O terror que as duas rodas provocam na família
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
olhaí o corporativismo!nina escreveu:realmente.Joao Neis escreveu:Depois dessa últimas duas mensagens podem fechar o tópico.
pra quem conhece o zeidan, por exemplo, é duca vê-lo falando assim, baita dum exemplo de pai de família.
não é todo dia que se encontram homens que assumem responsabilidades com gosto e louvor.
não é só decidir se compra moto ou carro, se vai à praia ou à montanha nas férias nem só sustentar a família; é estar presente mesmo, dar atenção à mulher, dar exemplo.
Fazer 250 '08 ---> Bandit N1200 '06 --->Ninja 250 '09 ---> Bandit 1250S '09 ---> Ulysses XB12X '08 ---> Shadow 750 '08 ---> GSX-R 1000 K8 `09 ---> Harley Davidson FXDF ´12
Macumunando coisas caóticas
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
As três motos que tive comprei sem falar nada pros coroas.
Dizer que vai comprar é arranjar encrenca, ehehehehhe...
Comprei e cheguei com o sorrisão na cara. Meia hora de sermão e depois, com jeitinho, as coisas vão se ajeitando.
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Dizer que vai comprar é arranjar encrenca, ehehehehhe...
Comprei e cheguei com o sorrisão na cara. Meia hora de sermão e depois, com jeitinho, as coisas vão se ajeitando.
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edgard
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
sempre comprei minhas motos com meu dinheiro, portanto problema meu. qdo pegam meu carro e batem, nem pergunto o que aconteceu, mando arrumar e não falo nada, nem discuto(e já aconteceu isso algumas vezes). enfartei, safenei 4 pontes, já entupiram 2, só faltam duas, então se vou morrer com problemas do coração, me deixem viver o que me resta em paz, e como eu gosto de viver, livre, leve e andando de moto. não carrego ninguém, então o risco é meu. família só é bom na foto, e mesmo assim se for bonita, senão......
moto atual cb500f 2014, branca
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Sim, é verdade, Zeidan, e o que você escreveu é mais ou menos no que eu penso nessa hora, principalmente numa fase em que meus pais estão prestes a ser avós (não sou eu, mas sim meu irmão o felizardo) e em que sentimentos afloram continuamente na cabeça de todo mundo; e pais, a gente sabe como é, são preocupadíssimos com aqueles que um dia foram bebês totalmente dependentes deles e que ousaram voar para longe, tomar decisões por sua própria conta e assumir a parte boa e ruim de seus atos, até para mostrar que aprenderam bem as lições da vida, principalmente com relação à tomar as atitudes certas nas horas certas, como foi o meu caso.Zeidan escreveu: Para essas coisas não existe fórmula.
Até pelo fato de que o ideal para os familiares que se preocupam seria que ninguém andasse de moto.![]()
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Sempre fomos uma família unida, assim como a da minha musa inspiradora, só que no caso dela todo mundo tem moto, o que facilitou bastante as coisas para mim nesse ponto; e o apoio da esposa está sendo muito grande porque é extremamente doloroso ver o drama que acontece quando vc diz que comprou uma moto, está feliz da vida e todo mundo te trata como se você fosse um suicida em potencial (o que, aliás, agrava a tua situação pois moto não é, nem nunca foi brincadeira).
Feliz daquele que consegue lidar com isso - e estou aprendendo, da melhor ou pior maneira possível; mas livrar-se da picada desse mosquito chamado moto é complicado ...
P. S.: Para se ter uma idéia de como as coisas são, a primeira pessoa a me dar os parabéns foi minha sogra ... e quem ligou para ela fui EU ...
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Acho que vai muito da personalidade de cada um, se a pessoa é vista pela familia como uma demente, então a família tem toda a razão. Mas se a pessoa for de boa, souber o que tá fazendo, fica mais fácil convencer quem está próximo.
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Ja fiquei quase dois anos de cama por causa de moto... hum, essa história ja contei lá no antigo M@d...
Enfim, uma mãe de um colega de escola bateu na traseira da minha moto, e me arrastou até um muro... a ponta do meu coturno entrou no meu peito, quebrando 3 costelas. O fêmur se partiu em tres pedaços também. Capacete rachado, meus braços estavam negros de sangue pisado, por causa da pancada contra uma placa de propaganda.
