Royal Enfield chega ao Brasil
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Não...
Na minha opinião é uma tentativa de deixar as REs 350/350 mais parecidas com as HDs Sportster 883 Iron e, principalmente, Street 750 que são muito vendidas na India.
883 Iron

Street 750

Não vejo demérito nenhum nisso, uma vez que até as grandes Yamazukis já fizeram isso:
A Honda fez a VT 750 RS, que é praticamente um clone das Sportsters 883 mais antigas:

E a Yamaha fez a Bolt 950 que também é um chupacabra descarado das Sportsters:


Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Treco feio dos infernos...

HD FLSTF Fat Boy - 2008
CG Titan 125 ES -- DT200 -- XTZ 250X -- Sportster XL883R + Burgman AN125 -- Neo 125 UBS -- Fat Boy FLSTF + Factor 150
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Iguais só no quesito de desmontar sozinhas.Russo escreveu: 14 Jun 2019, 09:06Não...
Na minha opinião é uma tentativa de deixar as REs 350/350 mais parecidas com as HDs Sportster 883 Iron e, principalmente, Street 750 que são muito vendidas na India.
883 Iron
Street 750
Não vejo demérito nenhum nisso, uma vez que até as grandes Yamazukis já fizeram isso:
A Honda fez a VT 750 RS, que é praticamente um clone das Sportsters 883 mais antigas:
E a Yamaha fez a Bolt 950 que também é um chupacabra descarado das Sportsters:
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- jucie
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
O tanque da RE Thunderbird tem 20 litros.
Perdoe a falta de acentuacao. Estou temporariamente sem suporte a diacriticos no meu computador.
-
Robson
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Ou seja, pela ótica do Professor, qualquer moto de estilo retrô (anos 70/80´s early) é uma tentiva de ser parecida com uma Sportster....Russo escreveu: 14 Jun 2019, 09:06Não...
Na minha opinião é uma tentativa de deixar as REs 350/350 mais parecidas com as HDs Sportster 883 Iron e, principalmente, Street 750 que são muito vendidas na India.
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A Honda fez a VT 750 RS, que é praticamente um clone das Sportsters 883 mais antigas:
Russo, porque não ficar no básico???
Tipo, deram uma atualizada no desenho da década de 40 para os anos 70.
Essa Thunderbird só lembra a Sportster por ter 2 rodas.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
não vi nada de sportster ou HD street nelas.
pra mim o visual tá mais pra imitação das triumph retromoderninhas (tipo a street twin) que de agadê.
o pessoal tradicionalista, do "motopurismo", vai torcer o nariz
pra mim o visual tá mais pra imitação das triumph retromoderninhas (tipo a street twin) que de agadê.
o pessoal tradicionalista, do "motopurismo", vai torcer o nariz
Abç,
Bira
“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
Bira
“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
parece sim... e muito.. principalmente essa honda aí... lateralzinha igualzinha ao tanque de oleo da sporster, V2 com filtro de ar exatamente na mesma disposição... .. é mais difícil encontrar o que não parece do que o que parece.. sobe um pouco esse tanque e troca essa pintura que tá uma sportster escrita..
E na minha humilde opinião, sim: "qualquer moto de estilo retrô (anos 70/80´s early) é uma tentiva de ser parecida com uma Sportster."
E na minha humilde opinião, sim: "qualquer moto de estilo retrô (anos 70/80´s early) é uma tentiva de ser parecida com uma Sportster."

HD FLSTF Fat Boy - 2008
CG Titan 125 ES -- DT200 -- XTZ 250X -- Sportster XL883R + Burgman AN125 -- Neo 125 UBS -- Fat Boy FLSTF + Factor 150
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
NFBNeto escreveu: 14 Jun 2019, 15:48 parece sim... e muito.. principalmente essa honda aí... lateralzinha igualzinha ao tanque de oleo da sporster, V2 com filtro de ar exatamente na mesma disposição... .. é mais difícil encontrar o que não parece do que o que parece.. sobe um pouco esse tanque e troca essa pintura que tá uma sportster escrita..
E na minha humilde opinião, sim: "qualquer moto de estilo retrô (anos 70/80´s early) é uma tentiva de ser parecida com uma Sportster."
Honda CB 400 Four:

RE Interceptor 650:

Abç,
Bira
“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
Bira
“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
-
Robson
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Queria um V2 como ?? Atravessado ???NFBNeto escreveu: 14 Jun 2019, 15:48 parece sim... e muito.. principalmente essa honda aí... lateralzinha igualzinha ao tanque de oleo da sporster, V2 com filtro de ar exatamente na mesma disposição... .. é mais difícil encontrar o que não parece do que o que parece.. sobe um pouco esse tanque e troca essa pintura que tá uma sportster escrita..
E na minha humilde opinião, sim: "qualquer moto de estilo retrô (anos 70/80´s early) é uma tentiva de ser parecida com uma Sportster."
Qualquer moto anos 70 se parecem entre si, mas as sportster são as mais diferentes.
Royal Enfield chega ao Brasil
guzzi tem o v2 atravessado.
e sportster >> all. moto mais roots ever. tou indo levar a minha pra passear na praia. fui.
e sportster >> all. moto mais roots ever. tou indo levar a minha pra passear na praia. fui.
-
"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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-
Robson
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
guzzi é moto ?
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Ae Kameraden...
Ontem à tarde eu tive um tempinho e fui à CC da Royal Enfield aqui de Curitiba para conhecer de perto as motokas.
A Concessionária:
Como já havia dito, a loja não é muito grande, fica na região da Av. Gen. Mário Tourinho onde ficam também as cc da Harley, Triumph e Ducati. A loja, apesar do tamanho é bem montada , mas ao contrário das outras cc, nas quais as motos ficam no centro do salão e as roupas e acessórios ficam nos cantos, nessa cc da RE as motos ficam ao redor da loja e as roupas e acessórios ficam dispostas em araras e balcões no centro. Um olhar rápido confere que os produtos vendidos são de ótima qualidade, do nível dos produtos vendidos nas cc da HD, Triumph e Ducati. Ah, os preços são ligeiramente mais baratos.
O atendimento também é no mesmo padrão das demais concessionárias. O vendedor que me atendeu me reconheceu, pois trabalhava na Ducati, mostrou-se prestativo e bem informado de detalhes técnicos das motos. Deixou-me bem à vontade para fazer análise estática (teste bunda, eheheh...), respondendo adequadamente todos os meus questionamentos. Marquei com ele um teste drive com as motokas (Classic e Himalayan) para a semana que vem, quando então poderei completar esse relato.
As motokas:
Classic 500:
Já havia lido muito sobre essa motoka, visto muitas fotos e vídeos, mas vê-la ao vivo e à cores é outra história: primeiramente, me chamou atenção o porte: eu esperava ver uma moto pequena, do porte das Viragos 250/535 ou Savage 650 mas ela é um pouco mais encorpada, mais para o porte da Shadow 600 ou da Marauder 800.
Depois desse primeiro contato passei a olhar com calma cada detalhe da moto. A impressão inicial é de uma construção sólida, bem robusta mesmo, não ficando nada a dever com relação às marcas mais consagradas. Não passa em nenhum momento aquela impressão de fragilidade presente nas motos xing-ling como Sundow, Kasinsnki, Traxx, etc. Três coisas chamaram a minha atenção:
- o contraste da pintura extremamente esmerada com alguns acabamentos "brutos" como a carcaça do farol, tampas de motor, e outros;
- o fato do projeto ser realmente antigo e não um projeto moderno com estilo retrô; percebe-se que varias coisas foram sendo "agregadas" com o tempo, como por exemplo os piscas, que foram adaptados e várias tampinhas decorativas, que obviamente não existiam no projeto original;
- a construção da moto em si é boa, soldas bem feitas, cabos bem fixados, parafusos, porcas, molinhas sem marcas ou sinais de ferrugem precoce, enfim, percebe-se qualidade, tanto nos materiais utilizados quanto na montagem.
E chegou a hora de ligar a moto: ligo a chave, ralo o dedo no botão de partida e "meu deus" o que era aquilo, eheheheh... eu achava que estava acostumado a motores vibradores, pois tive a Savage 650 monocilindrica e a Sportster, além de já ter rodado com Falcon, XT 600 e DR 800... o que eu posso dizer, após ligar a máquina é "Russo, você não sabia o que era vibração até agora" eheheheh... putz, o treco vibra, mas vibra mesmo, a moto com nível de vibração mais próximo disso que eu já pilotei foi uma Sportster antiga, anterior a 2004, daquelas que ainda não usavam coxins apoiando o motor, e não é nem metade do que vibra essa RE 500 classic.
Gostei da posição de pilotagem,o guidão e as pedaleiras são bem posicionados e o banco, largo, com espuma densa e grossa e molas, é bastante confortável. Estou curioso para fazer o teste drive e ver se rodando essa vibração se mantém, aumenta ou diminui. Em todo caso, se eu tivesse uma moto dessas, por precaução,iria usar Loctite vermelho em todos os parafusos e/ou substituir as porcas simples por porcas autotravantes.
Himalayan:
Essa motoka me surpreendeu positivamente, e a exemplo do que muitos falam, ao vivo ela é mais bonita do que por fotos.
Assim como a RE 500 Classic, me surpreendeu pela qualidade dos materiais e da montagem e também, à princípio, não fica devendo nada às marcas consagradas.
O porte me chamou a atenção, esperava uma moto mais miúda, mais ou menos do porte de uma Lander, mas visualmente ela é mais encorpada. O interessante é que as dimensões da Himalayan são minimamente maiores que as da Ducati Scrambler (comprimento, distância entre eixos, altura do assento, peso, etc) mas, lado à lado, a Himalayan parece ser maior, mais parrudinha. Acho que é por causa do tanque que é mais alto, do aro 21 na dianteira e das formas gerais mais quadradonas (na Ducati as linhas são mais suaves).
Finalmente, vamos ao teste bunda: a moto tem uma ergonomia excelente, o banco é de espuma de gel, não muito largo mas bastante confortável. A primeira impressão é que dá para subir na moto e rodar o dia inteiro sem se cansar. Ao ligar o motor, outra surpresa: não é nem um pouco parecido com o motor da 500 Classic. Não é suave como uma bicilindrica, mas o nível de vibração não é muito diferente de uma Big Single moderna, diria que fica entre uma Falcon e uma XT 600.
Os preços:
Os preços praticados na cc são os mesmos que constam no site da RE, acrescidos de R$ 500,00 de frete.
Qual delas eu compraria?
Ainda é cedo para dizer, pois não fiz nenhum teste drive, mas por enquanto eu diria que se fosse para eu ter apenas uma moto para o dia a dias e pequenas viagens, uma opção passa a ser a Himalayan... e se fosse para ter uma moto apenas para rolezinhos estilosos e passeios perto, a RE 500 seria uma opção interessante... vamos ver se isso se confirma após rodar com ambas.
Ontem à tarde eu tive um tempinho e fui à CC da Royal Enfield aqui de Curitiba para conhecer de perto as motokas.
A Concessionária:
Como já havia dito, a loja não é muito grande, fica na região da Av. Gen. Mário Tourinho onde ficam também as cc da Harley, Triumph e Ducati. A loja, apesar do tamanho é bem montada , mas ao contrário das outras cc, nas quais as motos ficam no centro do salão e as roupas e acessórios ficam nos cantos, nessa cc da RE as motos ficam ao redor da loja e as roupas e acessórios ficam dispostas em araras e balcões no centro. Um olhar rápido confere que os produtos vendidos são de ótima qualidade, do nível dos produtos vendidos nas cc da HD, Triumph e Ducati. Ah, os preços são ligeiramente mais baratos.
O atendimento também é no mesmo padrão das demais concessionárias. O vendedor que me atendeu me reconheceu, pois trabalhava na Ducati, mostrou-se prestativo e bem informado de detalhes técnicos das motos. Deixou-me bem à vontade para fazer análise estática (teste bunda, eheheh...), respondendo adequadamente todos os meus questionamentos. Marquei com ele um teste drive com as motokas (Classic e Himalayan) para a semana que vem, quando então poderei completar esse relato.
As motokas:
Classic 500:
Já havia lido muito sobre essa motoka, visto muitas fotos e vídeos, mas vê-la ao vivo e à cores é outra história: primeiramente, me chamou atenção o porte: eu esperava ver uma moto pequena, do porte das Viragos 250/535 ou Savage 650 mas ela é um pouco mais encorpada, mais para o porte da Shadow 600 ou da Marauder 800.
Depois desse primeiro contato passei a olhar com calma cada detalhe da moto. A impressão inicial é de uma construção sólida, bem robusta mesmo, não ficando nada a dever com relação às marcas mais consagradas. Não passa em nenhum momento aquela impressão de fragilidade presente nas motos xing-ling como Sundow, Kasinsnki, Traxx, etc. Três coisas chamaram a minha atenção:
- o contraste da pintura extremamente esmerada com alguns acabamentos "brutos" como a carcaça do farol, tampas de motor, e outros;
- o fato do projeto ser realmente antigo e não um projeto moderno com estilo retrô; percebe-se que varias coisas foram sendo "agregadas" com o tempo, como por exemplo os piscas, que foram adaptados e várias tampinhas decorativas, que obviamente não existiam no projeto original;
- a construção da moto em si é boa, soldas bem feitas, cabos bem fixados, parafusos, porcas, molinhas sem marcas ou sinais de ferrugem precoce, enfim, percebe-se qualidade, tanto nos materiais utilizados quanto na montagem.
E chegou a hora de ligar a moto: ligo a chave, ralo o dedo no botão de partida e "meu deus" o que era aquilo, eheheheh... eu achava que estava acostumado a motores vibradores, pois tive a Savage 650 monocilindrica e a Sportster, além de já ter rodado com Falcon, XT 600 e DR 800... o que eu posso dizer, após ligar a máquina é "Russo, você não sabia o que era vibração até agora" eheheheh... putz, o treco vibra, mas vibra mesmo, a moto com nível de vibração mais próximo disso que eu já pilotei foi uma Sportster antiga, anterior a 2004, daquelas que ainda não usavam coxins apoiando o motor, e não é nem metade do que vibra essa RE 500 classic.
Gostei da posição de pilotagem,o guidão e as pedaleiras são bem posicionados e o banco, largo, com espuma densa e grossa e molas, é bastante confortável. Estou curioso para fazer o teste drive e ver se rodando essa vibração se mantém, aumenta ou diminui. Em todo caso, se eu tivesse uma moto dessas, por precaução,iria usar Loctite vermelho em todos os parafusos e/ou substituir as porcas simples por porcas autotravantes.
Himalayan:
Essa motoka me surpreendeu positivamente, e a exemplo do que muitos falam, ao vivo ela é mais bonita do que por fotos.
Assim como a RE 500 Classic, me surpreendeu pela qualidade dos materiais e da montagem e também, à princípio, não fica devendo nada às marcas consagradas.
O porte me chamou a atenção, esperava uma moto mais miúda, mais ou menos do porte de uma Lander, mas visualmente ela é mais encorpada. O interessante é que as dimensões da Himalayan são minimamente maiores que as da Ducati Scrambler (comprimento, distância entre eixos, altura do assento, peso, etc) mas, lado à lado, a Himalayan parece ser maior, mais parrudinha. Acho que é por causa do tanque que é mais alto, do aro 21 na dianteira e das formas gerais mais quadradonas (na Ducati as linhas são mais suaves).
Finalmente, vamos ao teste bunda: a moto tem uma ergonomia excelente, o banco é de espuma de gel, não muito largo mas bastante confortável. A primeira impressão é que dá para subir na moto e rodar o dia inteiro sem se cansar. Ao ligar o motor, outra surpresa: não é nem um pouco parecido com o motor da 500 Classic. Não é suave como uma bicilindrica, mas o nível de vibração não é muito diferente de uma Big Single moderna, diria que fica entre uma Falcon e uma XT 600.
Os preços:
Os preços praticados na cc são os mesmos que constam no site da RE, acrescidos de R$ 500,00 de frete.
Qual delas eu compraria?
Ainda é cedo para dizer, pois não fiz nenhum teste drive, mas por enquanto eu diria que se fosse para eu ter apenas uma moto para o dia a dias e pequenas viagens, uma opção passa a ser a Himalayan... e se fosse para ter uma moto apenas para rolezinhos estilosos e passeios perto, a RE 500 seria uma opção interessante... vamos ver se isso se confirma após rodar com ambas.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Ha! ia falar exatamente das Guzzi ...b0fh escreveu: 15 Jun 2019, 07:49 guzzi tem o v2 atravessado.
e sportster >> all. moto mais roots ever. tou indo levar a minha pra passear na praia. fui.
Pô!!! Lógico que é.. sei lá sobre a qualidade delas.. mas eu particularmente acho elas bem legais!!!


