Nova CB300F só R$18900

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RMD
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Nova CB300F só R$18900

Mensagem por RMD »

Serio q ninguém postou a respeito da nova mini cb500 com preço sugerido de R$18900! Esse forum esta morrendo mesmo.

https://www.webmotors.com.br/wm1/motos/ ... e-revelado

É logico que este preço é so para media. Nao balcaozao mesmo na hora de desembolsar a grana vai no mínimo R$25k se nao R$28.
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froesdamotta
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por froesdamotta »

As antigas Twister/Tornado 250 quando se tornaram 300cc começaram com as trincas de cabeçote....será que essa também vai sofrer dessa praga?
:md:
Agostinho
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Kokimoto
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Kokimoto »

Tem um tópico mas era de quando o preço ainda não tinha sido divulgado hehehe
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RMD
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por RMD »

:oops: nao tinha visto o outro tópico.

Sobre o cabeçote. Eu acredito q devem ter aprendido. sei la... Ate acho q este preço "baixo" é justamente para atrair o pessoal que estaria com receio. Ai quando comprovar a qualidade irão subir os valores.
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julio batatais

Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por julio batatais »

Eu acho que se o motor for novo, ou tiver muitas mudanças expressivas é bom esperar pelo menos um ano pra ver se vai dar treta... Carros idem.
Comprar no lançamento sempre tem riscos de dor de cabeça... Apesar de Honda ser Honda :lol:
fellpz
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por fellpz »

Só R$ 18.900.
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minholi
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por minholi »

fellpz escreveu: 17 Jan 2023, 15:06 Só R$ 18.900.
Novo normal
Considerando que há 13 anos atrás uma Twister 250 custava 11 ou 12mil não chega a ser nenhum absurdo, mas realmente é cara se comparar com as indianas.
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Jota

Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Jota »

Há menos de 2 anos a twister custava 15.5. É um salto considerável.
Leandro
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Leandro »

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Optimus Leo
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Optimus Leo »

25 cavalinhos, tudo de LED, embreagem deslizante, painel TCT, 139 kgs e menos de 20k...achei uma ótima motinho. Pena que inviavel para quem mora em Cuck Paulo ou Rio de Nojeira.
froesdamotta escreveu: 16 Jan 2023, 15:26 As antigas Twister/Tornado 250 quando se tornaram 300cc começaram com as trincas de cabeçote....será que essa também vai sofrer dessa praga?
:md:
Não, porque é o mesmo motor, só foi alterado o diametro do cilindro.

Sobre o aumento de preços: ficaram em casa? Agora o Janjo vai cuidar da economia!
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Kokimoto
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Kokimoto »

Achei essa motoca bem bacana também.
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Russo
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Russo »

Pela primeira vez em décadas eu vejo a Honda puxar a tabela de preços para baixo.
Efeito India (Royal Enfield & Bajaj)?
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Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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minholi
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por minholi »

Russo escreveu:Pela primeira vez em décadas eu vejo a Honda puxar a tabela de preços para baixo.
Efeito India (Royal Enfield & Bajaj)?
Eu acho que é isso aí mesmo.
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clovis
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por clovis »

https://www.uol.com.br/carros/colunas/p ... to-mal.htm

É só pra assinantes. Eu não sou, se alguém for e puder dar um copia e cola...rs ajudaria...
Moro em SP a 600km da capital, só vi uma RE até agora, e do modelo antigo.
O acesso a RE e Bajaj ainda é muito restrito, não? Ainda é difícil pra qualquer uma bater de frente com Honda e mesmo com a Yamaha.
Eu acho que o buraco é mais embaixo, de repente o alvo da Honda é a Yamaha mesmo.
Talvez tenha notado a oportunidade pegar mais um naco e resolveram chutar o pau da barraca.
Não acho que RE e Bajaj estejam incomodando.
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Harley Davrison
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Harley Davrison »

@clovis
Por que venda recorde de motos mostra que Brasil vai muito mal

O ano de 2022 foi um sucesso para o mercado de motos no Brasil. Para se ter uma ideia, entre janeiro e novembro foram comercializadas 1,2 milhão de motocicletas, 17,71% a mais do que no mesmo período do ano anterior, o melhor resultado desde 2013. Apesar de parecer uma boa notícia, o movimento evidencia cenários péssimos para o país: a redução do poder de compra, precarização do transporte e redução da qualidade dos empregos.