Meus tios, avós, tudo me criticando. Me jogando na cara que a moto é uma bomba relogio e que o parachoque é sua cara, etc... ouvi essas merdas por tres semanas enquanto me visitavam no hospital. Meu pai, que quando me vira no chão de olhos fechados, desmaiara pq pensou que eu estivesse morto, não abriu a boca para criticar. Apenas me acompanhou durante o tratamento e me soltou palavras de conforto. Amarguei um bocado, sofri muito por 1 ano e 6 meses, ate cortar minha perna, queriam. 3 cirurgias na perna e nada dos ossos cicatrizarem.
Meu pai, então olhou para aquela moto lá no canto...me pegou no colo, colocou numa cadeira de roda. Pegou a moto, amarrou nos caibros do telhado da oficina e me disse: conserta e ande nela. Minha mãe? Me ajudou, buscando as ferramentas.
E foi o que eu fiz. Consertei aquela moto, subi nela, com a ajuda de uma bengala e dei uma volta no quarteirão. Liguei o f¨¨ e comecei a andar de moto novamente, na compania de uma bengala. Dois meses depois, uma surpresa: minha perna estava cicatrizando, e teriam que tirar os pinos cirúrgicos para que a cicatriz se completasse.
Hoje, se não conto a historia, ninguem me diz que passei por isso, minha perna está perfeita. Bom, perdi dois anos, uma oficina de motos, uma noiva que não aguentou o tranco e muitos falsos amigos. O que eu ganhei? Bom, meus pais são os melhores amigos que posso ter do mundo. E aprendi que o que tiver que ser, será...e também a andar um pouquinho melhor de moto...
e Faço isso desde meus 14 anos... talvez com uns 130 eu pare.
Enfim, uma mãe de um colega de escola bateu na traseira da minha moto, e me arrastou até um muro... a ponta do meu coturno entrou no meu peito, quebrando 3 costelas. O fêmur se partiu em tres pedaços também. Capacete rachado, meus braços estavam negros de sangue pisado, por causa da pancada contra uma placa de propaganda.
Meus tios, avós, tudo me criticando. Me jogando na cara que a moto é uma bomba relogio e que o parachoque é sua cara, etc... ouvi essas merdas por tres semanas enquanto me visitavam no hospital. Meu pai, que quando me vira no chão de olhos fechados, desmaiara pq pensou que eu estivesse morto, não abriu a boca para criticar. Apenas me acompanhou durante o tratamento e me soltou palavras de conforto. Amarguei um bocado, sofri muito por 1 ano e 6 meses, ate cortar minha perna, queriam. 3 cirurgias na perna e nada dos ossos cicatrizarem.
Meu pai, então olhou para aquela moto lá no canto...me pegou no colo, colocou numa cadeira de roda. Pegou a moto, amarrou nos caibros do telhado da oficina e me disse: conserta e ande nela. Minha mãe? Me ajudou, buscando as ferramentas.
E foi o que eu fiz. Consertei aquela moto, subi nela, com a ajuda de uma bengala e dei uma volta no quarteirão. Liguei o f¨¨ e comecei a andar de moto novamente, na compania de uma bengala. Dois meses depois, uma surpresa: minha perna estava cicatrizando, e teriam que tirar os pinos cirúrgicos para que a cicatriz se completasse.
Hoje, se não conto a historia, ninguem me diz que passei por isso, minha perna está perfeita. Bom, perdi dois anos, uma oficina de motos, uma noiva que não aguentou o tranco e muitos falsos amigos. O que eu ganhei? Bom, meus pais são os melhores amigos que posso ter do mundo. E aprendi que o que tiver que ser, será...e também a andar um pouquinho melhor de moto...
e Faço isso desde meus 14 anos... talvez com uns 130 eu pare.
Você já foi hoje? Não? Tá esperando o quê, então?
Sem popopó.
M@d, desviando das flechas da ditadura desde 2005.
Quando se tem razão, a recompensa é o silêncio.
Sem popopó.
