Yamaha R1 - teste
Re: Yamaha R1 - teste
Carlos, este conceito de cada pistão subindo como quiser não é possivel pois envolve variaveis intertravadas (pistão, virabrequim, valvulas, comando)Carlos_GS500 escreveu:O pessoal ainda não notou no som diferente dos 4 em linha da nova r1???
Pois bem. Ela tem um sistema de virabrequin diferente... Antes se trabalhava em dois certinho. Na r1 nova são indepedentes. Cada virabrequin sobe e desce sozinho e não em dois como as anteriores...
Resumindo nunca se sabe a ordem de subida e descida de cada pistão.
Um exemple tosco. Mas vale...
A cb 450 os dois pistões sobem e descem juntos. Na cb 500 e gs 500 Um desce e outro sobe cada um em sua vez de forma alternada...
Já nessa nova r1. Não se tem como saber... É uma bagunça só. As vezez os 4 pistões podem subir e descer juntos. Ou um estar subindo e os outros 3 descendo... Isso é a maior novidade da r1. Não a suspenção dianteira copia da cagiva de 85.![]()
Oq se ganha com isso: Não sei em termos de potencia... Mas com uma ponteira esportiva simples as r1´s vão ficar com som muito parecido com as da motogp!!!
o que mudou é a sequencia de explosão de cada cilindro
Virabrequim New R1

Fat Boy 2012 - 96B, K&N, VH-JJ, Seca 16"
Re: Yamaha R1 - teste
Carlos_GS500 escreveu:O pessoal ainda não notou no som diferente dos 4 em linha da nova r1???
Pois bem. Ela tem um sistema de virabrequin diferente... Antes se trabalhava em dois certinho. Na r1 nova são indepedentes. Cada virabrequin sobe e desce sozinho e não em dois como as anteriores...
Resumindo nunca se sabe a ordem de subida e descida de cada pistão.
Um exemple tosco. Mas vale...
A cb 450 os dois pistões sobem e descem juntos. Na cb 500 e gs 500 Um desce e outro sobe cada um em sua vez de forma alternada...
Já nessa nova r1. Não se tem como saber... É uma bagunça só. As vezez os 4 pistões podem subir e descer juntos. Ou um estar subindo e os outros 3 descendo... Isso é a maior novidade da r1. Não a suspenção dianteira copia da cagiva de 85.![]()
Oq se ganha com isso: Não sei em termos de potencia... Mas com uma ponteira esportiva simples as r1´s vão ficar com som muito parecido com as da motogp!!!
CALA A BOCA OFÉLIA...
Suzuki RV 90,Yamaha RS 125,Honda ML125,Yamaha DT 180, Agrale 16.5/27.5 Elefantre/27.5,XL250 R, Honda 450 DX, Yamaha RD 350 LC, Honda Hornet e New Hornet, Kawasaki Z 1000, Suzuki DRZ 400 E
EU FUI, E SOBREVIVI, FOI BOM DEMAIS
EU FUI, E SOBREVIVI, FOI BOM DEMAISRe: Yamaha R1 - teste
Putz!decoh6 escreveu:Carlos_GS500 escreveu:O pessoal ainda não notou no som diferente dos 4 em linha da nova r1???
Pois bem. Ela tem um sistema de virabrequin diferente... Antes se trabalhava em dois certinho. Na r1 nova são indepedentes. Cada virabrequin sobe e desce sozinho e não em dois como as anteriores...
Resumindo nunca se sabe a ordem de subida e descida de cada pistão.
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A cb 450 os dois pistões sobem e descem juntos. Na cb 500 e gs 500 Um desce e outro sobe cada um em sua vez de forma alternada...
Já nessa nova r1. Não se tem como saber... É uma bagunça só. As vezez os 4 pistões podem subir e descer juntos. Ou um estar subindo e os outros 3 descendo... Isso é a maior novidade da r1. Não a suspenção dianteira copia da cagiva de 85.![]()
Oq se ganha com isso: Não sei em termos de potencia... Mas com uma ponteira esportiva simples as r1´s vão ficar com som muito parecido com as da motogp!!!