Enquanto o mercado de motos cresce, o de carros continua encolhendo. O ano de 2021 não foi um bom ano quando o assunto é venda de carros e picapes, mas 2022 decepcionou ainda mais. De janeiro a novembro, as vendas de automóveis e comerciais leves encolheram 1,42% em relação ao ano passado, de acordo com dados da Fenabrave, federação dos automóveis.

Os números mostram uma corrente que é fácil identificar no dia a dia: muitos brasileiros estão trocando o carro pela moto e, consequentemente, a segurança pela exposição. É o caso do professor Vinícios Souza, que precisou abrir mão do seu Renault Sandero durante o período mais grave da pandemia.

"O combustível estava alto e a minha renda foi achatada. Vendi o meu carro por R$ 30 mil e, meses depois, percebi que esse dinheiro não daria para pagar nem a metade de um carro novo de mesmo padrão. Além disso, na época, a gasolina estava na casa dos R$ 7. Comprei uma moto e ando com cuidado, mas assustado, já que tenho pouca experiência com o veículo, sei que estou mais vulnerável."

O pensamento de Vinícios faz sentido quando se compara o preço dos veículos: enquanto o carro mais barato do Brasil, um Renault Kwid, parte de R$ 66 mil, a moto de menor preço, uma Honda Pop 110i, é vendida a partir de R$ 9 mil, fazendo com que os modelos de duas rodas se tornem uma opção barata de mobilidade, enquanto o transporte público segue cada vez pior avaliado pelos usuários. Andar de ônibus é algo tão terrível para os brasileiros que se arriscar em um veículo notoriamente mais suscetível a acidentes graves parece uma boa ideia.

Segundo especialistas, acidentes envolvendo motos matam, por quilômetro rodado, 16 vezes mais do que os outros modais. Já as informações da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) mostram que os acidentes com motos representam 54% de todos os sinistros de trânsito do Brasil, mesmo que apenas 22,1% da frota seja composta por motocicletas.

Em 2020, último ano analisado, 79% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT foram destinadas a vítimas de acidentes de moto. Foram cerca de 175 mil indenizações por invalidez permanente. Além disso, cerca de 52 mil pessoas foram indenizadas para pagamento de despesas médicas e outras 17 mil famílias receberam pela morte de algum parente.

Motos de baixa cilindrada vendem mais
Outro fator que comprova que, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde as motos são ligadas a lazer e estilo de vida, no Brasil a escolha é financeira: os modelos de baixa cilindrada vendem absurdamente mais.

"Muito utilizadas nos serviços de entrega e nos deslocamentos urbanos, as motocicletas de baixa cilindrada (até 160 cilindradas) chegaram a 101.668 unidades licenciadas [em novembro], o que corresponde a 82,5% dos emplacamentos", informa a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - Abraciclo.

Empregos precários
Quando o assunto é mercado de trabalho, um cenário triste está por trás do aumento do número de motos vendidas em 2022: o crescimento da profissão de entregador. De acordo com a CPI dos Aplicativos, realizada pela Câmara de Vereadores de São Paulo, a profissão é de risco: há relatos de profissionais que trabalham 15 horas diárias no trânsito, inclusive nos fins de semana, sem direitos trabalhistas previstos na CLT.

O relatório da CPI levantou dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) que apontam que dos 275 motociclistas que morreram no trânsito de São Paulo em 2021, pelo menos 77 (28%) atuavam como motofretistas. É possível que esse número seja maior, pois algumas vítimas não têm a profissão identificada. O fortalecimento da atividade também causou reflexo no trânsito: que está perceptivelmente mais caótico nas principais cidades do Brasil.

Por que dá certo no sudeste asiático?

Quem busca fotos sobre o trânsito de Taiwan pode se assustar com o crescimento de motos do Brasil. No país asiático, as motos são mais comuns do que carros: são 23,5 milhões de habitantes para uma frota aproximada de 14 milhões de motocicletas. Os veículos de duas rodas são tantos que criam verdadeiros engarrafamentos, acabando com a ideia de que motos são mais "ágeis" no trânsito, já que todas andam em velocidade semelhante. Mas, ainda sim, por lá, o cenário é melhor do que se o carro fosse prioridade.