M@d, desviando das flechas da ditadura desde 2005.
Quando se tem razão, a recompensa é o silêncio.
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Foi exatamente o q ouvi da minha mãe, o q me surpreendeu muito. Ela sabe q eu sou sossegado, q não me interessa quem anda mais, quem chega primeiro... Já meu irmão ela morre de medo q tenha moto, pq ele é desesperado. Não que ele não tenha medo de sofrer acidente ou algo assim, mas se alguma coisa acontece ele se desespera na reação (tipo uma fechada, uma balançada pq entrou meio errado na curva, freou meio tarde). Aí tbm é complicado.Lelo escreveu:Acho que vai muito da personalidade de cada um, se a pessoa é vista pela familia como uma demente, então a família tem toda a razão. Mas se a pessoa for de boa, souber o que tá fazendo, fica mais fácil convencer quem está próximo.
Meu pai me falou: "Putz, me dá um cagaço de te ver de moto, ainda mais uma 600, mas não posso t criticar. Sempre quis ter motão, e só não tive por falta de oportunidade. Só ande com cuidado."
E eu SEMPRE conto com o pior, e espero pelo melhor. Como alguém disse antes nesse tópico, se o cara parece que vai sair de trás do caminhão, ele vai sair. Já tiro a mão, dou uma luz alta, quando tenho certeza de q fui visto, aí eu passo.
Com a namorada, 3 semanas até convencer. Mas agora ela curte também.
O resto da família (avós, tios, agregados em geral) só foram saber depois q tava na garagem. Todo mundo que falou q era loucura, q eu queria morrer, nunca andou nem na garupa de uma moto.
Até o pessoal aqui do fórum eu contrariei. Na época tinha um negócio pra trocar meu carro numa Hornet 07. Acabou não dando certo, resolvi vender o carro e pegar uma GS 500. Só que depois apareceu uma FZ6 N 08/09 com 1300 KM. Foi andar na moto e não queria saber de outra coisa. A moto tava numa loja de carros (a única moto, q era de um conhecido do dono) e o cara aceitou o Golf num valor razoável, e como consegui um preço legal na moto, fiz negócio. O pessoal aqui me aconselhou a evitar uma 4 canecos como primeira moto, e eu concordei. Mas na hora a emoção falou mais alto. Só não pode falar mais alto quando estou pilotando, aí quem tem q mandar é a razão.
Passei da idade de pensar: "o cara vai achar q eu sou um c*zão...". O q ele pensa não muda nada minha vida, então q se f#da!
Agora ando bem tranquilo, não me estresso no trânsito... Só alegria com a magrela.
Abraço.
==============================================================================================
Guilherme B. Alves
Yamaha FZ6 N - 08/09
Curitiba/PR
Guilherme B. Alves
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Curitiba/PR
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Wolvera escreveu:Ja fiquei quase dois anos de cama por causa de moto... hum, essa história ja contei lá no antigo M@d...
Enfim, uma mãe de um colega de escola bateu na traseira da minha moto, e me arrastou até um muro... a ponta do meu coturno entrou no meu peito, quebrando 3 costelas. O fêmur se partiu em tres pedaços também. Capacete rachado, meus braços estavam negros de sangue pisado, por causa da pancada contra uma placa de propaganda.
Meus tios, avós, tudo me criticando. Me jogando na cara que a moto é uma bomba relogio e que o parachoque é sua cara, etc... ouvi essas merdas por tres semanas enquanto me visitavam no hospital. Meu pai, que quando me vira no chão de olhos fechados, desmaiara pq pensou que eu estivesse morto, não abriu a boca para criticar. Apenas me acompanhou durante o tratamento e me soltou palavras de conforto. Amarguei um bocado, sofri muito por 1 ano e 6 meses, ate cortar minha perna, queriam. 3 cirurgias na perna e nada dos ossos cicatrizarem.
Meu pai, então olhou para aquela moto lá no canto...me pegou no colo, colocou numa cadeira de roda. Pegou a moto, amarrou nos caibros do telhado da oficina e me disse: conserta e ande nela. Minha mãe? Me ajudou, buscando as ferramentas.