CALA A BOCA OFÉLIA...![]()
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Abs,
Toda Sorte!
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Re: Yamaha R1 - teste
O coito GS, essa foi froidis 
- Carlos_GS500
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Re: Yamaha R1 - teste
hauhauhauhau... inverti tudo...
Onde disse pistão leia virabreguin. Geralmente trabalha em dois. Nessa r1. são indepedentes.
Onde disse pistão leia virabreguin. Geralmente trabalha em dois. Nessa r1. são indepedentes.
"Existem três jeitos de fazer as coisas: o jeito certo, o jeito errado, e o meu jeito, que é igual ao jeito errado, só que mais rápido."
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Re: Yamaha R1 - teste

pelo pouco que eu consegui entender no vídeo os "engy" conseguiram eliminar a subida do piston por pura inércia... o que causava uma falta de aproveitamento de força um "buraco na resposta da potencia/roda ao a acelerador. Agora junto com um novo sistema de 32bits de remapeamento de injeção (fire by wire - sem fios) esse "buraco" não existe mais... a curva de aceleração é linear sem perda de torque... torçeu o pulso prontamente é respondido sem aquele leve atrazo na resposta do comando.
Alguém se quiser ajudar na explicação caso a minha tenha sido confusa... por favor.
Nunca estimule o mercado de peças usadas, ou no futuro a sua moto poderá ser a próxima "encomenda".
-
1998 - 2004 GS500E - Sold - 2007 - 2011 Bandit 650N Sold - Tô no MSM.
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Jota
Re: Yamaha R1 - teste
foi confusa mesmo, giggio.
impedir a inércia é suspender o efeito das leis da física.
impedir a inércia é suspender o efeito das leis da física.
Re: Yamaha R1 - teste
Fumar é coisa pras 1000 2TPaulinhu escreveu:A Rainha!
Dizer o quê ??! É Yamaha.. e não fuma!!
Ex.....: YBR 125 ED (*)2002 - (†)2004
Ex.....: XTZ 125.....(*)2004 - (†)2005
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Ex.....: CB500X ABS..(*) 2015 - (†)2018
PCX 150 (*) 2019
KSA escreveu: Relação Transponder (aquela que é tão barulhenta que avisa a aproximação)
- giggio
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Re: Yamaha R1 - teste
"o trabalho se torna balanceado e com maior aproveitamento de energia mecânica em todas as situações."Jota escreveu:foi confusa mesmo, giggio.
impedir a inércia é suspender o efeito das leis da física.
retirado da reportagem
e agora? tá blz?
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- MAD
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Re: Yamaha R1 - teste
Carlos, a ordem e o momento da combustão continuam existindo, não são aleatórias como tu está dizendo, só são diferentes.

A questão da inercia é meio difícil de explicar, mas vamos lá.
Os virabrequins convencionais são planos. Quando 2 pistões sobem, 2 descem. Então esse alinhamento nos pontos de máximo e mínimo dos pistões produz um "ruido" na inércia. A única inércia nesse momento é a do movimento rotativo do virabrequim, já que nesse momento os 4 pistões tem velocidade zero.
Já o virabrequim da nova R1, como não é alinhado, faz com que mesmo quando um pistão está no topo, outros estão em movimento, não existindo aquele "ponto morto" inercial de todos os pistões simultaneamente. A eliminação desse ruido é que traz a sensação de perfeita conexão entre o acelerador e pneu.
O espaçamento diverso entre as explosões, com 1 bang curto e 1 bang longo (3 bangs), gera um período maior de "descanso" para o pneu, o que também melhora a capacidade de tração. Outra teoria é de que o espaçamento diverso também gera um feedback melhor para o piloto, em termos do que está acontecendo com com o pneu.

