-speed, rather than a point-and-squirt machine, so its dynamics should suit Lorenzo’s butter-smooth riding technique just fine.
So that’s the joy (of riding a bike that works for him) and the ego (doing something Rossi couldn’t do) taken care of. What about the money? No doubt, Ducati will pay Lorenzo plenty more than Yamaha pay him. Racing is a supply and demand business like any other. Lots of riders want a winning bike like the M1, not so many want to ride a tainted bike like the Duke. So Ducati has to pay a lot more money than Yamaha to get a top rider on their bike.
Except, of course, that Ducati won’t pay Lorenzo a penny. Uncle Phillip Morris will sign Lorenzo’s pay cheque just as they’ve signed Marlboro Ducati and Marlboro Yamaha pay cheques for decades. And Uncle Phil’s biggest brand Marlboro has money to burn, certainly lots, lots more than Yamaha can afford.
Of course, there’s a huge irony behind the whole Lorenzo to Ducati thing. It was Rossi’s infamous failure at the iconic Italian factory that forced the monster egos at Borgo Panigale to finally believe that everything Casey Stoner and other riders had been telling them for years was true: that the Desmosedici was a freak of a race bike. But only once Rossi had failed did Ducati’s bosses admit to themselves that they were the problem, not the riders, so they brought in Dall’Igna to create a whole new bike and a whole new strategy within Ducati Corse. In other, words, Rossi’s failure on the Ducati will be the prime factor behind Lorenzo’s success, if he does indeed succeed.
So that’s the future; what about the present? The silly season has come earlier than ever this year, with Rossi and Lorenzo already signed and a Maverick Vinales Yamaha announcement surely imminent (although that’s merely my own poorly educated guess).
Thus Lorenzo has 15 races to go with Yamaha, during which time the company’s Japanese engineers will want him to win races and the title, while at the same time doing their damnedest to make sure he doesn’t access any info or data that might help Ducati to help him in 2017 and 2018. These days, any valued and important employees who announce they are leaving to join a rival company are told to clear their desks and leave the building immediately. Lorenzo is in that exact same situation but he’ll still be sitting at his desk in early November. It’s going to be a strange season.
http://www.motorsportmagazine.com/race/ ... mpaign=Mat
Why Rossi’s failure on the Ducati could be Lorenzo’s biggest reason for going there (por Mat Oxley)
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But let’s take a look at the possible reasons behind the defection.
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If Lorenzo can join that elite, there will never any be doubt that he is one of the all-time greats. To be mentioned in the same breath as Duke, Lawson and the rest is all it takes, forever and ever and ever.
At the same time, he will match Rossi’s feat of winning the title on rival brands and, even more importantly, he will surpass Rossi’s doomed attempt at winning on the Ducati. In fact, perhaps that last goal is what fires him up more than anything: Lorenzo is unlikely to win more world titles than Rossi, so this is his chance to get one over on the man who has defined the modern era of motorcycle racing.
And could this be another case of Rossi’s mind-games backfiring? The nine-time world champ used to be the master of the psychological wind-up, but his attempt to destabilise Marc Marquez last October backfired badly. And his efforts to wind up Lorenzo in Qatar last month may go the same way.
Lorenzo greeted the news that Rossi had renewed his Yamaha contract with the words, “he has done well to renew because he didn’t have many other options.” Rossi spat back with “to go to Ducati you need big balls, so I think we will see Lorenzo at Yamaha next year.”
Will those words come back to haunt Rossi? It’s quite possible that Rossi’s repost was an attempt at reverse psychology, to encourage Lorenzo to leap off the user-friendly M1 onto the diabolical Desmosedici. But the Ducati is no longer diabolical; it’s an entirely different motorcycle.
Andrea Dovizioso would almost certainly be in the thick of the fight for the 2016 title with three second places from the first three races, if he hadn’t been bumped off in Argentina and Texas. And there’s no doubt Lorenzo is a faster, hungrier rider than Dovizioso. In other words, there’s no reason why he shouldn’t win right away on the Duke.
We all know now that Rossi went to Ducati at the wrong time and for the wrong reasons, mostly because he couldn’t stand being upstaged at Yamaha by the company’s new favourite son.
Now there’s every possibility that Lorenzo may be going to Ducati at exactly the right time. The all-new Desmosedici that Gigi Dall’Igna created last year is an altogether different motorcycle and it’s a corner-speed, rather than a point-and-squirt machine, so its dynamics should suit Lorenzo’s butter-smooth riding technique just fine.