E foi o que eu fiz. Consertei aquela moto, subi nela, com a ajuda de uma bengala e dei uma volta no quarteirão. Liguei o f¨¨ e comecei a andar de moto novamente, na compania de uma bengala. Dois meses depois, uma surpresa: minha perna estava cicatrizando, e teriam que tirar os pinos cirúrgicos para que a cicatriz se completasse.
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e Faço isso desde meus 14 anos... talvez com uns 130 eu pare.
Parabéns aos seus pais. Parabéns a vc. O resto, q aprendam lendo esse reply.
Suzuki Freewind 2003.
"Zoiúda"
Rodando rumo aos 200 mil km com ela!!!
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Totalmente falso no meu caso.Lelo escreveu:Acho que vai muito da personalidade de cada um, se a pessoa é vista pela familia como uma demente, então a família tem toda a razão. Mas se a pessoa for de boa, souber o que tá fazendo, fica mais fácil convencer quem está próximo.
Minha mae sabe que de toda a vida eu sempre quiz e correr e pilotar qualquer merda que tivesse rodas...e sempre escutava eu saindo de casa enrolando o cabo
Como disse, ela ate que ficou feliz. Deve ser porque sabe que eu estou feliz. Mae quer e ver o filho feliz.
Isso sim, ja de brincadeira ofereci a dar uma volta para ela...e me disse "NEM MORTA"
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
"Without RACING, there is no HONDA" Soichiro Honda
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
- AlvaroMoto
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
fps3000,
isso acontece mesmo, relaxa.
na maioria das vezes as pessoas da sua família estarão agindo com boa intenção, pq acham mesmo que moto é algo perigoso...
com o tempo eles vão acostumar com a idéia de vc ter moto e param com esse falatório...
o importante é vc continuar pilotando e sendo feliz!
abraços e boas pilotagens sempre :)
isso acontece mesmo, relaxa.
na maioria das vezes as pessoas da sua família estarão agindo com boa intenção, pq acham mesmo que moto é algo perigoso...
com o tempo eles vão acostumar com a idéia de vc ter moto e param com esse falatório...
o importante é vc continuar pilotando e sendo feliz!
abraços e boas pilotagens sempre :)
Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Amém, amém ... nada como estar ao lado de gente que respeita a moto e a si mesmo ...AlvaroMoto escreveu:fps3000,
isso acontece mesmo, relaxa.
na maioria das vezes as pessoas da sua família estarão agindo com boa intenção, pq acham mesmo que moto é algo perigoso...
com o tempo eles vão acostumar com a idéia de vc ter moto e param com esse falatório...
o importante é vc continuar pilotando e sendo feliz!
abraços e boas pilotagens sempre :)
- rafaexpress
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Concordo com as primeiras palavras, mas se permite vou descordar das últimas... sim, em muitos acidentes podemos ser os culpados, MAS nada impede que fatalidades aconteçam Alessio, veja o caso do Georges que foi cruzar um farol, sinal verde pra ele, veio uma louca e pegou ele em cheioAlessio escreveu:Amigo existem 2 tipos de motociclista:
1 - Os que já cairam,
2 - Os que vão cair.
Quem faz motocicleta ser perigosa ou não é o piloto,
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Eu amo motos, mas realmente esse prazer imenso podem nos matar, sendo culpa nossa ou não... o jeito é andar ligado mesmo !
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Engraçado!!StalloneCobra escreveu:Quando comprei minha primeira moto já foi um inferno mas quando cai ano passado e tive que operar o punho foi o inferno multiplicado por 5, todo mundo falava indignado "VC AINDA VAI CONTINUAR ANDANDO DE MOTO!!!!! VC É LOUCO, NÃO TEM AMOR A VIDA".
Nunca ouvi ninguém falar isso para outra pessoa que tenha sofrido acidente de carro: "VC AINDA VAI CONTINUAR ANDANDO DE CARRO!!!!! VC É LOUCO, NÃO TEM AMOR A VIDA"...

Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Dois comentários.rafaexpress escreveu:Concordo com as primeiras palavras, mas se permite vou descordar das últimas... sim, em muitos acidentes podemos ser os culpados, MAS nada impede que fatalidades aconteçam Alessio, veja o caso do Georges que foi cruzar um farol, sinal verde pra ele, veio uma louca e pegou ele em cheioAlessio escreveu:Amigo existem 2 tipos de motociclista:
1 - Os que já cairam,
2 - Os que vão cair.
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[]´s![]()
Eu amo motos, mas realmente esse prazer imenso podem nos matar, sendo culpa nossa ou não... o jeito é andar ligado mesmo !
O primeiro é com respeito aos tipos de motociclistas: precisamos ter cuidado ao falar isso com a família, ninguém espera que você saia de casa para morrer, mesmo que muito do que ocorra conosco seja fruto do acaso.
E esse é o segundo comentário: a morte, para muitos, pode ser evitável, mas o destino não - andar ligado é importante para evitar acidentes, não fatalidades que aconteceriam com você se estivesse de carro ou mesmo a pé ...
... embora assuste muito o número de jovens que aparece em cadeira de rodas no metrô ultimamente, isso sim me dá medo.
-
edgard
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
e mesmo porque temos que morrer de alguma coisa, fato!!
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- rafaexpress
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Mas não precisa ser trágico neh... que seja de velhice então !!!edgard escreveu:e mesmo porque temos que morrer de alguma coisa, fato!!
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Concordo em relação aos que assinalei com números 1 e 2. Em relação ao que assinalei como número 3, discordo. Penso que a única coisa inevitável nesse mundo é a morte, o resto, podemos evitar.fps3000 escreveu:Dois comentários.rafaexpress escreveu:Concordo com as primeiras palavras, mas se permite vou descordar das últimas... sim, em muitos acidentes podemos ser os culpados, 2- MAS nada impede que fatalidades aconteçam Alessio, veja o caso do Georges que foi cruzar um farol, sinal verde pra ele, veio uma louca e pegou ele em cheioAlessio escreveu:Amigo existem 2 tipos de motociclista:
1 - Os que já cairam,
2 - Os que vão cair.
1) - Quem faz motocicleta ser perigosa ou não é o piloto,
[]´s![]()
Eu amo motos, mas realmente esse prazer imenso podem nos matar, sendo culpa nossa ou não... o jeito é andar ligado mesmo !
O primeiro é com respeito aos tipos de motociclistas: precisamos ter cuidado ao falar isso com a família, ninguém espera que você saia de casa para morrer, mesmo que muito do que ocorra conosco seja fruto do acaso.
E esse é o segundo comentário: 3- a morte, para muitos, pode ser evitável, mas o destino não - andar ligado é importante para evitar acidentes, não fatalidades que aconteceriam com você se estivesse de carro ou mesmo a pé ...
... embora assuste muito o número de jovens que aparece em cadeira de rodas no metrô ultimamente, isso sim me dá medo.
Além do mais, fatalidades acontecem. É muito menos frequente, mas acontecem. 99% dos acidentes ocorrem por falha humana, quer seja na manutenção do veículo, na condução, no comportamento, na falta de observação, etc, (imperícia, negligência, displicência, desatenção entre outras falhas que só os humanos cometem).
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Procuro fazer de tudo para que assim seja.rafaexpress escreveu:Mas não precisa ser trágico neh... que seja de velhice então !!!edgard escreveu:e mesmo porque temos que morrer de alguma coisa, fato!!
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
é, pode ser, mas existem "velhos" com 45/50 manos e "jovens" com 80 anos ou mais. o que tem que acontecer acontece, é sabido de todos nós, viver é perigoso, quanto mais andando de moto nos grandes centros urbanos. o importante é ser/estar feliz.
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Re: O terror que as duas rodas provocam na família
Essa questão da família é uma questão delicada.
Amo meus pais, tanto quanto amo meus filhos. Eles já estão velhinhos e nem consigo imaginar minha vida se um deles se for. Meu pai operou duas vezes o coração e minha mãe passou por um cancer, mas deu a volta por cima.
Ando de moto desde pequenino e eles sempre foram contra - radicalmente. Hoje, minha mãe não se conforma por eu ter voltado a pilotar (voltei há uns dois anos - fiquei mais de 10 anos parado). Todos os dias ela me liga pedindo para eu vender a moto. Me corta o coração, mas não consigo parar...é uma paixão.