A questão da inercia é meio difícil de explicar, mas vamos lá.
Os virabrequins convencionais são planos. Quando 2 pistões sobem, 2 descem. Então esse alinhamento nos pontos de máximo e mínimo dos pistões produz um "ruido" na inércia. A única inércia nesse momento é a do movimento rotativo do virabrequim, já que nesse momento os 4 pistões tem velocidade zero.
Já o virabrequim da nova R1, como não é alinhado, faz com que mesmo quando um pistão está no topo, outros estão em movimento, não existindo aquele "ponto morto" inercial de todos os pistões simultaneamente. A eliminação desse ruido é que traz a sensação de perfeita conexão entre o acelerador e pneu.
O espaçamento diverso entre as explosões, com 1 bang curto e 1 bang longo (3 bangs), gera um período maior de "descanso" para o pneu, o que também melhora a capacidade de tração. Outra teoria é de que o espaçamento diverso também gera um feedback melhor para o piloto, em termos do que está acontecendo com com o pneu.
Viajaire é preciso...
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
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Jota
Re: Yamaha R1 - teste
Blz, MAD, agora ficou claro com sua explicação.
Pensei que haviam revogado a inércia, por consequência, a massa, excluindo o motor da nova R1 do mundo físico para introduzi-lo numa espécie de matrix virtual.
Pensei que haviam revogado a inércia, por consequência, a massa, excluindo o motor da nova R1 do mundo físico para introduzi-lo numa espécie de matrix virtual.
Re: Yamaha R1 - teste
Mas tá quase lá... e ainda não solta fumaça! Uma pena, porque agora que a Honda lançou a CBR 2T, só o retorno da rainha (ou a rainha é a R1? fiquei confuso agora) RD 350 para concorrer com aquela.Jota escreveu:Blz, MAD, agora ficou claro com sua explicação.![]()
Pensei que haviam revogado a inércia, por consequência, a massa, excluindo o motor da nova R1 do mundo físico para introduzi-lo numa espécie de matrix virtual.
- Juliano Assimila
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Re: Yamaha R1 - teste
Seria a mesma coisa que dizer que somente um pistão atinge o Ponto Morto Superior ou Ponto Morto Inferior por vez?MAD escreveu:Carlos, a ordem e o momento da combustão continuam existindo, não são aleatórias como tu está dizendo, só são diferentes.
A questão da inercia é meio difícil de explicar, mas vamos lá.
Os virabrequins convencionais são planos. Quando 2 pistões sobem, 2 descem. Então esse alinhamento nos pontos de máximo e mínimo dos pistões produz um "ruido" na inércia. A única inércia nesse momento é a do movimento rotativo do virabrequim, já que nesse momento os 4 pistões tem velocidade zero.
Já o virabrequim da nova R1, como não é alinhado, faz com que mesmo quando um pistão está no topo, outros estão em movimento, não existindo aquele "ponto morto" inercial de todos os pistões simultaneamente. A eliminação desse ruido é que traz a sensação de perfeita conexão entre o acelerador e pneu.
O espaçamento diverso entre as explosões, com 1 bang curto e 1 bang longo (3 bangs), gera um período maior de "descanso" para o pneu, o que também melhora a capacidade de tração. Outra teoria é de que o espaçamento diverso também gera um feedback melhor para o piloto, em termos do que está acontecendo com com o pneu.
Li 2 páginas de explicação da revista motociclismo e não entendi porra nenhuma. O post do MAD explicou muito mais.
Re: Yamaha R1 - teste
É isto mesmo Juliano, veja assim:Juliano Assimila escreveu:Seria a mesma coisa que dizer que somente um pistão atinge o Ponto Morto Superior ou Ponto Morto Inferior por vez?MAD escreveu:Carlos, a ordem e o momento da combustão continuam existindo, não são aleatórias como tu está dizendo, só são diferentes.