Em Taiwan, as motos são preferidas por motivos semelhantes aos nossos: menor custo de aquisição, abastecimento e manutenção. Assim como em nosso país, uma moto pode custar dezenas de vezes menos do que um carro. No entanto, na ilha asiática de apenas 36 mil km², as motos são incentivadas pelo governo por falta de espaço para carros, bem diferente do que acontece por aqui, um país de mais de 8 milhões de km² de extensão.

Para nós, ter um trânsito abarrotado de motos, como o de Taiwan, significaria que o poder de compra e a precarização da vida do brasileiro chegou a níveis ainda mais assustadores.
Eu me achava feio. Aí comprei uma moto e, meu amigo, não mudou nada!
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Harley Davrison
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Harley Davrison »

Que fique claro:
Não sou assinante UOL. Só dei um jeitinho.

Ps.: prefiro o xis vídeo vermelho
Eu me achava feio. Aí comprei uma moto e, meu amigo, não mudou nada!
clovis
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por clovis »

Obrigado, Roda Presa. Em linha com o que eu imaginava.
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Barros_RN
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Barros_RN »

Fiquei surpreso com o preço aqui em Natal / RN... Já estava comentando que ia chegar em algo na casa dos 25k-26k, mas ontem recebi o valor de uma das concessionárias daqui a versão ABS por R$ 22.490,00. Pra se ter ideia, a PCX DLX está saindo pelos 22k.

A Honda começou 2023 forçando dona Yamaha a rever os valores da FZ25.
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Kokimoto
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Kokimoto »

na ilha asiática de apenas 36 mil km², as motos são incentivadas pelo governo por falta de espaço para carros, bem diferente do que acontece por aqui, um país de mais de 8 milhões de km² de extensão.
Em Sampa, Rio de Janeiro e outras grandes capitais, que é onde mais vende, tá cheio de espaço pra carro... :roll: Já nas cidades pequenas, vende muita quantidade de biz, pop e cg pelo preço baixo mesmo.

Óbvio que carro tá muito caro e isso faz vender mais motos.

Verdade Barros, a Yamaha precisaria rever a FZ25, que é essencialmente a mesma desde 2005.
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Optimus Leo
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Re: Nova CB300F só R$18900

Mensagem por Optimus Leo »

Harley Davrison escreveu: 25 Jan 2023, 07:31 @clovis
Por que venda recorde de motos mostra que Brasil vai muito mal

O ano de 2022 foi um sucesso para o mercado de motos no Brasil. Para se ter uma ideia, entre janeiro e novembro foram comercializadas 1,2 milhão de motocicletas, 17,71% a mais do que no mesmo período do ano anterior, o melhor resultado desde 2013. Apesar de parecer uma boa notícia, o movimento evidencia cenários péssimos para o país: a redução do poder de compra, precarização do transporte e redução da qualidade dos empregos.

Enquanto o mercado de motos cresce, o de carros continua encolhendo. O ano de 2021 não foi um bom ano quando o assunto é venda de carros e picapes, mas 2022 decepcionou ainda mais. De janeiro a novembro, as vendas de automóveis e comerciais leves encolheram 1,42% em relação ao ano passado, de acordo com dados da Fenabrave, federação dos automóveis.

Os números mostram uma corrente que é fácil identificar no dia a dia: muitos brasileiros estão trocando o carro pela moto e, consequentemente, a segurança pela exposição. É o caso do professor Vinícios Souza, que precisou abrir mão do seu Renault Sandero durante o período mais grave da pandemia.

"O combustível estava alto e a minha renda foi achatada. Vendi o meu carro por R$ 30 mil e, meses depois, percebi que esse dinheiro não daria para pagar nem a metade de um carro novo de mesmo padrão. Além disso, na época, a gasolina estava na casa dos R$ 7. Comprei uma moto e ando com cuidado, mas assustado, já que tenho pouca experiência com o veículo, sei que estou mais vulnerável."

O pensamento de Vinícios faz sentido quando se compara o preço dos veículos: enquanto o carro mais barato do Brasil, um Renault Kwid, parte de R$ 66 mil, a moto de menor preço, uma Honda Pop 110i, é vendida a partir de R$ 9 mil, fazendo com que os modelos de duas rodas se tornem uma opção barata de mobilidade, enquanto o transporte público segue cada vez pior avaliado pelos usuários. Andar de ônibus é algo tão terrível para os brasileiros que se arriscar em um veículo notoriamente mais suscetível a acidentes graves parece uma boa ideia.