Minha mãe sempre soube que um dia eu voltaria a pilotar. Parei por conta do último acidente que me deixou de cama por mais de dois meses. Alguns anos depois eu casei e logo vieram os filhos. Esperei eles crescerem um pouco e não resisti mais - comprei minha moto. Nisso passaram mais de 10 anos...
Quando vou visitar os meus pais eles me proibiram de ir de moto - eu respeito - vou de carro.
Minha primeira moto tive que comprar escondido, ou eles não deixariam. Comecei a trabalhar com 16 anos e aos 18 comprei minha primeira moto (antes tive uma cinquentinha e uma Push...vocês lembram? Mas não contam, pois não andavam nada...). Aos 14 tudo que eu queria era uma Harley 125 (quem lembra?), mas ninguém era louco de me dar uma...
Juntei minha grana durante anos e com 18 comprei minha RD 350...em um ano meu primeiro tombo feio...descendo o Alto da Boa Vista...
Tirei férias de moto por um ano e no ano seguinte parti pra CB 400...aí tive várias...
Em todos os meus tombos meus pais nunca tiveram dó...por mais quebrado que eu tivesse sempre falaram "bem feito"..."eu te disse"...e assim são meus irmãos...
Família é isso.
Nada mais natural. São quem mais amam a gente...e falam mesmo...
Paciência - moto tá no meu sangue...mas não vou ficar puto com quem mais me ama. Aturo...com todo amor do mundo...
Hoje estou pensando em fazer minha mulher tirar a carteira de moto...se minha mãe souber disso ela me mata...então só vai saber quando minha esposa estiver com a carteira na mão. Sempre foi assim com a minha família...e sempre vai ser.
Mas família é isso mesmo...o importante é sempre ter em mente, quando estivermos no asfalto, que existem pessoas que nos amam...e que devemos voltar inteiros pra casa...
Direção defensiva...
Amo meus pais, tanto quanto amo meus filhos. Eles já estão velhinhos e nem consigo imaginar minha vida se um deles se for. Meu pai operou duas vezes o coração e minha mãe passou por um cancer, mas deu a volta por cima.
Ando de moto desde pequenino e eles sempre foram contra - radicalmente. Hoje, minha mãe não se conforma por eu ter voltado a pilotar (voltei há uns dois anos - fiquei mais de 10 anos parado). Todos os dias ela me liga pedindo para eu vender a moto. Me corta o coração, mas não consigo parar...é uma paixão.
Minha mãe sempre soube que um dia eu voltaria a pilotar. Parei por conta do último acidente que me deixou de cama por mais de dois meses. Alguns anos depois eu casei e logo vieram os filhos. Esperei eles crescerem um pouco e não resisti mais - comprei minha moto. Nisso passaram mais de 10 anos...
Quando vou visitar os meus pais eles me proibiram de ir de moto - eu respeito - vou de carro.
Minha primeira moto tive que comprar escondido, ou eles não deixariam. Comecei a trabalhar com 16 anos e aos 18 comprei minha primeira moto (antes tive uma cinquentinha e uma Push...vocês lembram? Mas não contam, pois não andavam nada...). Aos 14 tudo que eu queria era uma Harley 125 (quem lembra?), mas ninguém era louco de me dar uma...
Juntei minha grana durante anos e com 18 comprei minha RD 350...em um ano meu primeiro tombo feio...descendo o Alto da Boa Vista...
Tirei férias de moto por um ano e no ano seguinte parti pra CB 400...aí tive várias...
Em todos os meus tombos meus pais nunca tiveram dó...por mais quebrado que eu tivesse sempre falaram "bem feito"..."eu te disse"...e assim são meus irmãos...
Família é isso.
Nada mais natural. São quem mais amam a gente...e falam mesmo...
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Hoje estou pensando em fazer minha mulher tirar a carteira de moto...se minha mãe souber disso ela me mata...então só vai saber quando minha esposa estiver com a carteira na mão. Sempre foi assim com a minha família...e sempre vai ser.
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