Essas não parecem sportster...
Abraços!!!

HD FLSTF Fat Boy - 2008
CG Titan 125 ES -- DT200 -- XTZ 250X -- Sportster XL883R + Burgman AN125 -- Neo 125 UBS -- Fat Boy FLSTF + Factor 150
-
Robson
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Não deve ser por acaso que só a Guzzi usa essa disposição do motor.
Mas enfim, moto custo com motor bicilindrico já tem tradição de ser do jeito que é hoje, ajuda o visual da moto, e são todas muito parecidas entre si.
#SQN
Mas enfim, moto custo com motor bicilindrico já tem tradição de ser do jeito que é hoje, ajuda o visual da moto, e são todas muito parecidas entre si.
#SQN
- Optimus Leo
- Mito
- Mensagens: 22649
- Registrado em: 14 Jun 2008, 17:52
- Localização: Capital do grau e corte
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
"Without RACING, there is no HONDA" Soichiro Honda
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Americano já tentou fazer moto decente!

Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Foi só pra responder o "queria o que? V2 atravessado?Optimus Leo escreveu: 17 Jun 2019, 10:11 Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°

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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
o que muda totalmente a concepção do motor, rsOptimus Leo escreveu: 17 Jun 2019, 10:11 Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°
de V2 para boxer.
-
Robson
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
kkkkkkkNFBNeto escreveu: 17 Jun 2019, 11:08Optimus Leo escreveu: 17 Jun 2019, 10:11 Em teoria a BMW usa a mesma disposição só que o angulo em vez de ser 90 e 180°
Foi só pra responder o "queria o que? V2 atravessado?" Resposta: SIM ... se é em teoria ou não igual a um boxer BMW, o fato é que É um V2 "atravessado" e pronto... e aí me vem um "Moto Guzzi é moto?" ... pô! Ninguém aqui admite por nada no mundo que não sabia, ou que estava errado... affff ... já to esperando algo do tipo "se 90º então não é "V", é "L"" ....
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eu sabia de motor V2 atravessado, mas não numa moto custom, coisa que o Russo mandou ai.
Abraços