Segundo especialistas, acidentes envolvendo motos matam, por quilômetro rodado, 16 vezes mais do que os outros modais. Já as informações da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) mostram que os acidentes com motos representam 54% de todos os sinistros de trânsito do Brasil, mesmo que apenas 22,1% da frota seja composta por motocicletas.

Em 2020, último ano analisado, 79% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT foram destinadas a vítimas de acidentes de moto. Foram cerca de 175 mil indenizações por invalidez permanente. Além disso, cerca de 52 mil pessoas foram indenizadas para pagamento de despesas médicas e outras 17 mil famílias receberam pela morte de algum parente.

Motos de baixa cilindrada vendem mais
Outro fator que comprova que, diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, por exemplo, onde as motos são ligadas a lazer e estilo de vida, no Brasil a escolha é financeira: os modelos de baixa cilindrada vendem absurdamente mais.

"Muito utilizadas nos serviços de entrega e nos deslocamentos urbanos, as motocicletas de baixa cilindrada (até 160 cilindradas) chegaram a 101.668 unidades licenciadas [em novembro], o que corresponde a 82,5% dos emplacamentos", informa a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares - Abraciclo.

Empregos precários
Quando o assunto é mercado de trabalho, um cenário triste está por trás do aumento do número de motos vendidas em 2022: o crescimento da profissão de entregador. De acordo com a CPI dos Aplicativos, realizada pela Câmara de Vereadores de São Paulo, a profissão é de risco: há relatos de profissionais que trabalham 15 horas diárias no trânsito, inclusive nos fins de semana, sem direitos trabalhistas previstos na CLT.

O relatório da CPI levantou dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) que apontam que dos 275 motociclistas que morreram no trânsito de São Paulo em 2021, pelo menos 77 (28%) atuavam como motofretistas. É possível que esse número seja maior, pois algumas vítimas não têm a profissão identificada. O fortalecimento da atividade também causou reflexo no trânsito: que está perceptivelmente mais caótico nas principais cidades do Brasil.

Por que dá certo no sudeste asiático?

Quem busca fotos sobre o trânsito de Taiwan pode se assustar com o crescimento de motos do Brasil. No país asiático, as motos são mais comuns do que carros: são 23,5 milhões de habitantes para uma frota aproximada de 14 milhões de motocicletas. Os veículos de duas rodas são tantos que criam verdadeiros engarrafamentos, acabando com a ideia de que motos são mais "ágeis" no trânsito, já que todas andam em velocidade semelhante. Mas, ainda sim, por lá, o cenário é melhor do que se o carro fosse prioridade.

Em Taiwan, as motos são preferidas por motivos semelhantes aos nossos: menor custo de aquisição, abastecimento e manutenção. Assim como em nosso país, uma moto pode custar dezenas de vezes menos do que um carro. No entanto, na ilha asiática de apenas 36 mil km², as motos são incentivadas pelo governo por falta de espaço para carros, bem diferente do que acontece por aqui, um país de mais de 8 milhões de km² de extensão.

Para nós, ter um trânsito abarrotado de motos, como o de Taiwan, significaria que o poder de compra e a precarização da vida do brasileiro chegou a níveis ainda mais assustadores.
Jornalixos descobrindo a agua morna em pleno 2023 e ainda falando merda, nada novo baixo o sol

>bostil sempre foi um pais fudido cheio de fudido
>motos de baixas cilindradas sempre venderam mais porque veículos sempre foram caros nesta bosta
>quem fala bem de transporte público é somente quem pode se dar o luxo de morar pertinho do trabalho ou do lado de uma estação de metrô (e não tem que fazer baldeações)
>pais aonde tudo é carissimo para financiar impostos para manter a folha de pagamento GIGANTE do funcionalismo público (o sonho de todo bostileiro mediocre)
>motos vendem mais porque qualquer fudido consegue financiar 10,15k mas não 60, 70, 80k
>etc etc etc

Incrivel como jornalixo acredita que a situação atual é muito diferente da historia bostileira
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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