So that’s the joy (of riding a bike that works for him) and the ego (doing something Rossi couldn’t do) taken care of. What about the money? No doubt, Ducati will pay Lorenzo plenty more than Yamaha pay him. Racing is a supply and demand business like any other. Lots of riders want a winning bike like the M1, not so many want to ride a tainted bike like the Duke. So Ducati has to pay a lot more money than Yamaha to get a top rider on their bike.
Except, of course, that Ducati won’t pay Lorenzo a penny. Uncle Phillip Morris will sign Lorenzo’s pay cheque just as they’ve signed Marlboro Ducati and Marlboro Yamaha pay cheques for decades. And Uncle Phil’s biggest brand Marlboro has money to burn, certainly lots, lots more than Yamaha can afford.
Of course, there’s a huge irony behind the whole Lorenzo to Ducati thing. It was Rossi’s infamous failure at the iconic Italian factory that forced the monster egos at Borgo Panigale to finally believe that everything Casey Stoner and other riders had been telling them for years was true: that the Desmosedici was a freak of a race bike. But only once Rossi had failed did Ducati’s bosses admit to themselves that they were the problem, not the riders, so they brought in Dall’Igna to create a whole new bike and a whole new strategy within Ducati Corse. In other, words, Rossi’s failure on the Ducati will be the prime factor behind Lorenzo’s success, if he does indeed succeed.
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Editado pela última vez por MAD em 19 Abr 2016, 13:36, em um total de 1 vez.
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"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
"We all know now that Rossi went to Ducati at the wrong time and for the wrong reasons, mostly because he couldn’t stand being upstaged at Yamaha by the company’s new favourite son."
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Dito por quem realmente entende...
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"Of course, there’s a huge irony behind the whole Lorenzo to Ducati thing. It was Rossi’s infamous failure at the iconic Italian factory that forced the monster egos at Borgo Panigale to finally believe that everything Casey Stoner and other riders had been telling them for years was true: that the Desmosedici was a freak of a race bike. But only once Rossi had failed did Ducati’s bosses admit to themselves that they were the problem, not the riders, so they brought in Dall’Igna to create a whole new bike and a whole new strategy within Ducati Corse. In other, words, Rossi’s failure on the Ducati will be the prime factor behind Lorenzo’s success, if he does indeed succeed."
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Se tivessem seguido o projeto inicial...
Rossi fez muita merda nesses dois anos, ai não tinha como, tinham que mandar pro scrap os dois projetos (Frameless carbon tub que vinha da época do Stoner e a Yamacati do Rossi) e trazer o Gigi que começou o projeto com a base da Aprilia.
Diferente escutar da fonte (pessoal que trabalhou na Ducati Corse) vs escutar de jornalista que varias veces admitiu seu fã de carteirinha do Bambi Di Tavullia
Rossi fez muita merda nesses dois anos, ai não tinha como, tinham que mandar pro scrap os dois projetos (Frameless carbon tub que vinha da época do Stoner e a Yamacati do Rossi) e trazer o Gigi que começou o projeto com a base da Aprilia.
Diferente escutar da fonte (pessoal que trabalhou na Ducati Corse) vs escutar de jornalista que varias veces admitiu seu fã de carteirinha do Bambi Di Tavullia
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
Baseado em que OL?Optimus Leo escreveu: A decisão de ir pra Ducati é porque ele nunca se sentiu "em casa"
Saudades: Biz 100 - CG 125 - CG150 Sport - Twister - ER-6 10/10 :(
Hoje: YBR 06/06
Hoje: YBR 06/06
Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
JL nunca se sentiu em casa mesmo na yamapaia, quem acompanhou a chegada dele na yamapaia, sendo escanteado pelo piloto principal, que até tapumes colocou entre as motos, depois Rossi saiu, o JL ganhou título e Rossi voltou e continuou como o preferido da yamapaia, qualquer um não se sentiria em casa...
...
...

Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
Bagé@tchê.rs
Se Deus é grande, O MATO É MAIOR
Selamun Aleykun to all friends
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Re: MotoGP 2016 - Lorenzo confirmado na Ducati
O cara em 3 temporadas é 2 vezes campeão, 1 subcampeão. O Bambi nesse entanto, disputava racha com a ambulancia.
Volta o cachorro arrependido pra casa, e a Yamaha quase não deu atenção aos meritos dele, mas fez de tudo para agradar o Bambi.
Vc se sentiria "em casa"?
Volta o cachorro arrependido pra casa, e a Yamaha quase não deu atenção aos meritos dele, mas fez de tudo para agradar o Bambi.
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