A questão da inercia é meio difícil de explicar, mas vamos lá.
Os virabrequins convencionais são planos. Quando 2 pistões sobem, 2 descem. Então esse alinhamento nos pontos de máximo e mínimo dos pistões produz um "ruido" na inércia. A única inércia nesse momento é a do movimento rotativo do virabrequim, já que nesse momento os 4 pistões tem velocidade zero.
Já o virabrequim da nova R1, como não é alinhado, faz com que mesmo quando um pistão está no topo, outros estão em movimento, não existindo aquele "ponto morto" inercial de todos os pistões simultaneamente. A eliminação desse ruido é que traz a sensação de perfeita conexão entre o acelerador e pneu.
O espaçamento diverso entre as explosões, com 1 bang curto e 1 bang longo (3 bangs), gera um período maior de "descanso" para o pneu, o que também melhora a capacidade de tração. Outra teoria é de que o espaçamento diverso também gera um feedback melhor para o piloto, em termos do que está acontecendo com com o pneu.
Li 2 páginas de explicação da revista motociclismo e não entendi porra nenhuma. O post do MAD explicou muito mais.
Agora, todos os pistões estão defasados em 90º, uns dos outros.
Antes o movimento dos pistões era defasado em 180º a cada dois, significa que ao mesmo tempo, enquanto dois pistões estão no ponto morto superior(PMS), os outros dois estavam no ponto morto inferior(PMI). Trabalhavam os dois externos na mesma posição e os dois internos com 180º de diferença na outra posição,isto no movimento do virabrequim. Então quando dois subiam juntos, os outros dois desciam juntos, OK?
Agora, 1 pistão está no ponto morto superior, outro está no ponto morto inferior(os dois pistões externos). Os outros dois pistões, um está descendo do PMS e o outro está subindo do PMI, com uma diferença de 180º entre eles, mas mantendo 90º cada um com os outros dois.
Concluindo, isto faz com que jamais tenha dois pistões na mesma posição e como o MAD disse, eliminando a inércia do movimento dos pistões parados nos pontos superior e inferior...
Editado pela última vez por decoZ em 30 Jan 2009, 13:15, em um total de 1 vez.
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EU FUI, E SOBREVIVI, FOI BOM DEMAISRe: Yamaha R1 - teste
O pessoal já matou nas explicações, mas pra quem gosta de motor, nova explicação do funcionamento do novo motor da R1 em vídeo:
Esse motor é muito fodão, deve se tornar o padrão daqui uns anos. Por um lado acho uma pena, prefiro muito mais o ronco tradicional, não curti muito o ronco dessa nova R1 não.
[ ]'s
Esse motor é muito fodão, deve se tornar o padrão daqui uns anos. Por um lado acho uma pena, prefiro muito mais o ronco tradicional, não curti muito o ronco dessa nova R1 não.
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Re: Yamaha R1 - teste
Muito massa o vídeo Kuati... 
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Re: Yamaha R1 - teste
mandou muito bem Kuati, esse video é a prova dos nove para enteder!!! vlw mesmo!Kuati escreveu:O pessoal já matou nas explicações, mas pra quem gosta de motor, nova explicação do funcionamento do novo motor da R1 em vídeo:
Esse motor é muito fodão, deve se tornar o padrão daqui uns anos. Por um lado acho uma pena, prefiro muito mais o ronco tradicional, não curti muito o ronco dessa nova R1 não.
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Re: Yamaha R1 - teste
Eu acho que infelizmente a tendência com a tecnologia é que o ronco diminua até daqui a 50 anos, as motos serem silenciosas com roncos artificiais. 
Acelerando emoções
- Carlos_GS500
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Re: Yamaha R1 - teste
Ainda bem que não estarei aq pra presenciar isso!!!ricamoto escreveu:Eu acho que infelizmente a tendência com a tecnologia é que o ronco diminua até daqui a 50 anos, as motos serem silenciosas com roncos artificiais.
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